Paróquia Santa Luzia

Paróquia Santa Luzia
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28 de mai. de 2013

Recortes

Conta-se da vida de São Tomás de Aquino que um dia o Senhor lhe disse: “Escreveste bem sobre mim, Tomás. Que recompensa desejas?” O Santo respondeu: “Nada senão Vós mesmo, Senhor”. Nós também não queremos outra coisa. 

(colaboração site falar com Deus)

Terça-feira da 8ª semana do Tempo Comum

Evangelho Mc 10,28-31
Naquele tempo, 28começou Pedro a dizer a Jesus: “Eis que nós deixamos tudo e te seguimos”. 29Respondeu Jesus: “Em verdade vos digo, quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e do Evangelho, 30receberá cem vezes mais agora, durante esta vida — casa, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições — e, no mundo futuro, a vida eterna. 31Muitos que agora são os primeiros serão os últimos. E muitos que agora são os últimos serão os primeiros”.

Comentário do dia São Bernardo (1091-1153), monge cisterciense, doutor da Igreja. Sermões sobre o Cântico dos Cânticos nº 37, 2-5

«Cem vezes mais agora»
«Semeai a justiça, diz o Senhor, e recolhei a esperança da vida.» Mas não te remete para o último dia, em que tudo vos será dado realmente e já não através da esperança; Ele fala do presente. Na verdade a nossa alegria será grande, infinita, quando começar a verdadeira vida. Mas desde já a esperança duma tão grande alegria não pode acontecer sem alegria: «Sedes alegres na esperança», diz o apóstolo Paulo (Rm 12,12). E David não diz que estará na alegria mas que já a experimentou no dia em que esperou entrar na casa do Senhor (cf Sl 122,1). Ainda não possuía a vida, mas já tinha colhido a esperança da vida: experimentou a verdade da Escritura que diz que, não apenas a recompensa, mas a «expectativa dos justos dá alegria» (Pr 10,28). Esta alegria acontece na alma daquele que semeou a justiça pela convicção que tem de que os seus pecados foram perdoados. [...]
    

Quem quer que, de entre vós, após o início amargo da conversão, tem a felicidade de se sentir aliviado pela esperança dos bens que espera [...], já recolheu, desde esse momento, o fruto das suas lágrimas. Esse viu Deus e ouvi-O dizer: «Dai-lhe do fruto das suas mãos» (Pr 31,31). Como é que aquele que «saboreou e viu como o Senhor é bom» (cf Sl 34,9) pode deixar de ver a Deus? O Senhor Jesus é suave e amável para àquele que recebe dele, não apenas a remissão dos pecados, mas também o dom da santidade e, ainda melhor, a promessa da vida eterna. Feliz daquele que fez tão bela colheita. [...] O profeta diz em verdade: «Aqueles que semeiam em lágrimas, recolherão com alegria» (Sl 126,5). [...] Nenhum lucro nem honraria terrestre nos parecerá acima da nossa esperança e dessa alegria de esperar, já desde agora profundamente enraizada nos nossos corações: «Ora a esperança não engana, porque o amor de Deus foi derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado» (Rm 5,5).


Responsório (Sl 49)

— A todos que procedem retamente, eu mostrarei a salvação que vem de Deus.

— A todos que procedem reta­mente, eu mostrarei a salvação que vem de Deus.
— “Reuni à minha frente os meus eleitos, que selaram a Aliança em sacrifícios!” Testemunha o próprio céu seu julgamento, porque Deus mesmo é juiz e vai julgar.
— “Escuta, ó meu povo, eu vou falar; ouve, Israel, eu testemunho contra ti: Eu, o Senhor, somente eu, sou o teu Deus! Eu não venho censurar teus sacrifícios, pois sempre estão perante mim teus holocaustos.
— Imola a Deus um sacrifício de louvor e cumpre os votos que fizeste ao Altíssimo. Quem me oferece um sacrifício de louvor, este sim é que me honra de verdade. A todo homem que procede retamente, eu mostrarei a salvação que vem de Deus.

27 de mai. de 2013

Recortes

A palavra de Deus pode chegar-lhe com o furacão ou com a brisa (1 Re 19, 22). P. Rodriguez, Fé e vida de fé,

Segunda-feira da 8ª semana do Tempo Comum

Evangelho Mc 10,17-27
Naquele tempo, 17quando Jesus saiu a caminhar, veio alguém correndo, ajoelhou-se diante dele, e perguntou: “Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna?”

18Jesus disse: “Por que me chamas de bom? Só Deus é bom, e mais ninguém. 19Tu conheces os mandamentos: não matarás; não cometerás adultério; não roubarás; não levantarás falso testemunho; não prejudicarás ninguém; honra teu pai e tua mãe!”

20Ele respondeu: “Mestre, tudo isso tenho observado desde a minha juventude”. 21Jesus olhou para ele com amor, e disse: “Só uma coisa te falta: vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me!”
22Mas quando ele ouviu isso, ficou abatido e foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico. 23Jesus então olhou ao redor e disse aos discípulos: “Como é difícil para os ricos entrar no Reino de Deus!”

24Os discípulos se admiravam com estas palavras, mas ele disse de novo: “Meus filhos, como é difícil entrar no Reino de Deus! 25É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus!”

26Eles ficaram muito espantados ao ouvirem isso, e perguntavam uns aos outros: “Então, quem pode ser salvo?” 27Jesus olhou para eles e disse: “Para os homens isso é impossível, mas não para Deus. Para Deus tudo é possível”.


Comentário do dia São Clemente de Alexandria (150-c. 215), teólogo. Homilia «Os ricos podem salvar-se?»
«Bom Mestre, que devo fazer para alcançar a vida eterna?»

Ignorar a Deus é morrer; pois a vida reside apenas em conhecê-Lo, viver Nele, amá-Lo e procurar assemelhar-se a Ele. Se quereis a vida eterna, [...] procurai antes de mais conhecê-Lo, ainda que «ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho quiser revelá-Lo» (Mt 11,27). Em Deus, conhecei a grandeza do Redentor e a Sua graça inestimável; pois, diz o apóstolo João, «a lei foi dada por Moisés, a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo» (1,17). [...] Se a Lei de Moisés pudesse dar-nos a vida eterna, porque teria o nosso Salvador vindo ao mundo e sofrido por nós, desde o nascimento até à morte, percorrendo toda uma vida humana? Porque se teria este jovem, que tão bem cumpria desde a juventude os mandamentos da Lei, lançado aos Seus pés para Lhe pedir a imortalidade?


Este jovem observava a Lei na sua totalidade, e a ela se ligara desde a juventude. [...] Mas percebe bem que, se nada falta à sua virtude, lhe falta contudo a vida. É por isso que vem pedi-la Àquele que pode dar-lha; está seguro de estar em regra com a Lei, mas nem por isso deixa de implorar ao Filho de Deus. [...] As amarras da Lei não o defendem adequadamente das oscilações do navio, pelo que ele deseja abandonar esta navegação perigosa e lançar âncora no porto do Salvador.


Jesus não lhe censura a falta de cumprimento da Lei, mas olha-o com afecto, emocionado com a sua aplicação de bom aluno. Contudo, diz-lhe que é ainda imperfeito [...]: é bom trabalhador da Lei, mas preguiçoso para a vida eterna. A Lei santa é como um pedagogo que orienta para os mandamentos perfeitos de Jesus (Ga 3,24) e para a Sua graça. Jesus é «o cumprimento da lei, para justificar todo aquele que crê Nele» (Rm 10,4).



Responsório (Sl 31)
— Ó justos, alegrai-vos no Senhor!
— Feliz o homem que foi perdoado e cuja falta já foi encoberta! Feliz o homem a quem o Senhor não olha mais como sendo culpado, e em cuja alma não há falsidade!
— Eu confessei, afinal, meu pecado, e minha falta vos fiz conhecer. Disse: “Eu irei confessar meu pecado!” E perdoastes, Senhor, minha falta.
— Todo fiel pode, assim, invocar-vos, durante o tempo da angústia e aflição, porque, ainda que irrompam as águas, não poderão atingi-lo jamais.
— Sois para mim proteção e refúgio; na minha angústia me haveis de salvar, e envolvereis a minha alma no gozo da salvação que me vem só de vós.

25 de mai. de 2013

Beatificado padre assassinado pela máfia italiana




Palermo (RV) – Neste sábado, 25, na presença de 80 mil fiéis de todas as partes do país para a beatificação do Padre Pino Puglisi, pároco do bairro de Brancaccio assassinado pela máfia em 1993. 

“O martírio de Padre Puglisi – diz o Cardeal Paolo Romeo – exorta à educação das consciências e a Igreja deve estar na linha de frente. E esta é a grandeza do martírio do padre, morto porque formava as consciências, construía a comunidade paroquial e ajudava as pessoas a saírem de mecanismos que as escravizam. E isto, evidentemente, incomodava”. 

A celebração eucarística, com a participação de 40 bispos, 750 presbíteros e 70 diáconos, foi presidida pelo Cardeal Paolo Romeo, enquanto o rito de beatificação ficou por conta do Cardeal Salvatore De Giorgi, enviado do Papa Francisco.



Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va

Evangelho do domingo 26 maio 2013

Papa Francisco: quem se aproxima da Igreja deve encontrar portas abertas e não fiscais da fé

Rádio Vaticana

  

Na missa desta manhã (25/5) na Capela da Casa de Santa Marta o Papa Francisco refletiu na sua homilia, através do Evangelho do dia, sobre a abertura e disponibilidade que devemos ter enquanto crentes, em particular os sacerdotes, enquanto facilitadores da fé. No Evangelho Cristo chama a atenção dos discípulos para o facto de estes estarem a afastar as crianças que as pessoas levavam para o Senhor as abençoar. Jesus tocava em todos, a todos recebia e abraçava. E o Santo Padre até contou uma pequena história:

O Papa citou o episódio do cego de Jericó que gritava por Jesus. E as pessoas não queriam que ele gritasse pois ia contra o as normas, as regras, enfim o protocolo. E recordou que quantas vezes quando numa paróquia as pessoas são acolhidas friamente , mesmo por leigos, em muitos casos quase tecnicamente, sem que suscite a quem acolhe uma reação de alegria perante um irmão na fé que ali se apresenta para celebrar um batismo, um matrimônio ou fazer uma inscrição na catequese. Apropriamo-nos um pouco do Senhor e os outros que sigam as nossas regras… O Santo Padre a terminar deu um outros exemplo:

“ Pensai numa mãe-solteira que vai à Igreja, à paróquia e diz ao secretário: Quero batizar o meu menino. E quem a acolhe diz-lhe: Não tu não podes porque não estás casada. Atentemos que esta rapariga que teve a coragem de continuar com uma gravidez o que é que encontra? Uma porta fechada. Isto não é zelo! Afasta as pessoas do Senhor! Não abre as portas! E assim quando nós seguimos este caminho e esta atitude, não estamos o bem às pessoas, ao Povo de Deus. Jesus instituiu 7 sacramentos e nós com esta atitude instituímos o oitavo: o sacramento da alfândega pastoral.

Recortes

“Ó meu Deus, Trindade Santíssima! Extraí do meu pobre ser o máximo rendimento para a vossa glória e fazei de mim o que quiserdes no tempo e na eternidade. Que eu jamais levante o menor obstáculo voluntário à vossa ação transformadora [...]. Segundo a segundo, com intenção sempre atual, quereria oferecer-vos tudo quanto sou e tenho; e que a minha pobre vida fosse, em união íntima com o Verbo Encarnado, um sacrifício incessante de louvor de glória à Santíssima Trindade [...] (Irmã Isabel da Trindade, Elevación a la Santísima Trinidad)

Domingo da Santíssima Trindade


A festa que hoje celebramos não é um convite a decifrar o mistério que se esconde por detrás de "um Deus em três pessoas"; mas é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor.


A primeira leitura sugere-nos a contemplação do Deus criador. A sua bondade e o seu amor estão inscritos e manifestam-se aos homens na beleza e na harmonia das obras criadas (Jesus Cristo é "sabedoria" de Deus e o grande revelador do amor do Pai).

A segunda leitura, convida-nos a contemplar o Deus que nos ama e que, por isso, nos "justifica", de forma gratuita e incondicional. É através do Filho que os dons de Deus/Pai se derramam sobre nós e nos oferecem a vida em plenitude.

O Evangelho convoca-nos, outra vez, para contemplar o amor do Pai, que se manifesta na doação e na entrega do Filho e que continua a acompanhar a nossa caminhada histórica através do Espírito. A meta final desta "história de amor" é a nossa inserção plena na comunhão com o Deus/amor, com o Deus/família, com o Deus/comunidade.



www.ecclesia.pt/ Evangelho Quotidiano


Santíssima Trindade – Domingo 26/05/13

Evangelho Jo 16,12-15

Naquele tempo, disse Jesus:
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:
12“Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender agora.

13Quando, porém, vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade. Pois ele não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido; e até as coisas futuras vos anunciará.

14Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e vo-lo anunciará. 15Tudo o que o Pai possui é meu. Por isso, disse que o que ele receberá e vos anunciará, é meu”.


MEDITAÇÃO DO DIA FEITA POR: FRANCISCO F. CARVAJAL. (SITE: FALAR COM DEUS)

A Igreja celebra hoje o mistério central da nossa fé, a Santíssima Trindade, fonte de todos os dons e graças, mistério inefável da vida íntima de Deus. A liturgia da Missa convida-nos a chegar ao trato íntimo com cada uma das Três Divinas Pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. A festa foi estabelecida para todo o Ocidente em 1334 pelo Papa João XXII, e ficou fixada para o domingo depois da vinda do Espírito Santo.

TIBI LAUS, tibi gloria, tibi gratiarum actio... “A Ti o louvor, a Ti a glória, a Ti a ação de graças pelos séculos dos séculos, ó Trindade Beatíssima” (Triságio Angélico).
Depois de ter renovado os mistérios da salvação – desde o nascimento de Cristo em Belém até a vinda do Espírito Santo no dia de Pentecostes –, a liturgia propõe-nos o mistério central da nossa fé: a Santíssima Trindade, fonte de todos os dons e graças, mistério inefável da vida íntima de Deus.
Pouco a pouco, com uma pedagogia divina, Deus foi manifestando a sua realidade íntima, foi-nos revelando como Ele é em si, independente de todas as coisas criadas. No Antigo Testamento, dá a conhecer sobretudo a Unidade do seu Ser, bem como a sua completa distinção do mundo e o seu modo de relacionar-se com ele, como Criador e Senhor. Ensina-nos de muitas maneiras que é incriado, que não está limitado a um espaço (é imenso), nem ao tempo (é eterno). O seu poder não tem limites (é onipotente):Reconhece, pois, e medita hoje no teu coração – convida-nos a liturgia – que o Senhor é o único Deus desde o alto dos céus até ao mais profundo da terra, e que não há outro. Somente Tu, Senhor.
O Antigo Testamento proclama sobretudo a grandeza de Javé, único Deus, Criador e Senhor de todo o Universo. Mas também revela-o como pastor que busca o seu rebanho, que cuida dos seus com mimo e ternura, que perdoa e esquece as freqüentes infidelidades do Povo eleito... Ao mesmo tempo, vai manifestando a paternidade de Deus Pai, a Encarnação de Deus Filho, que é anunciada pelos profetas, e a ação do Espírito Santo, que vivifica todas as coisas.
Mas é Cristo quem nos revela a intimidade do mistério trinitário e o convite para que participemos dele. Ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revela. Ele revelou-nos também a existência do Espírito Santo junto com o Pai e enviou-o à Igreja para que a santificasse até o fim dos tempos; e revelou-nos a perfeitíssima Unidade de vida entre as Pessoas divinas.
O mistério da Santíssima Trindade é o ponto de partida de toda a verdade revelada e a fonte de que procede a vida sobrenatural e para a qual nos encaminhamos: somos filhos do Pai, irmãos e co-herdeiros do Filho, santificados continuamente pelo Espírito Santo para nos assemelharmos cada vez mais a Cristo. Assim crescemos no sentido da nossa filiação divina. Assim nos convertemos em templos vivos da Santíssima Trindade.
Por ser o mistério central da vida da Igreja, a Santíssima Trindade é continuamente invocada em toda a liturgia. Fomos batizados em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, e em seu nome perdoam-se os pecados; ao começarmos e ao terminarmos muitas orações, dirigimo-nos ao Pai, por mediação de Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo. Muitas vezes ao longo do dia, nós, os cristãos, repetimos: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
“– Deus é meu Pai! – Se meditares nisto, não sairás dessa consoladora consideração.
“– Jesus é meu Amigo íntimo! (outra descoberta), que me ama com toda a divina loucura do seu Coração.
“– O Espírito Santo é meu Consolador!, que me guia nos passos de todo o meu caminho.
“Pensa bem nisso. – Tu és de Deus..., e Deus é teu” (Josemaría Escrivá, Forja, n. 2;).

Responsório (Sl 8)

— Ó Senhor, nosso Deus, / como é grande vosso nome /por todo o universo!
— Ó Senhor, nosso Deus, /como é grande vosso nome /por todo o universo!
— Contemplando estes céus que plasmastes/ e formastes com dedos de artista;/ vendo a lua e estrelas brilhantes, perguntamos: /”Senhor, que é o homem,/ para dele assim vos lembrardes/ e o tratardes com tanto carinho?”
— Pouco abaixo de Deus o fizestes,/ coroando-o de glória e esplendor;/ vós lhe destes poder sobre tudo,/ vossas obras aos pés lhe pusestes:
— as ovelhas, os bois, os rebanhos,/ todo o gado e as feras da mata;/ passarinhos e peixes dos mares,/ todo ser que se move nas águas.


Próxima terça-feira na Matriz Santa Luzia


24 de mai. de 2013

7ª Semana do Tempo Comum – Sábado

Evangelho Mc 10,13-16
Naquele tempo, 13traziam crianças para que Jesus as tocasse. Mas os discípulos as repreendiam. 14Vendo isso, Jesus se aborreceu e disse: “deixai vir a mim as crianças. Não as proibais, porque o Reino de Deus é dos que são como elas.

15Em verdade vos digo: quem não receber o Reino de Deus como uma criança, não entrará nele”. 16Ele abraçava as crianças e as abençoava, impondo-lhes as mãos.



MEDITAÇÃO DO EVANGELHO: SITE Francisco F. Carvajal. "Falar com Deus"



EM VÁRIAS OCASIÕES, o Evangelho mostra-nos como as crianças se aproximavam de Jesus, e como Jesus as acolhia, as abençoava e as apontava como exemplo aos seus discípulos. Hoje fala-nos uma vez mais da necessidade de nos fazermos como um daqueles pequeninos para entrarmos no seu Reino: Em verdade vos digo: quem não receber o reino de Deus como uma criança, não entrará nele. E abraçando-as, abençoava-as, impondo-lhes as mãos.

Nestas crianças que Jesus abraça e abençoa estão representadas não apenas todas as crianças do mundo, mas também os homens todos, a quem o Senhor indica como devem “receber” o Reino de Deus.
Jesus ilustra assim de modo expressivo a doutrina essencial da filiação divina: Deus é nosso Pai e nós somos seus filhos; o nosso comportamento resume-se em sabermos tornar realidade o relacionamento de um bom filho com um bom pai. É fomentarmos o sentido de dependência para com o Pai do Céu e o abandono confiante na sua providência amorosa, à semelhança de um menino que confia no seu pai; é a humildade de reconhecermos que, por nós, não podemos nada; é a simplicidade e a sinceridade que nos hão de levar a mostrar-nos tal como somos.
Tornarmo-nos interiormente crianças, sendo pessoas maduras, pode ser uma tarefa difícil: exige energia e firmeza de vontade, bem como um grande abandono em Deus. “A infância espiritual não é idiotice espiritual nem moleza piegas; é caminho sensato e rijo que, por sua difícil facilidade, a alma tem que empreender e prosseguir levada pela mão de Deus” (S. Josemaría Escrivá, Caminho, n. 855).

Aniversário da Paróquia

Agradecemos a todas as pessoas que trabalharam na festa do aniversário da Paróquia.
Sabemos que é por amor, por isso mesmo o valor é ainda maior.
Parabéns paróquia Santa Luzia.





Mãe Auxiliadora

















Mãe amorosa da Igreja vem ser nosso auxílio

33 ANOS









24 de maio, 33 anos de criação da Paróquia
Foi no dia 24 de maio de 1980 que Dom Fernando Gomes dos Santos assinou o decreto de criação da paróquia Santa Luzia. São 33 anos de história. 

Agradecemos a Deus por todas as lideranças, colaboradores, administradores e membros que compõem esta porção do Povo de Deus que está no conjunto Novo Horizonte e nas quatro comunidades.

LOUVEMOS AO SENHOR...

24 de maio - 19h30


24 de maio - Dia de Orações pelos católicos da China





VATICANO, (ACI).- Com motivo da celebração nesta sexta-feira 24 de maio da festa de Maria Auxiliadora - venerada de maneira especial no Santuário de Sheshan, em Shanghai (China)- o Papa Francisco pediu aos católicos que rezem pelos irmãos e irmãs dessa nação asiática onde os fiéis sofrem perseguição.

"Convido todos os católicos no mundo a unir-se em oração com nossos irmãos e irmãs que estão na China, para implorar a Deus a graça de anunciar com humildade e com alegria Cristo, morto e ressuscitado, de ser fiéis à sua Igrejae ao Sucessor de Pedro e de viver a vida cotidiana no serviço ao seu país e aos seus concidadãos de uma maneira coerente com a fé que professam", exortou.

Ante os milhares de fiéis reunidos na Praça São Pedro, o Pontífice disse "fazendo nossas algumas das palavras da oração a Nossa Senhora de Sheshan, eu gostaria de invocar com vocês a Maria assim: ´Nossa Senhora de Sheshan, alenta o compromisso de quantos na China, em meio das fadigas cotidianas, continuam acreditando, esperando e amando, para que nunca tenham medo de falar de Jesus ao mundo e do mundo a Jesus´".

Esta frase faz parte de uma oração composta pelo Bispo Emérito de Roma,Bento XVI que acompanhava uma carta com data 27 de maio, Solenidade de Pentecostes no ano 2007, dirigida aos Bispos, Presbíteros, pessoas consagradas e fiéis leigos da Igreja Católica na República Popular da China.

Para finalizar o momento de oração, o Papa pediu "que Maria, a Virgem fiel, ajude os católicos chineses, faça cada vez mais preciosos aos olhos do Senhor seus não fáceis compromissos e que faça crescer o afeto e a participação da Igreja que está na China no caminho da Igreja universal".

O governo permite o culto católico unicamente à Associação Patriótica Católica Chinesa, ajudante do Partido Comunista da China, e rechaça a autoridade do Vaticano para nomear bispos ou governá-los. A Igreja Católica fiel ao Papa não é completamente clandestina; embora seja assediada constantemente.

As relações diplomáticas entre a China e o Vaticano se romperam em 1951, dois anos depois da chegada ao poder dos comunistas que expulsaram os clérigos estrangeiros

Campanha pela liberdade do bispo chinês dom Ma Daqin

Privação de liberdade do bispo se arrasta há dez meses

O bispo chinês dom Ma Daqin está preso desde o dia seguinte à sua ordenação episcopal. Por este motivo, a Associação Enraizados e o Observatório da Liberdade Religiosa, ambos da Espanha, lançaram uma campanha de coleta de assinaturas para pedir às autoridades espanholas que intercedam junto ao governo chinês pela libertação do bispo.

Dom Tadeu Ma Daqin foi ordenado bispo auxiliar de Xangai em 7 de julho de 2012. Durante a ordenação, o bispo declarou que renunciaria aos seus cargos na Igreja Patriótica, que é controlada pelo Estado chinês.

A resposta do governo chinês não tardou. Dom Ma Daqin está privado de liberdade desde o dia 8 de julho do ano passado. Durante os meses transcorridos desde então, a situação só foi se agravando. A Associação Patriótica Católica Chinesa (APCCh) e a Conferência dos Bispos Católicos da China, que depende dela, pediram a cabeça de Ma Daqin e declararam que “retiram a sua aprovação para o episcopado”.

Diante deste quadro, a Associação Enraizados e o Observatório da Liberdade Religiosa e de Consciência promovem um manifesto em que pedem que as autoridades espanholas realizem ações oportunas em âmbito internacional para conseguir a liberdade de Ma Daqin.

A base jurídica do pedido é o acordo 173/000193, firmado pelo Congresso dos Deputados do Reino da Espanha em 22 de fevereiro de 2011. Este acordo do congresso espanhol ordena ao governo do país:

- agir em defesa do direito fundamental à liberdade de consciência e de religião perante as autoridades competentes dos países em que acontecerem vulnerações do direito fundamental à liberdade religiosa e de culto;

- liderar e promover, no âmbito da União Europeia e da Comunidade Internacional, quantas iniciativas forem pertinentes para proporcionar uma efetiva proteção às minorias cristãs nos países do Oriente Próximo e nos demais países da Ásia e da África.

O manifesto pode ser assinado online em http://enraizados.org/2013/05/19/adhierete-al-manifiesto-por-la-libertad-del obispo-ma-daqin/.