Paróquia Santa Luzia

Paróquia Santa Luzia
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27 de jul. de 2014

Recortes

“Aquele que devolve ao redil uma ovelha errante garante para si próprio um advogado poderoso diante de Deus”São Tomás de Villanueva, Sermão do domingo “in albis”, 1

26 de jul. de 2014

Recortes

Devemos suplicar ao Senhor que aumente o espírito de santidade na Igreja e nos envie novos santos para evangelizar o mundo de hoje.” =S. João Paulo II, Discurso ao Simpósio de Bispos Europeus, 11‑10‑1985

17º Domingo do Tempo Comum - Ano A

Décimo Sétimo Domingo do Tempo Comum

A liturgia deste domingo convida-nos a refletir nas nossas prioridades, nos valores sobre os quais fundamentamos a nossa existência. Sugere, especialmente, que o cristão deve construir a sua vida sobre os valores propostos por Jesus.

A primeira leitura apresenta-nos o exemplo de Salomão, rei de Israel. Ele é o protótipo do homem «sábio», que consegue perceber e escolher o que é importante e que não se deixa seduzir e alienar por valores efêmeros.
No Evangelho, recorrendo à linguagem das parábolas, Jesus recomenda aos seus seguidores que façam do Reino de Deus a sua prioridade fundamental. Todos os outros valores e interesses devem passar para segundo plano, face a esse «tesouro» supremo que é o Reino.
A segunda leitura convida-nos a seguir o caminho e a proposta de Jesus. Esse é o valor mais alto, que deve sobrepor-se a todos os outros valores e propostas.

evangelho quotidiano/ www.ecclesai.pt


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(Mt 13,44-52)   



Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 44“O Reino dos Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo.

45O Reino dos Céus é também como um comprador que procura pérolas preciosas. 46Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola.

47O Reino dos Céus é ainda como uma rede lançada ao mar e que apanha peixes de todo tipo. 48Quando está cheia, os pescadores puxam a rede para a praia, sentam-se e recolhem os peixes bons em cestos e jogam fora os que não prestam.

49Assim acontecerá no fim dos tempos: os anjos virão para separar os homens maus dos que são justos, 50e lançarão os maus na fornalha de fogo. E aí haverá choro e ranger de dentes.
51Compreendestes tudo isso?” Eles responderam: “Sim”.
52Então Jesus acrescentou: “Assim, pois, todo o mestre da Lei, que se torna discípulo do Reino dos Céus, é como um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas”.

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Comentário do dia: São Basílio (c. 330-379), monge, bispo de Cesareia na Capadócia, doutor da Igreja. Regras Monásticas, Regras Maiores, § 8

«Vende tudo o que possui»

Nosso Senhor Jesus Cristo insistiu vivamente no seguinte, muitas vezes: «Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me» (Mt 16,24). […] E noutro passo: «Se queres ser perfeito, vende o que tens, dá o dinheiro aos pobres»; ao que acrescenta : «depois, vem e segue-Me» (Mt 19,21).

Para aquele que sabe compreender, a parábola do negociante quer dizer a mesma coisa: «O Reino dos céus é semelhante a um negociante à procura de pedras preciosas; assim que encontrou uma de grande valor, corre a vender tudo o que tem, para poder comprá-la.» A pedra preciosa designa indubitavelmente o Reino dos céus, e o Senhor mostra-nos que nos é impossível obtê-lo se não abandonarmos tudo o que possuímos: riqueza, glória, nobreza de nascimento e tudo aquilo que tantos outros buscam avidamente.

O Senhor declarou ainda que é impossível ocuparmo-nos convenientemente do que fazemos quando o espírito é solicitado por diversas coisas: «Ninguém pode servir a dois senhores», disse (Mt 6,24). Por isso, «o tesouro que está no céu» é o único que podemos escolher para a ele ligarmos o coração: «Pois onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração» (Mt 6,20ss). […] Em suma, trata-se de transportarmos o nosso coração para a vida do céu, de maneira que possamos dizer: «A cidade a que pertencemos está nos céus» (Fil 3,20). Trata-se, sobretudo, de começarmos a tornar-nos semelhantes a Cristo, «que, sendo rico, Se fez pobre» por nós (2Cor 8,9).
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Responsório (Sl 118)  

— Como eu amo, Senhor, a vossa lei, vossa palavra!

— É esta a parte que escolhi por minha herança:/ observar vossas palavras, ó Senhor!/ A lei de vossa boca, para mim,/ vale mais do que milhões em ouro e prata.

— Vosso amor seja um consolo para mim,/ conforme a vosso servo prometestes. Venha a mim o vosso amor e viverei,/ porque tenho em vossa lei o meu prazer!

— Por isso amo os mandamentos que nos destes,/ mais que o ouro, muito mais que o ouro fino!/ Por isso eu sigo bem direito as vossas leis,/ detesto todos os caminhos da mentira.


— Maravilhosos são os vossos testemunhos,/ eis por que meu coração os observa!/ Vossa palavra, ao revelar-se, me ilumina,/ ela dá sabedoria aos pequeninos.

10 regras de ouro que ajudarão seus filhos a respeitar a autoridade

© suravid/SHUTTERSTOCK

Os limites são para os filhos e não para os pais. É melhor estabelecer as regras o quanto antes


Impor limites pede criatividade. Não existem receitas, cada família tem a própria cultura e as próprias necessidades. O que funciona para um, não funciona para o outro, mas podemos partir de alguns elementos gerais:

1. Lembre-se que os limites e as regras são para os filhos e não para os pais. Às vezes os filhos pedem que os pais sigam as mesmas regras. Mesmo se o melhor modo se seguir as regras é ter um bom exemplo, isso não permite que seus filhos lhe ditem regras similares às deles. São os filhos a serem educados, não os pais. Isto os ajudará a entender que a autoridade são os pais e não os filhos.

2. As consequências estabelecidas para cada regra, além de serem lógicas e terem uma ligação com a falha, devem ser cumpridas no momento. Não estabeleça consequências que durem meses, ou sejam permanentes, porque a criança com o passar do tempo não saberá por qual motivo foi punida e se sentirá somente ressentida. 

3. Em qual momento deve-se iniciar a colocar regras? O quanto antes melhor. Não pense que as crianças não o compreendem porque são pequenas. Podemos iniciar desde o primeiro momento com os horários de sono, de comer e de tomar banho. Isto lhe permitirá não se sentir tão oprimido pelas várias incumbências que implica o fato de tomar conta de uma criança. Começar cedo permite que as crianças ganhem confiança, tenham menos problemas quando chegar o momento de ir para a escola e adaptar-se rapidamente às regras da mesma.

4. É importante que uma vez estabelecida a regra, a mesma não seja repetida a cada momento. Deixe que as crianças se observem e cuidem do próprio comportamento. 

5. Até qual idade devem ser exercidas as regras? Até que os filhos vivam sob o seu teto e dependam de certa forma de você, devem existir regras que favoreçam uma convivência sã e respeitosa. Quando forem independentes e autossuficientes estabelecerão as regras da própria casa. 

6. É importante que, antes de colocar limites, estabeleçam-se bem as regras para que as crianças saibam quais delas quebraram. 

7. É importante que os adolescentes participem na definição das regras e limites.

8. O maior esforço que é necessário cumprir é aquele de ser constante e coerente com as regras. Se você mesmo as quebra perderá credibilidade diante dos seus filhos.

9. Quando seus filhos recebem visitas em casa, devem explicar aos amigos quais são as regras para não serem mal entendidos. Se você não permite que seus filhos brinquem no sofá, serão eles que dirão aos amigos que na casa deles é proibido. Por exemplo: se você não permite que seus filhos adolescentes bebam álcool em casa, é preciso se assegurar que os amigos deles saibam que a festa em sua casa não prevê álcool. Isto permitirá que seus filhos convidem os amigos tranquilamente evitando péssimas experiências.

10. Quando você visita alguém, lembre seus filhos as regras fora de casa, mas se os avós são permissíveis e tolerantes, coisa que talvez você não suporte, considere que eles não são responsáveis pela educação; você pode até permitir alguns mimos da avó, mas retome as regras quando voltar para casa. Por exemplo, se você não permite que seus filhos comam na frente da televisão, mas os avós oferecem pipoca, lembre-os de que será somente desta vez porque os avós deixaram.

Todas estas recomendações facilitarão o exercício de autoridade, vista como um serviço que os pais oferecem aos filhos. 
sources: Desde la Fe

25 de jul. de 2014

Sábado, 26 de julho - Santana e São Joaquim, avós de Jesus


Santa Ana e São Joaquim


Uma tradição do segundo século afirma que os pais de Nossa Senhora, e avós de Jesus, chamavam-se Joaquim e Ana. Conforme uma lenda da Idade Média, Joaquim e Ana viviam humilhados porque não tinham filhos. Eram estéreis. Joaquim dirigiu-se então para o deserto, e ali passou, 40 dias em jejum e oração. Ao terminar os 40 dias, apareceu-lhe um anjo anunciando que teriam um filho. De facto, nasceu-lhes uma filha, à qual deram o nome de Maria.

A devoção de Santa Ana ou Sant'Ana remonta ao século VI, no Oriente. No Ocidente data de século X. A devoção a São Joaquim é mais recente.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)




(Mt 13,16-17)


Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 16“Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos ouvem. 17Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejavam ver o que vedes, e não viram, desejavam ouvir o que ouvis, e não ouviram”. 


Comentário do dia:Jean Tauler (c. 1300-1361), dominicano de Estrasburgo. Sermão 53, §§ 4-5, 8

«Ditosos os vossos olhos, porque vêem»

Disse Nosso Senhor: «Muitos profetas e reis quiseram ver o que vedes e não o viram» (Lc 10,24). Por profetas entenda-se os grandes espíritos subtis e dados ao raciocínio que se apegam às subtilezas da razão natural e delas têm vaidade; uns olhos assim não são ditosos. Por reis entenda-se os que são por natureza senhores, de energia forte e poderosa, senhores de si próprios, das suas palavras, das suas obras e do seu idioma, e que fazem tudo o que querem com jejuns, vigílias e novenas, fazendo disso grande alarde, como se de algo extraordinário se tratasse, mas desprezam os outros. Também não são esses olhos que são ditosos.

Todas estas pessoas quiseram ver e não viram. Quiseram ver, mas apegaram-se à vontade própria [...], uma vontade que encobre os olhos da alma como uma película ou uma membrana encobre os olhos do corpo, impedindo-os de ver [...]. Quanto mais permanecerdes na vontade própria, mais privados sereis de ver com o olhar interior, uma vez que a verdadeira felicidade advém do abandono verdadeiro, que é o afastamento da vontade própria. Tudo isso nasce do fundo da humildade [...]. Quanto mais pequenos e humildes fordes, menos vontade própria tereis [...].


Quando tudo está em paz, a alma vê a sua própria essência e todas as suas faculdades; reconhece-se como imagem racional d'Aquele de Quem saiu, e os olhos [...] que fixam aí o seu olhar podem perfeitamente ser tidos por ditosos por causa do que vêem. E então sim, é a maravilha das maravilhas que se descobre, o que há de mais puro, de mais certo, aquilo que menos poderá ser-vos tirado (Lc 10,42) [...]. Possamos nós seguir neste caminho e ver de tal modo que os nossos olhos sejam ditosos. Assim Deus nos ajude!

Responsório (Sl 131)

—O Senhor vai dar-lhe o trono de seu pai, Davi.

— O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: “um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar!”

— Pois o Senhor quis para si Jerusalém e a desejou para que fosse sua morada: “Eis o lugar do meu repouso para sempre, eu fico aqui: este é o lugar que preferi!”

— “De Davi farei brotar um forte herdeiro, acenderei ao meu ungido uma lâmpada. Cobrirei de confusão seus inimigos, mas sobre ele brilhará minha coroa!”

26 DE JULHO - SÁBADO
FELIZ DIA DOS AVÓS!!!


25 DE JULHO: Dia de rezar pela paz no Iraque (ن)

Campanha mundial:
Ofereça no dia de hoje uma prece, jejum, oração em família, momento de adoração ao Santíssimo...
São cerca de 90 mil famílias que tiveram de deixar suas casas.
Publique em suas redes sociais.
Somos um só corpo! Somos todos Nazarenos

São Cristóvão, olhai por nossos motoristas


Celebramos a 25 de julho



São Tiago Maior


Tiago (o Maior), filho de Zebedeu e de Salomé, era irmão do evangelista São João. Seu pai estava presente quando os dois irmãos, dentro de em um barco no lago de Genesaré, receberam o pedido de Jesus para O acompanharem: “eles, abandonaram o barco e seu pai e seguiram-nO,” demonstrando vontade decidida e índole forte. Talvez por isso, receberam de Jesus o apelido de “filhos do trovão”. 

Como os outros discípulos, Tiago foi perseguido pelas autoridades judaicas e preso. No seu cárcere, sofreu todo tipo de tortura e flagelo. Mesmo assim, sentia muito orgulho de estar sendo torturado por amor a Jesus. 

Segundo uma tradição, o apóstolo Tiago teria sido o primeiro evangelizador da Espanha e as suas relíquias teriam sido levadas para Compostela, uma das metas mais procuradas pelos peregrinos na Europa. 

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São Cristóvão

Seu nome significa “portador de Cristo”.

A vida deste santo está envolta em muitas lendas, de tal ponto que é difícil saber-se qual a verdade da sua vida. Sabe-se que foi mártir, morreu na cidade de Lícia, no Sul da Turquia, durante a perseguição do Imperador Décio.
Conta uma lenda muito propalada que, quando era ainda jovem forte, Cristóvão escutou a prática de um eremita e recebeu a instrução da fé cristã. Para se preparar para o batismo, decidiu morar perto de um rio e ajudar os viajantes a passar a correnteza das águas que, às vezes, era muito forte.
Uma noite, uma criança veio despertá-lo, suplicando-lhe ajuda para atravessar o rio. Levando o menino em seus ombros, estranhou o peso que levava, que aumentou tanto que, só com grande esforço, chegou ao outro lado do rio, onde o menino, que era o Menino Jesus, disse que Cristóvão um dia seria Mártir.
Depois de haver recebido o batismo, São Cristóvão dirigiu-se à cidade de Lícia para pregar ali o Evangelho. Foi martirizado naquela cidade. Flechas perfuraram o seu corpo e depois foi decapitado.
São Cristóvão foi sempre muito invocado e venerado. Na Idade Média esta veneração foi muito praticada. Ele é o protetor poderoso dos viajantes que enfrentam perigos no caminho.Também é o padroeiro dos carteiros e dos pilotos.


cf. www.paroquiapilar.com.br

Recortes

“Podeis suportar a morte? Sois capazes de derramar o vosso sangue? Podeis beber o cálice? E, para animá-los a dar o passo, acrescenta: ...que eu irei beber? Deste modo, a consideração de que se tratava do mesmo cálice que o Senhor iria beber havia de estimulá-los a uma resposta mais generosa. E chama à sua Paixão batismo, mostrando assim que os seus sofrimentos haviam de ser causa de uma grande purificação para o mundo inteiro.” 
Liturgia das Horas, Segunda Leitura. São João Crisóstomo, Homilias sobre o Evangelho de São Mateus, 65, 3-4

São Tiago, apóstolo – Festa

(Mt 20,20-28)


20Naquele tempo, a mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus com seus filhos e ajoelhou-se com a intenção de fazer um pedido. 21Jesus perguntou: “O que tu queres?” Ela respondeu: “Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda”.

22Jesus, então, respondeu-lhes: “Não sabeis o que estais pedindo. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber?” Eles responderam: “Podemos”. 23Então Jesus lhes disse: “De fato, vós bebereis do meu cálice, mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. Meu Pai é que dará esses lugares àqueles para os quais ele os preparou”.

24Quando os outros dez discípulos ouviram isso, ficaram irritados contra os dois irmãos. 25Jesus, porém, chamou-os e disse: “Vós sabeis que os chefes das nações têm poder sobre elas e os grandes as oprimem. 26Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser tornar-se grande, torne-se vosso servidor; 27quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo. 28Pois, o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de muitos”.


Comentário do dia: São Basílio (c. 330-379), monge, bispo de Cesareia na Capadócia, doutor da Igreja. Homília sobre o salmo 115, §4.

«Podeis beber o cálice que Eu estou para beber?»

«Como retribuirei ao Senhor?» (Sl 116,12). Nem com sacrifícios nem com holocaustos, nem com a observância dos preceitos da lei, mas com toda a minha vida. E é por isso que o salmista diz: «Elevarei o cálice da salvação» (v. 13). Os trabalhos que sofreu nos combates da sua devoção filial a Deus e a constância pela qual resistiu ao pecado até à morte, a isso chama o salmista o seu cálice.

É a propósito desse cálice que o próprio Senhor Se exprime assim no Evangelho: «Meu Pai, se é possível, afaste-se de Mim este cálice» (Mt 26,39); e aos seus discípulos: «Podeis beber o cálice que Eu estou para beber?» Com isto queria referir-Se à morte que iria sofrer pela salvação do mundo. Por isso diz: «elevarei cálice da salvação», isto é, todo o Meu ser se lança sedento para a consumação do martírio, a ponto de achar os tormentos sofridos nos combates do amor filial um repouso para a alma e para o corpo, e não um sofrimento. «Oferecer-Me-ei ao Senhor», diz, «como um sacrifício e uma oblação». […] Estou pronto para testemunhar essas promessas perante todo o povo: «Cumprirei as minhas promessas feitas ao Senhor na presença de todo o seu povo» (v. 14).

Responsório (Sl 125)

—Os que lançam as sementes entre lágrimas, ceifarão com alegria.


— Quando o Senhor reconduziu nossos cativos, parecíamos sonhar; encheu-se de sorriso nossa boca, nossos lábios de canções.

— Entre os gentios se dizia: “Maravilhas fez com eles o Senhor!” Sim, maravilhas fez conosco o Senhor, exultemos de alegria!

— Mudai nossa sorte, ó Senhor, como torrentes no deserto. Os que lançam as sementes entre lágrimas, ceifarão com alegria.

— Chorando de tristeza sairão, espalhando suas sementes; cantando de alegria voltarão, carregando os seus feixes!

23 de jul. de 2014

Quinta-feira da 16ª semana do Tempo Comum

(Mt 13,10-17)


Naquele tempo, 10os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: “Por que tu falas ao povo em parábolas?” 11Jesus respondeu: “Porque a vós foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não é dado. 12Pois à pessoa que tem, será dado ainda mais, e terá em abundância; à pessoa que não tem, será tirado até o pouco que tem. 13É por isso que eu lhes falo em parábolas: porque olhando, eles não veem, e ouvindo, eles não escutam, nem compreendem. 14Deste modo se cumpre neles a profecia de Isaías: ‘Havereis de ouvir, sem nada entender. Havereis de olhar, sem nada ver. 15Porque o coração deste povo se tornou insensível. Eles ouviram com má vontade e fecharam seus olhos, para não ver com os olhos nem ouvir com os ouvidos, nem compreender com o coração, de modo que se convertam e eu os cure’. 16Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos ouvem. 17Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram”.
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Comentário do dia: São Bernardo (1091-1153), monge cisterciense, doutor da Igreja. Sermões sobre o Cântico dos Cânticos, nº 2, 4ss

«Muitos profetas e justos desejaram ver o que estais a ver e não viram»

Mesmo antes da vinda do Salvador, os santos não ignoravam que Deus tinha desígnios de paz para o gênero humano. Pois «o Senhor Deus nada faz sem revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas» (Am 3,7) No entanto, esse desígnio continuava oculto a muitos […]; mas aqueles que pressentiam a redenção de Israel (Is 14,1) anunciavam que Cristo viria na carne e, com Ele, a paz […]: «Ele próprio será a paz» (Mq 5,4). […]

Contudo, enquanto eles prediziam a paz e o Autor da paz demorava a chegar, a fé do povo vacilava, pois não havia ninguém para o resgatar e salvar (Si 36,15). Queixavam-se desse atraso; tantas vezes prometido «pela boca dos seus santos, os profetas dos tempos antigos» (Lc 1,70), o Príncipe da paz (Is 9,5) parecia nunca mais vir. […] Era como se alguém de entre a multidão respondesse aos profetas: «Durante quanto mais tempo nos mantereis em suspenso? Há já tanto tempo que anunciais a paz e ela não chega. Prometeis maravilhas e só aparecem problemas. E essa promessa foi-nos de novo feita, “muitas vezes e de muitos modos” (Hb 1,1), os anjos anunciaram-na aos nossos pais e os nossos pais falaram-nos dela: “Paz, paz: mas não há paz” (Jr 6,14). […] Que Deus prove que os seus mensageiros são dignos de fé, se é que são seus mensageiros! Que venha Ele próprio!» […]

Daí vêm as suas promessas doces e cheias de consolo: «Eis que vem o Senhor» (Is 33,12), Ele não mentirá; se tardar, esperai ainda, porque com toda a certeza não falhará (cf Hab 2,3). Ou ainda: o seu tempo está próximo; os seus dias não tardarão. E enfim, na boca daquele que foi prometido vêm estas palavras : «Vou fazer com que a paz corra para Jerusalém como um rio, e a riqueza das nações como uma torrente transbordante» (Is 66,12).
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Responsório(Sl 35)

— Em vós está a fonte da vida, ó Senhor!

— Vosso amor chega aos céus, ó Senhor, chega às nuvens a vossa verdade. Como as altas montanhas eternas é a vossa justiça, Senhor.

— Quão preciosa é, Senhor, vossa graça! Eis que os filhos dos homens se abrigam sob a sombra das asas de Deus. Na abundância de vossa morada, eles vêm saciar-se de bens. Vós lhes dais de beber água viva, na torrente das vossas delícias.

— Pois em vós está a fonte da vida, e em vossa luz contemplamos a luz. Conservai aos fiéis vossa graça, e aos retos, a vossa justiça!
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Celebramos a 24 de julho

S. Charbel (Sarbélio) Makhluf, presbítero, +1898



Charbel, cujo nome de batismo era José, nasceu em Buga-Kafra, povoação do Norte do Líbano, em 1828. Filho de numerosa família pobre, mas profundamente religiosa, órfão de pai em tenra idade, desde criança sentia o chamamento de Deus para a vida religiosa. Aos 20 anos entrou no mosteiro da ordem libanesa maronita em Maifuc, seguindo depois para Annaya. No noviciado recebeu o nome de Charbel, santo martirizado em Edessa, cuja festa é celebrada pelos maronitas no dia 5 de Dezembro. Foi ordenado sacerdote em 1859. No ano seguinte, por pouco escapou à horrível invasão turca, na qual morreram milhares de jovens cristãos e muitas igrejas e mosteiros foram saqueados e destruídos.

A sua vida religiosa resumia-se à prática da profissão evangélica e da austeridade, à assiduidade na oração e à obediência aos superiores. Em 1875, Charbel obteve licença para viver como eremita no ermo dos santos apóstolos Pedro e Paulo, a 1200 metros de altitude. Procurava, assim, viver na maior austeridade de vida com mais rigor ainda do que no convento. Charbel não foi pregador nem missionário. Contudo, seu eremitério era muito procurado para conselho e orientação espiritual. No dia 16 de Dezembro de 1898, no momento da elevação da hóstia e do cálice, sentiu-se arrebatado numa visão: era o fim da missa de sua vida terrena. Levada para a sua cela, estendido sobre tábuas nuas com um pedaço de madeiro por travesseiro, entrou em agonia. Exalou o seu último suspiro em 24 de Dezembro, para iniciar o seu Natal no céu. 

Ateia se converte ao catolicismo durante a sua gravidez

Capa do livro "Something Other than God" (Algo que não seja Deus).
 

DENVER, 23 Jul. 14 (ACI/EWTN Noticias).

- Para Jennifer Fulwiler, a conversão ao catolicismo foi uma viagem gratificante, cheia de vitórias e provações, tal como o indica em seu último livro Something Other than God (Algo que não seja Deus).

Em declarações à CNA –agência em inglês do Grupo ACI-, Fulwiler disse que “antes de que fôssemos católicos, estávamos evolvidos em uma visão do mundo extremamente egoísta”.

Embora não buscássemos ser egoístas, explicou Fulwiler, o ateísmo continha “uma visão do mundo onde o ‘eu’ era o centro de tudo”.

Atualmente, Fulwiler mora no Texas com o seu marido e seus cinco filhos. Administra um blog pessoal, ConversionDiary.com, e também escreve para o portal católico de notícias National Catholic Register.

Entretanto, sua vida nem sempre se centrou na fé. A conversão de Fulwiler começou quando nasceu o seu primeiro filho.

“Nunca tinha vivido uma experiência plenamente humana”, confessou. “Cresci em uma cultura onde estava completamente afastada da vida ou dos bebês, de todo este ciclo da vida”.

Ter um filho a levou a fazer-se “grandes perguntas” sobre o significado e valor da vida.

Desde esse momento, começou a pesquisar sobre o catolicismo através de blogs.

“Os blogs foram uma ferramenta importante para mim porque estava envolvida em círculos sociais completamente ateus e me dava muita vergonha estar explorando a religião na minha própria vida”, assinalou Fulwiler. Devido ao fato de ter se afastado da maioria dos cristãos, custou-lhe muito encontrar alguém que respondesse os seus questionamentos religiosos. Seu blog se converteu em um lugar seguro para “expressar suas opiniões de maneira anônima”.

Com o tempo, muitas das suas opiniões mudaram. Uma de suas mudanças mais radicais foi a sua postura “pró-escolha” sobre o aborto.

“Ao descobrir o valor dos meus próprios filhos, ao ver que se mexiam e sentir que me chutavam, me dei conta que realmente via que estas crianças eram bebês completamente humanos e que mereciam viver e que tinham a mesma dignidade humana que eu”.

“A fé católica nos ensinou a apreciar o valor da vida humana e mudou toda a nossa visão do mundo… é que não existe presente maior que um filho” acrescentou.

Fulwiler sofre de um transtorno sanguíneo e depois do seu segundo filho, os médicos lhe recomendaram tomar anticoncepcionais como medida de precaução, pois poderia ter complicações caso concebesse durante o seu tratamento. Quando Fulwiler descobriu o Planejamento Familiar Natural, reconheceu que se tratava de um grande dom que exige “sacrifício”, mas “um sacrifício que vale a pena”.

Fulwiler e seu marido se converteram ao catolicismo. Embora o processo tenha levado tempo, o crescimento espiritual foi uma enorme bênção para toda a família e mudou radicalmente sua visão egoísta das coisas.

“Ter a Cristo no centro realmente nos ensina a amar-nos a nós mesmos e a todos os membros da família”, afirmou.

Fulwiler anima aqueles que consideram a conversão a “não terem medo de fazer as perguntas difíceis da Igreja”. “Aqueles que o fizerem, terão respostas com um valor de 2000 anos”, assegurou.

Iraque: ن , Somos todos nazarenos!


public domain

Surge um símbolo nas redes sociais de todo o mundo, mas o que significa?

Somos todos cristãos iraquianos! Pela primeira vez em dois mil anos não tem nenhum cristão em Mossul. Os cristãos iraquianos tiveram de escolher entre a morte e o exílio após o ultimato dos fanáticos do Estado Islâmico (EI).


Antes de obrigar a escolher entre a conversão imposta, a fuga ou a morte, os extremistas islâmicos marcaram todas as casas dos cristãos com o símbolo ن , muitas vezes escrito com um círculo.

Este símbolo é, de fato, uma letra do alfabeto árabe, o “nome”, que corresponde à letra “N” do alfabeto latino, um N de “Nazarat”, ou nazareno. Este é o termo pejorativo com o qual são chamados os cristãos no Alcorão. 

Uma vez exilados, todos os bens deles ficam à mercê dos “bons crentes” que são os jihadistas do EI. Por trás das motivações religiosas, o desejo de dinheiro e poder nunca está distante.

Estes sinais nas casas, antes de desapropriá-las ou depois de ter matado os proprietários, lembra a ação dos nazistas nos 30 trinta, nas iniciativas contra a comunidade judaica. Aqueles loucos extremistas pintavam a estrela de Davi sobre as vítimas.

Os cristãos, mas também os muçulmanos de Bagdá, uniram-se exibindo cartazes escritos “sou iraquiano, sou cristão”, para exigir a reação de quem governa.

Para apoiar os cristãos iraquianos perseguidos perante a total indiferença do mundo, diante também do drama ucraniano e do conflito palestino-israelense, os cristãos são convidados a mostrar este símbolo - ن - nas redes sociais.

Está marcado para sexta-feira, 25 de julho, um dia de oração e jejum pelos nossos irmãos cristãos perseguidos por causa da  em Cristo, sobretudo no Iraque.

“Faz tempo que tomamos consciência, dia após dia, das perseguições extremamente duras que vivem os cristãos iraquianos - explicam os organizadores -. Isso deve nos fazer perceber o fato de que ser cristão significa, cedo ou tarde, participar da cruz de Cristo”.

Os cristãos perseguidos vivem isso na própria carne. É preciso que nos unamos a eles na oração e no jejum nesta sexta-feira.

fonte: Aleteia

Bom dia!


Folhinha


Celebramos a 23 de julho:



Santa Brígida, religiosa, patrona da Europa, +1373



Nasceu em Finstad, perto de Upsala, na Suécia, em 1303, e morreu em Roma, em 1373. Foi contemporânea de Santa Catarina de Sena.

Aos 13 anos, em 1316, casou-se com o príncipe de Nreícia, Wulfom. Foram pais de oito filhos, entre eles uma santa: Catarina. Fundaram um hospital e eles próprios (Santa Brígida e seu marido), cuidavam dos doentes. 

Em 1344, ficou viúva e recolheu-se num mosteiro. Em 1346, fundou um mosteiro em Vadstena. Levava vida austera, chegando a mendigar às portas das igrejas. Uns dez anos antes de morrer, fundou a Ordem de São Salvador (brigidinas), da qual, mais tarde, sua filha, Santa Catarina da Suécia, viria a ser a prioresa. Em 1372, partiu em companhia da filha, Catarina, e de dois filhos, para a Terra Santa.

Foi uma grande mística, cujas experiências de Deus, suas Revelações, publicadas em livro, são a maior prova de seu profundo amor a Jesus e da solidez de sua espiritualidade. Brígida é uma das místicas mais conhecidas nos séculos XIV e XV.

Com Santa Catarina de Sena e Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), foi proclamada por João Paulo II como patrona da Europa.

Quarta-feira da 16ª semana do Tempo Comum

(Mt 13,1-9)


1Naquele dia, Jesus saiu de casa e foi sentar-se às margens do mar da Galileia. 2Uma grande multidão reuniu-se em volta dele. Por isso Jesus entrou numa barca e sentou-se, enquanto a multidão ficava de pé, na praia. 3E disse-lhes muitas coisas em parábolas:

“O semeador saiu para semear. 4Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os pássaros vieram e as comeram. 5Outras sementes caíram em terreno pedregoso, onde não havia muita terra. As sementes logo brotaram, porque a terra não era profunda. 6Mas, quando o sol apareceu, as plantas ficaram queimadas e secaram, porque não tinham raiz.

7Outras sementes caíram no meio dos espinhos. Os espinhos cresceram e sufocaram as plantas. 8Outras sementes, porém, caíram em terra boa, e produziram à base de cem, de sessenta e de trinta frutos por semente. 9Quem tem ouvidos, ouça!”


Meditação do dia: Francisco F. Carvajal. "Falar com Deus".

O EVANGELHO DA MISSA mostra‑nos como a semente da graça cai em terrenos muito diversos: entre espinhos, no caminho endurecido pela passagem dos transeuntes, no meio de um terreno pedregoso..., em terra boa.

Deus quer que sejamos essa terra bem preparada que acolhe a semente e dá a seu tempo uma boa colheita. E as virtudes naturais constituem no homem o terreno bem preparado que permitirá às virtudes sobrenaturais arraigarem e crescerem com a ajuda da graça. São muitos os que, talvez por ignorância, vivem afastados de Deus, mas cultivam essas disposições nobres e honradas, e por isso estão bem preparados para receber a graça da fé, porque o comportamento humano reto constitui como que o ponto de apoio do edifício sobrenatural.

O SENHOR QUER que pratiquemos todas as virtudes naturais: o otimismo, a generosidade, a ordem, a rijeza, a alegria, a cordialidade, a sinceridade, a veracidade... Em primeiro lugar, porque devemos imitá‑lo, e Ele é perfeito Deus e Homem perfeito. Nele, todas as virtudes próprias da pessoa chegam à plenitude porque, sendo Deus, manifestou‑se profundamente humano.
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Responsório (Sl 70)

— Minha boca anunciará vossa justiça.

— Eu procuro meu refúgio em vós, Senhor: que eu não seja envergonhado para sempre! Porque sois justo, defendei-me e libertai-me! Escutai a minha voz, vinde salvar-me!

— Sede uma rocha protetora para mim, um abrigo bem seguro que me salve! Porque sois a minha força e meu amparo, o meu refúgio, proteção e segurança! Li­ber­tai-me, ó meu Deus, das mãos do ímpio.

— Porque sois, ó Senhor Deus, minha esperança, em vós confio desde a minha juventude! Sois meu apoio desde antes que eu nascesse, desde o seio maternal, o meu amparo.

— Minha boca anunciará todos os dias vossa justiça e vossas graças incontáveis. Vós me ensi­nastes desde a minha juventude, e até hoje canto as vossas maravilhas.

Recortes

 “Temos que conduzir‑nos de tal maneira que, ao ver‑nos, os outros possam dizer: este é cristão porque não odeia, porque sabe compreender, porque não é fanático, porque está acima dos instintos, porque é sacrificado, porque manifesta sentimentos de paz, porque ama.” São Josemaría Escrivá, É Cristo que passa, n. 122