Paróquia Santa Luzia

Paróquia Santa Luzia
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24 de jan. de 2015

3º Domingo do Tempo Comum - Ano B

(Mc 1,14-20)



14Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: 15“O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!”

16E, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores.

17Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”.

18E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus.

19Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; 20e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.


Comentário do dia: Santo Efrém (c. 306-373), diácono da Síria, doutor da Igreja. Comentário ao Evangelho concordante, 4, 20; SC 121

«Vinde comigo e farei de vós pescadores de homens»


Quando vieram a Ele, eram pescadores de peixe, e tornaram-se pescadores de homens, como está dito: «Eis que agora mandarei chamar muitos pescadores e eles os pescarão; depois disso lhes enviarei muitos caçadores, e eles os caçarão em cada monte e colina e nas cavernas dos penhascos» (Jer 16,16). Se tivesse enviado sábios, dir-se-ia que tinham persuadido o povo e o tinham ganhado, ou que o tinham enganado e aprisionado. Se tivesse enviado ricos, dir-se-ia que tinham enganado o povo, alimentando-o, ou que o haviam corrompido com dinheiro e subjugado. Se tivesse enviado homens fortes, dir-se-ia que tinham atraído o povo pela força ou forçado pela violência.

Mas os apóstolos não tinham nada disso. O Senhor mostrou-o a todos através do exemplo de Simão Pedro, a quem faltou a coragem e que teve medo da voz de uma criada; que era pobre, porque não podia sequer pagar a sua quota do imposto (Mt 17,24ss): «não tenho ouro nem prata», disse ele (At 3,6); e que era inculto, uma vez que, quando negou o Senhor, não soube encontrar um estratagema inteligente para o fazer.

Estes pescadores de peixes partiram pois pelo mundo, e alcançaram a vitória sobre os fortes, os ricos e os sábios. Que grande milagre! Fracos como eram, atraíram sem violência os fortes para a sua doutrina; pobres, ensinaram os ricos; ignorantes, fizeram discípulos entre os sábios e os prudentes. A sabedoria do mundo deu lugar a esta sabedoria que é a sabedoria das sabedorias.

Salmo Responsorial (Sl 24)

— Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos,/ vossa verdade me oriente e me conduza!


— Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos,/ e fazei-me conhecer a vossa estrada!/ Vossa verdade me oriente e me conduza,/ porque sois o Deus da minha salvação.

— Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura/ e a vossa compaixão que são eternas!/ De mim lembrai-vos, porque sois misericórdia/ e sois bondade sem limites, ó Senhor!

— O Senhor é piedade e retidão,/ e reconduz ao bom caminho os pecadores./ Ele dirige os humildes na justiça,/ e aos pobres ele ensina o seu caminho.

Paróquia Santa Luzia neste domingo


23 de jan. de 2015

Recortes

“Cristo na Cruz: esta é a única chave verdadeira. Ele aceita o sofrimento na Cruz para nos fazer felizes (...)"  Beato Álvaro del Portillo.. 1984

Sábado da 2ª semana do Tempo Comum

(Mc 3,20-21)




Naquele tempo, 20Jesus voltou para casa com os discípulos. E de novo se reuniu tanta gente que eles nem sequer podiam comer. 21Quando souberam disso, os parentes de Jesus saíram para agarrá-lo, porque diziam que estava fora de si.


Comentário do dia: São Tomás de Aquino (1225-1274), teólogo dominicano, doutor da Igreja. Leituras para a festa do Corpo de Deus

Jesus dá-Se completamente no seu corpo e seu sangue

Os dons imensos com que o Senhor cumulou o povo cristão elevam-no a uma inestimável dignidade. Não há, e nunca houve, com efeito, nação alguma cujos deuses estivessem tão próximos de nós como o está o nosso Deus (cf Dt 4,7). O Filho unigénito de Deus, no propósito de nos tornar participantes da sua divindade, assumiu a nossa natureza e fez-Se homem para divinizar os homens. Tudo o que tomou de nós, pô-lo ao serviço da nossa salvação. Porque, para nossa reconciliação, Ele ofereceu o seu corpo a Deus Pai no altar da cruz; e verteu o seu sangue como penhor para nos resgatar da condição de escravos e nos purificar de todos os pecados pelo banho da regeneração.

Para que permaneça junto de nós a contínua lembrança de tão grande dom, deixou aos crentes o seu corpo como alimento e o seu sangue como bebida, nas espécies do pão e do vinho. Ó admirável e precioso festim que nos dá a salvação e tem a doçura em plenitude! Que poderíamos encontrar de mais precioso que esta refeição, onde o que nos é oferecido não é carne de vitelo nem de cabrito, mas Cristo, o verdadeiro Deus?


Responsório (Sl 46)

— Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta!

— Povos todos do universo, batei palmas, gritai a Deus aclamações de alegria! Porque sublime é o Senhor, o Deus Altíssimo, o soberano que domina toda a terra!

— Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor, subiu ao toque da trombeta. Salmodiai ao nosso Deus ao som da harpa, salmodiai ao som da harpa ao nosso Rei!

— Porque Deus é o grande Rei de toda a terra, ao som da harpa acompanhai os seus louvores! Deus reina sobre todas as nações, está sentado no seu trono glorioso!

Celebra-se a 24 de janeiro...



São Francisco de Sales - bispo e doutor da Igreja


"Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi" Jo 15,16a 
A festa do Santo de hoje é-nos muito querida. Trata-se de São Francisco de Sales. Esse santo oferece-nos a mais perfeita lição do quanto se pode conseguir pela bondade e pela doçura. 
Foi Bispo de Genebra, na Suíça, tendo vivido entre 1567 e 1622. Viu-se logo cercado pelos calvinistas que, naquele tempo, eram tomados por uma grande aversão contra tudo o que fosse católico. Ao invés de brigar e de se entregar à oposição, S. Francisco de Sales preferiu seguir o caminho de um humanismo suave. Fez valer esta máxima: "Mais moscas se caçam com um pingo de mel do que com um barril de vinagre". 
Mas não é só isso que nos ensina o santo que lembramos nesta data. Ele passou a vida escrevendo. E hoje, é patrono dos jornalistas. Seus dois livros - "Tratado do Amor de Deus" e "Introdução à Vida Devota" leem-se em nossos dias com a mesma facilidade e interesse como no tempo em que foram escritos. 
Fundou a Ordem da Visitação e foi capaz de interpretar o que Deus deseja e o que está no íntimo de cada coração humano. 

Ao lembrarmos a figura dos santos de hoje sentimo-nos convidados a integrar o mundo de Deus e o mundo dos homens num único grande amor: Cristo, que é o Caminho, a Verdade e a Vida. 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)

22 de jan. de 2015

Evangelho do dia 23 de janeiro

Recortes


Um conselho, que vos tenho repetido teimosamente: estai alegres, sempre alegres! Que estejam tristes os que não se consideram filhos de Deus! (S. Josemaría Escrivá. Sulco, 54)

Sexta-feira da 2ª semana do Tempo Comum

(Mc 3,13-19)



Naquele tempo, 13Jesus subiu ao monte e chamou os que ele quis. E foram até ele. 14Então Jesus designou Doze, para que ficassem com ele e para enviá-los a pregar, 15com autoridade para expulsar os demônios. 16Designou, pois, os Doze: Simão, a quem deu o nome de Pedro; 17Tiago e João, filhos de Zebedeu, aos quais deu o nome de Boanerges, que quer dizer “Filhos do trovão”; 18André, Filipe, Bartolomeu, Mateus, Tomé, Tiago, filho de Alfeu, Tadeu, Simão, o cananeu, 19e Judas Iscariotes, aquele que depois o traiu.

Comentário do dia: Santo Agostinho (354-430), bispo de Hipona (norte de África), doutor da Igreja. Sermão 311, 2

«Estabeleceu doze para andarem com Ele e para os enviar a pregar»

Os bem-aventurados apóstolos […] foram os primeiros a ver Cristo suspenso na cruz; choraram a sua morte, ficaram atemorizados face ao prodígio da sua ressurreição mas, logo a seguir, transportados de amor por esta manifestação do seu poder, não hesitaram em derramar o seu sangue para atestar a verdade do que tinham visto. Pensai, irmãos no que era pedido a esses homens: ir por todo o mundo pregar que um morto tinha ressuscitado e subido ao céu; e sofrer, devido à pregação dessa verdade, tudo o que aprouvesse a um mundo insensato: privações, exílio, cadeias, tormentos, carrascos, feras ferozes, a cruz e morte. Teriam sofrido tudo isso por um desconhecido?

Teria Pedro morrido para sua própria glória? Teria pregado em proveito próprio? Ele morria e Outro, que não ele, era glorificado por essa morte; ele foi morto e Outro foi adorado. Só a chama ardente da caridade, unida à convicção da verdade, pode explicar semelhante audácia! Eles pregavam o que tinham visto. Ninguém morre por uma verdade da qual não está seguro. Ou deveriam eles negar o que tinham visto? Mas não negaram, antes pregaram esse Morto que sabiam estar perfeitamente vivo. Eles sabiam por que vida desprezavam a vida presente, sabiam por que felicidade suportavam provas passageiras, por que recompensa espezinhavam todos esses sofrimentos. A sua fé pesava mais na balança que o mundo inteiro.

Responsório (Sl 84)

— A verdade e o amor se encontrarão.

— Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, concedei-nos também vossa salvação! Está perto a salvação dos que o temem, e a glória habitará em nossa terra.

— A verdade e o amor se encontrarão, a justiça e a paz se abraçarão; da terra brotará a fidelidade, e a justiça olhará dos altos céus.

— O Senhor nos dará tudo o que é bom, e a nossa terra nos dará suas colheitas; a justiça andará na sua frente e a salvação há de seguir os passos seus.

Sim, ele existe: Movimento Voluntário de Extinção Humana


A organização VHEMT (na sigla em inglês) propõe "o lento desaparecimento da raça humana mediante a interrupção voluntária da procriação"


Na primeira vez que vi o logotipo do Movimento Voluntário de Extinção Humana, comecei a pensar que acabava de conhecer alguém extremamente irônico que estava zombando dos ecologistas extremistas, e comecei a rir com o que estava vendo.

Depois de pesquisar um pouco, descobri que este grupo realmente existe e, na verdade, meu assombro se transformou rapidamente em tristeza, ao vislumbrar o fundo do poço ao qual estamos chegando.

O movimento VHEMT (na sigla em inglês) defende que "o lento desaparecimento da raça humana mediante a interrupção voluntária da procriação permitirá que a biosfera terrestre recupere a saúde. A superpopulação e a escassez de recursos serão aliviados na medida em que reduzirmos nossa densidade".

Les U. Knight foi quem deu o nome ao movimento, ainda que não se considere seu fundador, já que ele acredita que esta filosofia esteve presente desde que o homem começou a existir como um ser racional.

Ele afirma que muitos pensadores, ao longo da história, se conscientizaram deste ideal, mas viram esta mentalidade sucumbir diante do pró-natalismo da sociedade.

Aos que desejam fazer parte do movimento, é exigido que não acrescentem outro ser humano a este mundo superpovoado.

Evidentemente, aceitam pessoas que já tiveram filhos, pois entendem a "fragilidade" das pessoas e podem perdoar seu passado. Ainda que nem todos os seus membros sejam absolutamente a favor da extinção humana, eles devem concordar em que nenhum ser humano a mais deveria ser colocado neste mundo.

Em sua mentalidade, a atitude realmente altruísta seria parar de ter filhos completamente.

Alguém mais acha que o mundo anda de ponta-cabeça ou sou só eu?

(Artigo publicado originalmente por Nuestro Mundo al Revés)
sources: Nuestro Mundo al Revés

21 de jan. de 2015

Evangelho do dia 22 janeiro

Recortes

"O Mundo pode ser muito melhor se olharmos para ele com o olhar da fraternidade, onde todos tenham pão,todos tenham esperança e todos tenham dentro do coração a vontade de servir."  Zilda Arns Neumann (1934-2010)

Celebramos a 22 de janeiro...



S. Vicente Pallotti

Vicente Pallotti nasceu em Roma a 21 de abril de 1795 e foi ordenado padre em 1818.Viveu num tempo em que foram impostos os fundamentos do mundo moderno e de uma nova ordem sócio-política. As idéias do iluminismo, as turbulências do período napoleônico, o surgimento da questão operária, as tendências liberais, os movimentos nacionalistas na Europa e o desenvolvimento da imprensa são algumas vozes que caracterizaram os tempos de São Vicente Pallotti.

Pallotti confrontava-se com os problemas que dificultavam a vivência da fé e o crescimento das tarefas ligadas ao anúncio do Evangelho nas terras de missão. Diante de tais problemas que a Igreja devia afrontar, Pallotti voltava sua atenção sobre a necessidade urgente de reavivar a fé e de reacender a caridade entre os católicos para anunciar a todos os homens a boa notícia da salvação.
No território da cidade de Roma, ele, com um grupo de colaboradores, desenvolveu uma notável célula de atividades apostólicas e ao mesmo tempo ocupou-se em unir e coordenar tais atividades. Disto nasceu a ideia de fundar uma nova instituição, ou seja, a União do Apostolado Católico, funda em 1835, para unir todas as iniciativas apostólicas.

Nos múltiplos escritos Pallotti desenvolveu a visão global da obra na Igreja, a fim que a boa notícia pudesse ser levada a todos os homens de maneira ordenada e sistemática.

São Vicente Pallotti morreu no dia 22 de janeiro de 1850 sem ter visto o pleno desenvolvimento da sua obra. Seus colaboradores mais próximos continuaram sua missão, assegurando à Sociedade um posterior desenvolvimento.

cf. wikipedia

Quinta-feira da 2ª semana do Tempo Comum

(Mc 3,7-12)



Naquele tempo, 7Jesus se retirou para a beira do mar, junto com seus discípulos. Muita gente da Galileia o seguia. 8E também muita gente da Judeia, de Jerusalém, da Idumeia, do outro lado do Jordão, dos territórios de Tiro e Sidônia, foi até Jesus, porque tinham ouvido falar de tudo o que ele fazia. 9Então Jesus pediu aos discípulos que lhe providenciassem uma barca, por causa da multidão, para que não o comprimisse.

10Com efeito, Jesus tinha curado muitas pessoas, e todos os que sofriam de algum mal jogavam-se sobre ele para tocá-lo. 11Vendo Jesus, os espíritos maus caíam a seus pés, gritando: “Tu és o Filho de Deus!” 12Mas Jesus ordenava severamente para não dizerem quem ele era.


Comentário do dia: Santo Atanásio (295-373), bispo de Alexandria, doutor da Igreja. Sobre a encarnação do Verbo, 8 (trad. breviário, rev.)

Uma grande multidão veio ter com Ele, ao ouvir dizer o que Ele fazia

O Verbo de Deus, incorpóreo, incorruptível e imaterial, veio habitar no meio de nós, se bem que antes não estivesse ausente. De facto, nenhuma região do universo esteve jamais privada da sua presença porque, pela união com seu Pai, Ele estava em todas as coisas e em toda a parte. Por amor de nós veio a este mundo. […]

Compadecido da fragilidade do gênero humano, comovido pelo nosso estado de corrupção, não suportando que fôssemos vítimas da morte, tomou um corpo, um corpo semelhante ao nosso, para que não perecesse o que tinha sido criado, nem se inutilizasse a obra de seu Pai. […]

No seio da Virgem, construiu para Si um templo, isto é, um corpo, e, habitando nele, fê-lo instrumento da sua manifestação. Tomou um corpo semelhante ao nosso e, porque toda a humanidade estava sujeita à corrupção da morte, Ele, no seu imenso amor, ofereceu-o ao Pai, aceitando a morte por todos os homens.

Responsório (Sl 39)

— Eis que venho fazer, com prazer, a vossa vontade, Senhor!

— Sacrifício e oblação não quisestes, mas abristes, Senhor, meus ouvidos; não pedistes ofertas nem vítimas, holocaustos por nossos pecados, e então eu vos disse: “Eis que venho!”

— Sobre mim está escrito no livro: “Com prazer faço a vossa vontade, guardo em meu coração vossa lei!”

— Boas novas de vossa justiça anunciei numa grande assembleia; vós sabeis: não fechei os meus lábios!

— Mas se alegre e em vós rejubile todo ser que vos busca, Senhor! Digam sempre: “É grande o Senhor!” os que buscam em vós seu auxílio.

Evangelho dia 21 janeiro

20 de jan. de 2015

Recortes


“Fomenta as tuas santas impaciências..., mas não percas a paciência”  (S. Josemaría Escrivá, Sulco, n. 668)

Quarta-feira da 2ª semana do Tempo Comum

(Mc 3,1-6)




Naquele tempo, 1Jesus entrou de novo na sinagoga. Havia ali um homem com a mão seca. 2Alguns o observavam para ver se haveria de curar em dia de sábado, para poderem acusá-lo. 3Jesus disse ao homem da mão seca: “Levanta-te e fica aqui no meio!” 4E perguntou-lhes: “É permitido no sábado fazer o bem ou fazer o mal? Salvar uma vida ou deixá-la morrer?” Mas eles nada disseram. 5Jesus, então, olhou ao seu redor, cheio de ira e tristeza, porque eram duros de coração; e disse ao homem: “Estende a mão”. Ele a estendeu e a mão ficou curada.

Comentário do dia: São Pedro Crisólogo (c. 406-450), bispo de Ravena, doutor da Igreja. Homilia sobre o mistério da encarnação.

Cristo cura a paralisia dos nossos membros e do nosso coração

Quando a Virgem concebe, virgem dá à luz e permanece virgem, isso não entra na ordem da natureza, mas dos sinais divinos; não é segundo a razão humana, mas conforme ao poder de Deus; é o Criador que atua, não a natureza humana; não é caso comum, mas único; é obra divina e não humana. O nascimento de Cristo não foi uma consequência necessária da natureza, mas do poder de Deus. Foi o mistério da piedade, a redenção da humanidade. Aquele que, sem nascer, fez o homem do barro intacto fez-Se homem nascendo de um corpo também intacto. A mão que Se dignou tomar o barro para formar o nosso corpo também Se dignou tomar a nossa carne para nos salvar. […]

Ó homem, porque te consideras tão vil, tu que és tão precioso para Deus? Porque é que, sendo tu tão honrado por Deus, te desonras a ti mesmo? Porque perguntas de que é que foste feito e não queres saber para que foste feito? Porventura todo este mundo que vês não foi feito para ser tua morada? […]

Cristo nasce para renovar com o seu nascimento a natureza corrompida; fez-Se criança, quis ser alimentado, passou pelas diversas idades da vida humana, para restaurar a única idade perfeita e permanente como a tinha criado; toma para Si a vida humana, para que o homem não volte a cair; tinha-o feito terreno e torna-o celeste; tinha-lhe dado uma alma humana e agora comunica-lhe o espírito divino; e assim eleva o homem à dignidade divina, para que desapareça tudo o que nele havia de pecado, de morte, de fadiga, de sofrimento, de terreno, pela graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é Deus, e vive e reina com o Pai, na unidade do Espírito Santo, agora e sempre e pelos séculos dos séculos. 

Responsório (Sl 109)

— Tu és sacerdote eternamente segundo a ordem do rei Melquisedec!


— Palavra do Senhor ao meu Senhor: “Assenta-te ao lado meu direito até que eu ponha os inimigos teus como escabelo por debaixo de teus pés!”

— O Senhor estenderá desde Sião vosso cetro de poder, pois Ele diz: “Domina com vigor teus inimigos;

— tu és príncipe desde o dia em que nasceste; na glória e esplendor da santidade, como o orvalho, antes da aurora, eu te gerei!” Jurou o Senhor e manterá sua palavra: “Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem do rei Melquisedec!”6Ao saírem, os fariseus com os partidários de Herodes, imediatamente tramaram, contra Jesus, a maneira como haveriam de matá-lo.

Celebramos a 21 de janeiro



Santa Inês - virgem e mártir (memória)




"Quem não carrega a sua cruz e não vem após mim, não pode ser meu discípulo" Lc 14,27 

A Igreja venera hoje uma santa muito conhecida e amada: Santa Inês. 
Ela é, sem dúvida, a mais famosa de todas as virgens e mártires dos primeiros tempos do cristianismo. Viveu por volta de 304-306. Sua lembrança e seu culto nunca foram interrompidos. 
Na idade de treze anos, recebeu uma proposta de casamento por parte do filho do prefeito de Roma, apaixonado pela sua beleza. Inês pertencia à nobreza romana. Mas era, acima de tudo, cristã. E queria dar a Cristo todos os seus dons, juntamente com a vida. 
Conta a história que, por vingança, ela foi condenada à fogueira. E o povo acrescenta que o fogo não tocou nem mesmo os seus longos e belos cabelos. Decidiram então os algozes decepar-lhe a cabeça. Só então ela morreu. Ou melhor, não morreu, mas passou definitivamente para a verdadeira Vida, com Cristo, no Reino do Pai. 
O Papa São Dâmaso escreveu sobre Santa Inês, exaltando-lhe as virtudes e propondo-a como modelo para as jovens cristãs de todos tempos. 

O Evangelho, bem o sabemos, leva os jovens a fazerem a sua grande opção. Tudo receberam de Deus! Tudo a Deus podem dar! 

Bebê curada de um tumor por intercessão de Santo Antônio


Um milagre. De Santo Antônio. Nem os médicos sabem explicar o que aconteceu, diante de exames e relatórios, repetidos inúmeras vezes com o mesmo diagnóstico: Kairyn teria nascido com uma terrível doença no cérebro, que lhe dava poucas esperanças de sobrevivência.
 
Pelo menos até 13 de junho de 2014, quando as coisas mudaram. Segundo os pais, graças à intercessão de Santo Antônio, a quem tanto haviam invocado durante a difícil gravidez.
 
Quando Kairyn ainda era um feto, sua mãe foi submetida a uma primeira ecografia. E então veio o veredicto: a menina tinha uma mancha muito feia na parte direita do rosto. O ginecologista encaminhou os pais a um colega especialista de Verona.
 
O segundo exame não apenas confirmou o diagnóstico, senão que mostrou um quadro clínico ainda mais grave: além da má-formação, havia uma infecção em curso, que colocava em risco a vida da menina e também a da mãe.
 
A última viagem à Bolonha
 
Por conselho dos médicos, o casal decidiu ouvir um novo parecer, o de um especialista em Bolonha. Mas a espera pela consulta deveria durar pelo menos dois meses. Então, a avó da menina se confiou àoração, dirigindo-se a Santo Antônio.
 
Imediatamente depois, os pais voltaram a tentar pedir uma consulta com o médico de Bolonha. A secretária informou que um paciente havia cancelado sua consulta e havia uma vaga – precisamente no dia 13 de junho, festa de Santo Antônio de Pádua.
 

Precisamente nesse dia, 13 de junho, a caminho de Bolonha, a família decidiu parar um momento para rezar a Santo Antônio. Ao chegar ao hospital de Bolonha, com grandíssima surpresa dos próprios médicos, a pequena não tinha mais nenhuma lesão cerebral.
 
Segundo publicou La Nuova Venezia em 12 de janeiro, o Pe. Enzo Poiana, reitor da Basílica de Santo Antônio de Pádua, quis contar a história da menina aos fiéis presentes na missa desse dia. Obviamente, o sacerdote usou toda a cautela possível, pois, nestes casos, a Igreja precisa de inúmeros controles e verificações antes de reconhecer um milagre.
(site Aleteia)

20 de janeiro. São Sebastião

SÃO SEBASTIÃO

Sebastião, filho de família militar e nobre, era oriundo de Narbona, mas tinha sido educado em Milão. Chegou a ser capitão da primeira corte da guarda pretoriana. Era respeitado por todos e apreciado pelo imperador, que desconhecia sua qualidade de cristão. Cumpria a disciplina militar, mas não participava dos sacrifícios idolátricos. Além disso, como bom cristão, exercitava o apostolado entre seus companheiros, visitava e alentava os cristãos presos por causa de Cristo. Esta situação não poderia durar muito, e foi denunciado ao imperador Maximino que o obrigou a escolher entre ser seu soldado ou seguir a Jesus Cristo.

O santo escolheu a milícia de Cristo; enfurecido, o Imperador o ameaçou de morte, mas São Sebastião, convertido em soldado de Cristo pela confirmação, manteve-se firme em sua fé. Maximino o condenou a morrer flechado: os soldados do imperador o levaram ao estádio, o despiram, o amarraram a um poste e lançaram sobre el uma chuva de setas, dando-o por morto. Entretanto, seus amigos que estavam ao lado, se aproximaram, e ao vê-lo ainda com vida, o levaram para casa de uma nobre cristã romana, chamada Irene, que o manteve escondido em sua casa e curou-lhe as feridas até que ficasse restabelecido.

Seus amigos o aconselharam a se ausentar de Roma, mas o santo se negou completamente pois seu coração ardoroso do amor de Cristo, impedia que ele não continuasse anunciando a seu Senhor. Apresentou-se com valentia perante o Imperador, desconcertado porque o dava por morto, e o santo o repreendeu com energia por sua conduta de perseguir os cristãos. Maximino mandou que o açoitassem até morrer, e os soldados cumpriram desta vez sem erros a missão e atiraram seu corpo em um lamaçal. Os cristãos o recolheram e o enterraram na Via Apia, na célebre catacumba que leva o nome de São Sebastião.

O culto a São Sebastião é muito antigo; é invocado contra a peste e contra os inimigos da religião, e além disso é chamado o Apolo cristão já que é um dos santos mais reproduzidos pela arte em geral.







(Mc 2,23-28)

23Jesus estava passando por uns campos de trigo, em dia de sábado. Seus discípulos começaram a arrancar espigas, enquanto caminhavam. 24Então os fariseus disseram a Jesus: “Olha! Por que eles fazem em dia de sábado o que não é permitido?”

25Jesus lhes disse: “Por acaso, nunca lestes o que Davi e seus companheiros fizeram quando passaram necessidade e tiveram fome? 26Como ele entrou na casa de Deus, no tempo em que Abiatar era sumo sacerdote, comeu os pães oferecidos a Deus, e os deu também aos seus companheiros? No entanto, só aos sacerdotes é permitido comer esses pães”. 27E acrescentou: “O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado. 28Portanto, o Filho do Homem é senhor também do sábado”.


Responsório (Sl 110)

— O Senhor se lembra sempre da Aliança.

— Eu agradeço a Deus de todo o coração junto com todos os seus justos reunidos! Que grandiosas são as obras do Senhor, elas merecem todo o amor e admiração!

— O Senhor bom e clemente nos deixou a lembrança de suas grandes maravilhas. Ele dá o alimento aos que o temem e jamais esquecerá sua Aliança.

— Enviou libertação para o seu povo, confirmou sua Aliança para sempre. Seu nome é santo e é digno de respeito. Permaneça eternamente o seu louvor.

Recortes


Vamos, pois, à Mãe de Deus, se queremos achar Jesus.” (Santo Afonso Maria de Ligório,Glórias de Maria Santíssima, II, 6)

Folhinha


18 de jan. de 2015

Semana que começa, vida que recomeça!

O pecado e a graça,
a morte e a vida,
a vitória e a derrota,
a conquista e perda...




A Ti, Senhor, tudo
A mim, nada.
A Ti, meu ser e minha pequenez
A mim, basta Tua silenciosa Presença.
(Pe Elenivaldo)

Segunda-feira da 2ª semana do Tempo Comum

 (Mc 2,18-22)





Naquele tempo, 18os discípulos de João Batista e os fariseus estavam jejuando. Então, vieram dizer a Jesus: “Por que os discípulos de João e os discípulos dos fariseus jejuam, e os teus discípulos não jejuam?”

19Jesus respondeu: “Os convidados de um casamento poderiam, por acaso, fazer jejum, enquanto o noivo está com eles? Enquanto o noivo está com eles, os convidados não podem jejuar. 20Mas vai chegar o tempo em que o noivo será tirado do meio deles; aí, então, eles vão jejuar.

21Ninguém põe um remendo de pano novo numa roupa velha; porque o remendo novo repuxa o pano velho e o rasgão fica maior ainda. 22Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo em odres novos”.



Comentário do dia: Beato Jan van Ruysbroeck (1293-1381), cônego regular. Núpcias espirituais, prólogo

«O Esposo está com eles»


«Olhai, aí vem o Esposo; saí a recebê-lo» (Mt 25,6). […] Este Esposo é Cristo, e a esposa é a natureza humana criada por Deus «à sua imagem e semelhança» (Gn 1,26). No princípio, Deus colocou-a no lugar mais digno, mais belo, mais rico e mais fértil da terra, o Paraíso. Deus apresentou-lhe todas as criaturas, que tinha decorado com graça, e deu-lhe uma ordem, de tal maneira que, observando-a, ela tivesse assegurada para sempre a união estável e fiel com o seu Esposo, livre de castigos, de sofrimentos e de privações.

Foi então que veio o maligno, o inimigo infernal, cheio de ciúmes da esposa; tomou a aparência de uma serpente astuta, enganou a mulher, e juntos enganaram o homem – e com ele toda a natureza humana. Desta forma, pelos seus maus conselhos, o inimigo fascinou a natureza humana, a esposa de Deus, que foi exilada em terra estrangeira, pobre e miserável, cativa e oprimida. […]

Mas, quando Deus viu que tinha chegado a hora e quando os sofrimentos da sua amada O encheram de pena, enviou o seu único Filho à terra […], ao seio da Virgem Maria. E assim, o Filho desposou a sua noiva, a nossa natureza, unindo-a à sua Pessoa.


Responsório (Sl 109)

— Tu és sacerdote eternamente segundo a ordem do rei Melquisedec!

— Palavra do Senhor ao meu Senhor: “Assenta-te ao lado meu direito até que eu ponha os inimigos teus como escabelo por debaixo de teus pés!”

— O Senhor estenderá desde Sião vosso cetro de poder, pois Ele diz: “Domina com vigor teus inimigos;

— tu és príncipe desde o dia em que nasceste; na glória e esplendor da santidade, como o orvalho, antes da aurora, eu te gerei!”

— Jurou o Senhor e manterá sua palavra: “Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem do rei Melquisedec!”

Mais de 6 milhões presentes na Missa campal em Manila

MANILA, 18 Jan. 15/ (ACI/EWTN Noticias).- 

É oficial. A missa que celebrou o Papa Francisco no Parque Rizal este domingo na Manila (Filipinas) congregou entre 6 e 7 milhões de pessoas, convertendo-se assim no evento mais multitudinário já presidido por um Pontífice.

A informação sobre o novo recorde foi divulgada pelo Diretor da Sala Stampa do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, em coletiva de imprensa logo depois da multitudinária Eucaristia deste domingo.

O sacerdote jesuíta disse que “a cifra oficial (de assistentes à Missa) que nos deram está entre 6 e 7 milhões”.

Não só o Parque Rizal estava cheio de gente, mas também várias das ruas vizinhas, onde os milhões de filipinos pugnavam por poder ver, ainda que de longe, o Pontífice na capital Manila.

O Pe. Lombardi disse ainda que com esta quantidade de fiéis presentes à Missa, “este é maior evento da história dos Papas”.

O recorde anterior também estava nas Filipinas, com um aproximado de entre 4 e 5 milhões de pessoas que estiveram junto a São João Paulo II na Missa de encerramento da Jornada Mundial da Juventude em Manila em 1995.

Na Eucaristia, que se desenvolveu sob uma intensa chuva, a qual não desanimou os presentes, o Santo Padre animou os filipinos a não deixar-se convencer pelo demônio, o “pai da mentira” e a ser como crianças, para cumprir com a especial vocação de serem os evangelizadores da Ásia.

Recortes


«É possível, mesmo no mercado ou durante um passeio solitário, fazer oração frequente e fervorosa; sentados na vossa loja, a tratar de compras e vendas, até mesmo a cozinhar» (São João Crisóstomo, De Anna, sermo 4, 6)

17 de jan. de 2015

PARÓQUIA SANTA LUZIA NESTE DOMINGO, 18 JAN


Nunca deixem de sonhar...


"Descansar, rezar e sonhar (...)


Não é possível uma família que não sonha. Todo pai e toda mãe sonham seu filho, durante nove meses! Não percam a capacidade de sonhar. Pensemos num casal; sonhemos com sua bondade... Por isso, é muito importante recuperar o amor através dos sonhos de todos os dias. Nunca deixem de ser namorados!" (Papa Francisco. Filipinas, 17/1/2015)

Recortes


“Renuncie aos desejos e encontrará o que seu coração deseja.” São João da Cruz (1542-1591)

2º Domingo do Tempo Comum - Ano B

(Jo 1,35-42)





Naquele tempo, 35João estava de novo com dois de seus discípulos 36e, vendo Jesus passar, disse: “Eis o Cordeiro de Deus!”

37Ouvindo essas palavras, os dois discípulos seguiram Jesus.

38Voltando-se para eles e vendo que o estavam seguindo, Jesus perguntou: “O que estais procurando?” Eles disseram: “Rabi (que quer dizer: Mestre), onde moras?”

39Jesus respondeu: “Vinde ver”. Foram pois ver onde ele morava e, nesse dia, permaneceram com ele. Era por volta das quatro da tarde.

40André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram a palavra de João e seguiram Jesus. 41Ele foi encontrar primeiro seu irmão Simão e lhe disse: “Encontramos o Messias” (que quer dizer: Cristo).

42Então André conduziu Simão a Jesus. Jesus olhou bem para ele e disse: “Tu és Simão, filho de João; tu serás chamado Cefas” (que quer dizer: Pedra)


Comentário do dia: Basílio de Selêucia (?-c. 468), bispo. Sermão em louvor de Santo André, 3-4; PG 28, 1103

«André levou o irmão até Jesus»


André conhecia estas palavras de Moisés: «O Senhor, teu Deus, suscitará no meio de vós, de entre os teus irmãos, um profeta como eu; a ele deves escutar» (Dt 18,15). Ouve agora João Batista exclamar: «Eis o Cordeiro de Deus» (Jo 1,29) e, ao vê-Lo, vem espontaneamente ter com Ele: reconheceu o profeta anunciado pela profecia, e leva seu irmão até junto daquele que encontrou, mostrando a Pedro o tesouro que este não conhecia: «Encontramos o Messias, Aquele que desejamos. Esperávamos a sua vinda; contemplemo-Lo agora. Encontramos Aquele por quem a portentosa voz dos profetas nos ordenava que esperássemos. O tempo presente trouxe-nos Aquele que a graça havia anunciado, Aquele que o amor esperava ver.»

André foi então ao encontro de seu irmão Simão e partilhou com ele o tesouro da sua contemplação, conduzindo Pedro até ao Senhor. Espantosa maravilha! André não é ainda discípulo, mas tornou-se já condutor de homens. É a ensinar que ele começa a aprender e que adquire a dignidade de apóstolo: «Encontramos o Messias. Depois de tantas noites passadas sem dormir nas margens do Jordão, encontramos agora o objecto dos nossos desejos.»

Pedro estava pronto para seguir este chamamento; o irmão de André avançou cheio de fervor e de ouvido atento […]. Quando, mais tarde, Pedro vier a ter uma conduta admirável, devê-la-á ao que André houvera semeado. Mas o louvor dado a um recai igualmente sobre o outro; porque os bens de um pertencem ao outro, e um glorifica-se nos bens do outro.



Salmo Responsorial (Sl 39)

— Eu disse: “Eis que venho, Senhor!”/ Com prazer faço a vossa vontade.

— Esperando, esperei no Senhor,/ e, inclinando-se, ouviu meu clamor./ Canto novo ele pôs em meus lábios,/ um poema em louvor ao Senhor.

— Sacrifício e oblação não quisestes,/ mas abristes, Senhor, meus ouvidos;/ não pedistes ofertas nem vítimas,/ holocaustos por nossos pecados.

— E então eu vos disse: “Eis que venho!”/ Sobre mim está escrito no livro: “Com prazer faço a vossa vontade,/ guardo em meu coração vossa lei!”

— Boas-novas de vossa justiça/ anunciarei numa grande assembleia;/ vós sabeis: não fechei os meus lábios!

SANTA MISSA DIÁRIA


4 de jan. de 2015

Diminuição das atividades


Em virtude do recesso de verão, estamos diminuindo as postagens no nosso blog. A todos, obrigado pela compreensão...