Paróquia Santa Luzia
...
31 de out. de 2012
Recortes
“Se tendes confiança nEle e ânimos animosos, que Sua Majestade é muito amigo
disto, não tenhais medo de que vos falte coisa alguma” (Santa Teresa, Fundações, 27, 12)
30 de out. de 2012
Terrorista suicida explode carro-bomba em igreja católica durante a missa
Enquando muitos aqui reclamam do calor...
(Nigéria)
Pelo menos dez mortos e 145 feridos, registaram-se no domingo, 28 de outubro, na Nigéria, onde mais uma vezes uma comunidade cristã foi alvo de um atentado terrorista seguido por represálias contra muçulmanos que teriam, por sua vez, causados vítimas.
Aconteceu em Kaduna, a capital do homônimo Estado nigeriano, onde um terrorista suicida conduzindo um carro armadilhado se fez explodir contra a igreja católica de Santa Rita, onde se estava a celebrar a missa dominical.
No norte da Nigéria seguem-se há décadas conflitos de tipo étnico e econômico, mas que estão a adquirir cada vez mais características de uma violência de matriz pseudo-religiosa. Neste contexto inserem-se os ataques que há muito tempo têm como alvo as comunidades cristãs. (Fonte: L’Osservatore Romano)
27 de out. de 2012
Recortes
E quando partirmos deste mundo, “teremos que ter deixado impressa a nossa
passagem, tornando a terra um pouco mais bela e o mundo um pouco melhor.” ( Georges Chevrot, O Evangelho ao ar livre)
25 de out. de 2012
Recortes
“O que muitos combatem não é o verdadeiro Deus, mas a falsa
idéia que fizeram de Deus: um Deus que protege os ricos, que só sabe pedir e
encostar à parede, que sente inveja do nosso progresso, que espia continuamente
do alto os nossos pecados para ter o prazer de castigá-los [...].
“Deus não é assim: é justo e bom ao mesmo tempo; é Pai também
dos filhos pródigos, que deseja ver não mesquinhos e miseráveis, mas grandes,
livres, criadores do seu próprio destino.(Card. Albino Luciani/Futuro João Paulo I. Ilustríssimos senhores)
24 de out. de 2012
Recortes
“Se numa cidade se acendesse nos pontos mais díspares o fogo que
Jesus trouxe à terra, e esse fogo resistisse ao gelo do mundo pela boa vontade
dos seus habitantes, em pouco tempo teríamos a cidade incendiada de amor de
Deus. (...) O fogo que Jesus trouxe à terra é Ele próprio... (Chiara Lubich, Meditações)
23 de out. de 2012
Recortes
“Devemos convencer-nos de que o maior inimigo da rocha não é a picareta ou o
machado, nem o golpe de qualquer outro instrumento, por mais contundente que
seja: é essa água miúda, que se infiltra, gota a gota, por entre as fendas do
penhasco, até arruinar a sua estrutura.
O maior perigo para o cristão é
desprezar a luta nessas escaramuças que calam pouco a pouco na alma, até a
tornarem frouxa, quebradiça e indiferente, insensível aos apelos de Deus” (S. Josemaría Escrivá, É Cristo que passa, n. 77)
21 de out. de 2012
Um destino para nossa vida
“CERTA VEZ, há já muitos
anos, passava eu uma curta temporada de exercícios militares no povoado mais
alto de Navarra. Fazíamos esses exercícios aproveitando a pausa dos nossos
estudos. Recordo-me de que, estando naquele povoado, chamado Abaurrea, chegou ao
acampamento um jovem tenente, no seu uniforme flamante. Apresentou-se ao chefe
para que lhe dissesse qual a unidade a que estava destinado. Veio depois ter
conosco e comunicou-nos que o comandante lhe dissera que devia ir a Jaurrieta e
que lhe insinuara como a coisa mais natural do mundo que seria bom que tomasse
um cavalo e fosse nele [...]. O novato mostrava-se muito inquieto e passou todo
o jantar falando do cavalo e pedindo conselhos práticos. Então um dos presentes
disse-lhe: «O importante é montar com serenidade, com tranqüilidade, e que o
cavalo não perceba que é a primeira vez que você monta. Isso é fundamental»
[...].
No dia seguinte pela manhã, muito cedo, estava à sua espera um
soldado com o seu cavalo e com outra montaria para carregar as malas. O tenente
montou, mas, pelos vistos, o cavalo notou imediatamente que era a primeira vez
que o fazia, porque, sem mais aquelas, lançou-se num pequeno galope; depois
parou e começou a pastar num dos lados da estrada..., por mais que o tenente
puxasse das rédeas. Quando achou oportuno, continuou a caminhar pela estrada e,
de vez em quando, parava; depois começava a trotar, enquanto o cavaleiro olhava
para os lados, com cara de susto. Nessa situação, cruzou-se com ele uma equipe
de engenheiros que estava instalando um cabo de alta tensão. Um deles
perguntou-lhe:
– Para onde é que você vai?
E o tenente respondeu com grande verdade e com uma filosofia
verdadeiramente realista:
– Eu? Eu ia para Jaurrieta; o que não sei é para onde vai este
cavalo... [...].
Se nos perguntassem de repente: «Para onde é que você vai?»,
talvez nós também tivéssemos que dizer: «Eu? Eu ia para o amor, para a verdade,
para a alegria; mas não sei para onde a vida me está levando»”
(A. G. Dorronsoro, Tiempo para creer)
20 de out. de 2012
Recortes
“Quando me elogiam,
experimento a necessidade de comparar-me com o jumento que levava Cristo no dia
de Ramos. E digo de mim para mim:
«Como teriam rido do burro se, ao escutar os
aplausos da multidão, tivesse ficado cheio de soberba e tivesse começado – asno
como era – a acenar agradecimentos à direita e à esquerda!... Não vás tu cair em
semelhante ridículo...!»” (Albino Luciani/Papa João Paulo I, Ilustríssimos senhores)
18 de out. de 2012
Recortes
“Lias naquele dicionário os sinônimos de insincero: «ambíguo, ladino,
dissimulado, matreiro, astuto»... – Fechaste o livro, enquanto pedias ao Senhor
que nunca pudessem aplicar-se a ti esses qualificativos, e te propuseste
aprimorar ainda mais a virtude sobrenatural e humana da sinceridade”. (S. Josemaría Escrivá, Sulco, n. 337)
17 de out. de 2012
350 milhões de cristãos são perseguidos ou discriminados no mundo
MADRI, (ACI/Europa Press).- Um total de 350 milhões de cristãos são perseguidos ou sofrem discriminação em 90 países do mundo, dos quais 200 milhões são objeto de alguma forma de perseguição e 150 milhões vivem em países onde são descriminados, indicou o diretor da fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) na Espanha, Javier Menéndez Ros.
Neste sentido, o diretor apontou que o perfil do cristão perseguido é "muito variado", mas que em países de maioria islâmica ou onde representam um 0,1 ou 0,2 por cento do total da população, trata-se de "um cristão que vive de uma forma alegre sua fé, às escondidas às vezes, em dificuldades, mas com um imenso amor a seus irmãos de outras religiões".
Assim afirmou o encarregado durante a apresentação do relatório 'Liberdade religiosa no mundo' correspondente aos anos 2011 e 2012. Além disso, em um vídeo emitido pela apresentação do estudo, especifica-se que os cristãos supõem 75 por cento do total dos 466 milhões de fiéis perseguidos ou discriminados em todo o mundo e se destaca que, entre o ano de 2003 e 2010, os ataques terroristas contra os cristãos aumentaram em "309 por cento".
Concretamente, Menéndez Ros apontou que a liberdade religiosa, longe de melhorar nestes últimos dois anos, tem diminuído, e destacou o caso de países como Líbia, Egito ou Tunísia onde se gozava de "uma certa estabilidade política e uma certa proteção das minorias", mas que agora, como resultado da Primavera Árabe, a situação de insegurança pública levou a que muitos cristãos, como os coptos no Egito tenham tido que fugir.
Além disso, indicou que na Líbia, uma das primeiras declarações do novo governo foi a instauração da Lei Islâmica "em sua forma mais radical que afeta os direitos fundamentais de expressar publicamente o credo e de converter-se a religiões distintas ao Islã".
Sobre o caso da Síria, o responsável de comunicação da AIS, Javier Fariñas, indicou que é necessário ser "muito prudentes" porque há muito tempo existem "vai-e-vens" que fazem que o futuro do país seja "incerto", mas afirmou que a Primavera Árabe tem levado ao fim de regimes políticos muito duros, mas essa queda porém "não supôs a chegada de uma liberdade sobretudo para as minorias".
Do mesmo modo, Menéndez Ros denunciou a Lei da Blasfêmia no Paquistão e enumerou alguns países africanos que estão sofrendo uma "radicalização na expressão de seu islamismo" como o Quênia, com ataques contra Igrejas protestantes e católicas; Mali, que está convertendo-se, conforme assinalou, em um "ninho de formação terrorista que nutre a África de jihadistas, o Oriente Médio e a Ásia"; ou a Nigéria, onde são atacados não só os cristãos com atentados às Igrejas e assassinatos mas os próprios muçulmanos.
Igualmente, manifestou a falta de respeito à liberdade em geral e à religiosa em particular na China onde, conforme aponta o relatório, aumentou a pressão aos bispos para que compareçam aos atos da igreja oficial patriótica, ou APC (NdT: Associação Patriótica Chinesa: órgão subordinado ao partido comunista chinês que vem casusando rupturas com Roma pelos casos de ordenações episcopais sem mandato pontifício).
O caso da Espanha: violação aos sentimentos religiosos
Como exemplo da realidade da liberdade religiosa da Europa, citando o caso da Espanha, embora tenha advertido de que exista liberdade religiosa, Menéndez Ros sublinhou que o respeito aos símbolos e sentimentos religiosos da nação "está sendo violados sistematicamente" através de manifestações como filmes ou exposições fotográficas que, conforme precisou, "em teoria defendem a liberdade de expressão, mas na prática atacam os princípios cristãos, crenças e sensibilidades mais básicas".
Para o diretor da AIS na Espanha, esta situação é "preocupante " somando-se ao fato de que "há uma cada vez mais maior discriminação da presença dos cristãos na ordem pública" provocando uma marginalização "bastante notável".
Neste sentido, referiu-se às caricaturas sobre Maomé que ele rechaça "profundamente" assim como "qualquer ofensa a qualquer religião e qualquer dos seus símbolos".
"Não vamos responder com bombas, mas pedimos esse respeito", sublinhou.
Não obstante, destacou que, apesar de que na Europa tenha crescido o "laicismo mais agressivo", também aumentou a "conscientização" sobre a perseguição e discriminação religiosa por parte do Parlamento Europeu graças à influência de grupos católicos. Entretanto, Menéndez Ros pediu que as intenções da Eurocâmara não fiquem em "meras declarações", mas que estejam acompanhadas de medidas políticas e sanções diplomáticas e econômicas àqueles países que não respeitem a liberdade religiosa.
Neste sentido, o diretor apontou que o perfil do cristão perseguido é "muito variado", mas que em países de maioria islâmica ou onde representam um 0,1 ou 0,2 por cento do total da população, trata-se de "um cristão que vive de uma forma alegre sua fé, às escondidas às vezes, em dificuldades, mas com um imenso amor a seus irmãos de outras religiões".
Assim afirmou o encarregado durante a apresentação do relatório 'Liberdade religiosa no mundo' correspondente aos anos 2011 e 2012. Além disso, em um vídeo emitido pela apresentação do estudo, especifica-se que os cristãos supõem 75 por cento do total dos 466 milhões de fiéis perseguidos ou discriminados em todo o mundo e se destaca que, entre o ano de 2003 e 2010, os ataques terroristas contra os cristãos aumentaram em "309 por cento".
Concretamente, Menéndez Ros apontou que a liberdade religiosa, longe de melhorar nestes últimos dois anos, tem diminuído, e destacou o caso de países como Líbia, Egito ou Tunísia onde se gozava de "uma certa estabilidade política e uma certa proteção das minorias", mas que agora, como resultado da Primavera Árabe, a situação de insegurança pública levou a que muitos cristãos, como os coptos no Egito tenham tido que fugir.
Além disso, indicou que na Líbia, uma das primeiras declarações do novo governo foi a instauração da Lei Islâmica "em sua forma mais radical que afeta os direitos fundamentais de expressar publicamente o credo e de converter-se a religiões distintas ao Islã".
Sobre o caso da Síria, o responsável de comunicação da AIS, Javier Fariñas, indicou que é necessário ser "muito prudentes" porque há muito tempo existem "vai-e-vens" que fazem que o futuro do país seja "incerto", mas afirmou que a Primavera Árabe tem levado ao fim de regimes políticos muito duros, mas essa queda porém "não supôs a chegada de uma liberdade sobretudo para as minorias".
Do mesmo modo, Menéndez Ros denunciou a Lei da Blasfêmia no Paquistão e enumerou alguns países africanos que estão sofrendo uma "radicalização na expressão de seu islamismo" como o Quênia, com ataques contra Igrejas protestantes e católicas; Mali, que está convertendo-se, conforme assinalou, em um "ninho de formação terrorista que nutre a África de jihadistas, o Oriente Médio e a Ásia"; ou a Nigéria, onde são atacados não só os cristãos com atentados às Igrejas e assassinatos mas os próprios muçulmanos.
Igualmente, manifestou a falta de respeito à liberdade em geral e à religiosa em particular na China onde, conforme aponta o relatório, aumentou a pressão aos bispos para que compareçam aos atos da igreja oficial patriótica, ou APC (NdT: Associação Patriótica Chinesa: órgão subordinado ao partido comunista chinês que vem casusando rupturas com Roma pelos casos de ordenações episcopais sem mandato pontifício).
O caso da Espanha: violação aos sentimentos religiosos
Como exemplo da realidade da liberdade religiosa da Europa, citando o caso da Espanha, embora tenha advertido de que exista liberdade religiosa, Menéndez Ros sublinhou que o respeito aos símbolos e sentimentos religiosos da nação "está sendo violados sistematicamente" através de manifestações como filmes ou exposições fotográficas que, conforme precisou, "em teoria defendem a liberdade de expressão, mas na prática atacam os princípios cristãos, crenças e sensibilidades mais básicas".
Para o diretor da AIS na Espanha, esta situação é "preocupante " somando-se ao fato de que "há uma cada vez mais maior discriminação da presença dos cristãos na ordem pública" provocando uma marginalização "bastante notável".
Neste sentido, referiu-se às caricaturas sobre Maomé que ele rechaça "profundamente" assim como "qualquer ofensa a qualquer religião e qualquer dos seus símbolos".
"Não vamos responder com bombas, mas pedimos esse respeito", sublinhou.
Não obstante, destacou que, apesar de que na Europa tenha crescido o "laicismo mais agressivo", também aumentou a "conscientização" sobre a perseguição e discriminação religiosa por parte do Parlamento Europeu graças à influência de grupos católicos. Entretanto, Menéndez Ros pediu que as intenções da Eurocâmara não fiquem em "meras declarações", mas que estejam acompanhadas de medidas políticas e sanções diplomáticas e econômicas àqueles países que não respeitem a liberdade religiosa.
Recortes
“Com efeito, Deus pensou em nós desde a eternidade e amou-nos como pessoas
únicas e irrepetíveis, chamando-nos a cada um pelo nosso nome, como o bom pastor
chama pelo nome as suas ovelhas (Jo 10, 3)". (João Paulo II, Exortação Apostólica Christifideles laici)
15 de out. de 2012
Recomeçar
Várias situações na vida se entrelaçam, se misturam e, finalmente, chega um momento em que não sabemos como separar para resolver; como achar o "fio da meada". Aí pensamos: a vida é assim mesmo. E nos vemos aprisionados e perdemos energia e tempo tentando resolver a confusão. Onde tudo começou? Por que fui me envolver nisso? O que é prioridade? O que já é possível deixar de lado?
Certo tempo trabalhamos intensamente uma campanha com os jovens chamada "A vida se tece de sonhos". Ali, desde jovem seminarista, aprendi que a vida é um tecido feito com muitos fios bem entrelaçados, cuja matéria-prima são nossos sonhos. Sim, um tecido porque "a vida se tece de sonhos". Não um emaranhado confuso onde nossa identidade se perde.
Talvez por isso acredito tanto em recomeços.
Penso que quando percebemos a história de nossa vida como um tecido, veremos que não se trata de um tecido nonocromático. Tem muitas cores! Um belo mosaico porque há muitas situações vividas. Precisa ser de fios fortes, que durem por toda a eternidade.
E contemplando este tecido (ainda inacabado) vejo que ele passa por testes de qualidade. É esticado até a exaustão, é exposto aos limites do fogo e dos pesos... se resiste é sinal de que a minha vida está no caminho certo, que a matéria-prima (meus sonhos) passaram a ser linhas resistentes quanto juntadas umas às outras e a isso posso chamar minha vida. Minha história.
Sou, na verdade, um produto do amor Daquele que primeiro sonhou. E mesmo que as situações se entrelacem e pareçam se confundir num primeiro momento, tenhamos a confiança e saibamos esperar. Mas não fiquemos eternamente presos, afinal, sempre é tempo de recomeçar.
Um semana de paz, confiança e serenidade para todos nós.
Pe Elenivaldo Santos.
14 de out. de 2012
REZEMOS POR TODOS OS EDUCADORES...
Ó Divino Espírito Santo,
abençoai e protegei todos os professores.
A eles confiastes a missão de educar.
Com bom exemplo e sábias palavras
eles espalham as sementes do bem,
o gosto pela vida e a esperança
de um mundo melhor.
Vinde em socorro de suas
necessidades materiais e espirituais.
Nas horas de aborrecimento
sustentai-os com vossa força.
Dai-lhes paciência e perseverança
em sua valiosa obra educativa.
Ó Espírito de sabedoria,
iluminai a mente e o coração
dos nossos professores,
a fim de que sejam
apoio seguro e luz verdadeira
a orientar-nos pelos
caminhos da vida.
Amém!
A eles confiastes a missão de educar.
Com bom exemplo e sábias palavras
eles espalham as sementes do bem,
o gosto pela vida e a esperança
de um mundo melhor.
Vinde em socorro de suas
necessidades materiais e espirituais.
Nas horas de aborrecimento
sustentai-os com vossa força.
Dai-lhes paciência e perseverança
em sua valiosa obra educativa.
Ó Espírito de sabedoria,
iluminai a mente e o coração
dos nossos professores,
a fim de que sejam
apoio seguro e luz verdadeira
a orientar-nos pelos
caminhos da vida.
Amém!
Recortes
“A oração não é um problema de falar ou de sentir, mas de amar. E ama-se quando
se faz o esforço de tentar dizer alguma coisa ao Senhor, ainda que não se diga
nada.” ( Josemaría Escrivá, Sulco, n. 464)
12 de out. de 2012
Recortes
“«Virgem Imaculada, bem sei que sou um pobre miserável, que não faço mais do que
aumentar todos os dias o número dos meus pecados...» Disseste-me noutro dia que
falavas assim com a Nossa Mãe.
E aconselhei-te, com plena segurança, que rezasses o terço:
bendita monotonia de ave-marias, que purifica a monotonia dos teus pecados!” (São Josemaría Escrivá, Sulco, n. 475)
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