Paróquia Santa Luzia

Paróquia Santa Luzia
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5 de dez. de 2012

NOVENA DE SANTA LUZIA - SEXTO DIA - TEMA GERAL: ANO DA FÉ

 

PELA FÉ, FORMAMOS COMUNIDADE DE IRMÃOS





5/12 (quarta-feira) - SEXTO DIA: “FÉ PROFESSADA, CELEBRAVA, VIVIDA E REZADA”
 
 
 
LEITURA DA CARTA APOSTÓLICA “PORTA DA FÉ” DO PAPA BENTO XVI  COM A QUAL SE PROCLAMA O ANO DA FÉ:
 
Desejamos que este Ano suscite, em cada crente, o anseio de confessar a fé plenamente e com renovada convicção, com confiança e esperança. Será uma ocasião propícia também para intensificar a celebração da fé na liturgia, particularmente na Eucaristia, que é «a meta para a qual se encaminha a ação da Igreja e a fonte de onde promana toda a sua força». Simultaneamente esperamos que o testemunho de vida dos crentes cresça na sua credibilidade. Descobrir novamente os conteúdos da fé professada, celebrada, vivida e rezada e refletir sobre o próprio ato com que se crê, é um compromisso que cada crente deve assumir, sobretudo neste Ano.
 
Não foi sem razão que, nos primeiros séculos, os cristãos eram obrigados a aprender de memória o Credo. É que este servia-lhes de oração diária, para não esquecerem o compromisso assumido com o Batismo. Recorda-o, com palavras densas de significado, Santo Agostinho quando afirma numa homilia sobre a entrega do Credo: «O símbolo do santo mistério, que recebestes todos juntos e que hoje proferistes um a um, reúne as palavras sobre as quais está edificada com solidez a fé da Igreja, nossa Mãe, apoiada no alicerce seguro que é Cristo Senhor. E vós recebeste-lo e proferiste-lo, mas deveis tê-lo sempre presente na mente e no coração, deveis repeti-lo nos vossos leitos, pensar nele nas praças e não o esquecer durante as refeições; e, mesmo quando o corpo dorme, o vosso coração continue de vigília por ele».


BÊNÇÃOS: DOS OLHOS: Ó Santa Luzia que preferistes deixar que os vossos olhos fossem vazados e arrancados antes de negar a fé e manchar vossa alma; e Deus, com um milagre extraordinário, vos devolveu outros dois olhos sãos e perfeitos para recompensar vossa virtude e vossa fé, e vos constituiu protetora contra as doenças dos olhos... eu recorro a vós: para que protejais minhas vistas e cureis a doença dos meus olhos. Ó, Santa Luzia, conservai a luz dos meus olhos para que eu possa ver as belezas da criação. Conservai também os olhos de minha alma, para que eu possa conhecer o meu Deus, compreender os seus ensinamentos, reconhecer o seu amor para comigo e nunca errar o caminho que me conduzirá ao Paraíso. Santa Luziaprotegei meus olhos e conservai minha fé. Amém


Pai-/Nosso. Ave Maria

NOVENA DA IMACULADA. 5 DE DEZEMBRO. SEXTO DIA

MÃE AMÁVEL
 
A VIRGEM CONVERTEU-SE em Mãe de todos os homens no momento em que consentiu livremente em ser Mãe de Jesus, o primogênito entre muitos irmãos. Esta maternidade de Maria é superior à maternidade natural humana, pois ao dar à luz corporalmente o seu Filho, Jesus Cristo, Cabeça do Corpo Místico que é a Igreja, gerou espiritualmente todos os seus membros: “Ela é verdadeiramente – afirma o Concílio Vaticano II – Mãe dos membros de Cristo [...] porque cooperou pela caridade para que nascessem na Igreja os fiéis que são os membros desta Cabeça”.
Quando Jesus foi pregado na Cruz, estavam junto dEle Maria, sua Mãe, São João, o discípulo amado, e algumas santas mulheres. O Senhor dirigiu então à sua Mãe essas palavras que tiveram e terão tanta transcendência na vida de todos os homens, de cada um de nós: Mulher – disse à Virgem –, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí a tua Mãe.
Impressiona-nos ver Cristo esquecido de si: dos seus sofrimentos, da sua solidão. Comove-nos o seu imenso amor à sua Mãe: não quer que fique só; vê a dor de Maria e assume-a dentro do seu Coração, para oferecê-la também ao Pai pela redenção dos homens. Comove-nos o gesto de Jesus para com todos os homens – bons e maus, mesmo os endurecidos pelo pecado – representados em João. Dá-nos a sua Mãe como Mãe nossa; olha para cada um de nós e diz-nos: Eis aí a tua Mãe, cuida bem dela, recorre a Ela, aproveita esse dom inefável.
Nesses momentos em que Jesus consumava a sua obra redentora, Maria uniu-se intimamente ao seu sacrifício por uma cooperação mais direta e mais profunda na obra da nossa salvação. A maternidade espiritual da Santíssima Virgem foi confirmada pelo próprio Cristo na Cruz.
Eis aí o teu filho. “Esse foi o segundo Natal. Maria tinha dado à luz o seu Filho primogênito sem dor alguma na gruta de Belém; agora dá à luz o seu segundo filho, João, no meio das dores da Cruz. Nesse momento, Maria sofre as dores do parto, não apenas por João, seu segundo filho, mas pelos milhões de outros filhos seus que a chamariam Mãe ao longo dos tempos. Agora compreendemos por que o Evangelista chamou a Jesus filho primogênito de Maria, não porque Ela viesse a ter outros filhos da sua carne, mas porque geraria muitos outros com o sangue do seu coração”, com uma dor redentora, cheia de frutos, pois estava unida ao sacrifício do seu Filho. Compreendemos bem que a maternidade de Maria em relação a nós, sendo de uma ordem diversa, seja superior à maternidade das mães na terra, pois Ela nos gera para uma vida sobrenatural e eterna.
Eis aí o teu filho. Estas palavras produziram na alma da Virgem um aumento de caridade, de amor materno por nós; e no coração de João, um amor filial profundo e cheio de respeito pela Mãe de Deus. Este é o fundamento da nossa devoção à Virgem.
Podemos perguntar-nos neste dia da Novena qual é o lugar que a Virgem ocupa na nossa vida. Temos sabido acolhê-la como João? Chamamo-la muitas vezes Mãe, minha Mãe...? Tratamo-la bem?

Recortes

“nada te pode fazer tão imitador de Cristo como a preocupação pelos outros. Mesmo que jejues, mesmo que durmas no chão, mesmo que, por assim dizer, te mates, se não te preocupas com o próximo, pouca coisa fizeste, ainda distas muito da imagem do Senhor” (São João Crisóstomo, Comentário à primeira Epístola aos Coríntios)

3 de dez. de 2012

NOVENA DE SANTA LUZIA - QUINTO DIA (4/12)

PELA FÉ, FORMAMOS COMUNIDADE DE IRMÃOS





 4 de DEZEMBRO:  QUINTO DIA: “O AMOR DE CRISTO NOS MOTIVA A EVANGELIZAR”

LEITURA DA CARTA APOSTÓLICA “PORTA DA FÉ” DO PAPA BENTO XVI COM A QUAL SE PROCLAMA O ANO DA FÉ:
 
... O amor de Cristo nos impele» (2 Cor 5, 14): é o amor de Cristo que enche os nossos corações e nos impele a evangelizar. Hoje, como outrora, Ele envia-nos pelas estradas do mundo para proclamar o seu Evangelho a todos os povos da terra (cf. Mt 28, 19). Com o seu amor, Jesus Cristo atrai a Si os homens de cada geração: em todo o tempo, Ele convoca a Igreja confiando-lhe o anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo. Por isso, também hoje é necessário um empenho eclesial mais convicto a favor duma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé. Na descoberta diária do seu amor, ganha força e vigor o compromisso missionário dos crentes, que jamais pode faltar. Com efeito, a fé cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e é comunicada como experiência de graça e de alegria. A fé torna-nos fecundos, porque alarga o coração com a esperança e permite oferecer um testemunho que é capaz de gerar: de facto, abre o coração e a mente dos ouvintes para acolherem o convite do Senhor a aderir à sua Palavra a fim de se tornarem seus discípulos. Os crentes – atesta Santo Agostinho – «fortificam-se acreditando». O Santo Bispo de Hipona tinha boas razões para falar assim. Como sabemos, a sua vida foi uma busca contínua da beleza da fé enquanto o seu coração não encontrou descanso em Deus. Os seus numerosos escritos, onde se explica a importância de crer e a verdade da fé, permaneceram até aos nossos dias como um património de riqueza incomparável e consentem ainda que tantas pessoas à procura de Deus encontrem o justo percurso para chegar à «porta da fé».
 
Por conseguinte, só acreditando é que a fé cresce e se revigora; não há outra possibilidade de adquirir certeza sobre a própria vida, senão abandonar-se progressivamente nas mãos de um amor que se experimenta cada vez maior porque tem a sua origem em Deus.


 
BÊNÇÃOS: DOS OLHOS: Ó Santa Luzia que preferistes deixar que os vossos olhos fossem vazados e arrancados antes de negar a fé e manchar vossa alma; e Deus, com um milagre extraordinário, vos devolveu outros dois olhos sãos e perfeitos para recompensar vossa virtude e vossa fé, e vos constituiu protetora contra as doenças dos olhos... eu recorro a vós: para que protejais minhas vistas e cureis a doença dos meus olhos. Ó, Santa Luzia, conservai a luz dos meus olhos para que eu possa ver as belezas da criação. Conservai também os olhos de minha alma, para que eu possa conhecer o meu Deus, compreender os seus ensinamentos, reconhecer o seu amor para comigo e nunca errar o caminho que me conduzirá ao Paraíso. Santa Luziaprotegei meus olhos e conservai minha fé. Amém

Pai-/Nosso. Ave Maria

Recortes

“Não vos assusteis, não temais nenhum mal, ainda que as circunstâncias em que trabalhais sejam terríveis [...]. As mãos de Deus são igualmente poderosas e, se for necessário, farão maravilhas” (Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, n. 105)

NOVENA DA IMACULADA. 4 DE DEZEMBRO. QUINTO DIA DA NOVENA

ROSA MÍSTICA
 
MARIA CONSERVAVA todas estas coisas, meditando-as no seu coração. E a sua mãe conservava todas estas coisas no seu coração. Por duas vezes o Evangelista se refere a esta atitude de Maria diante dos acontecimentos: uma na noite de Belém, e a outra em Nazaré, ao regressar de Jerusalém depois de encontrar Jesus no Templo. A insistência do Evangelista parece um eco da repetida reflexão de Maria, que deve tê-la confidenciado aos Apóstolos depois da Ascensão de Jesus aos céus.
A Virgem conservava e meditava. Sabia recolher-se interiormente, guardava e avaliava na sua intimidade, isto é, tornava tema da sua oração os grandes e pequenos acontecimentos da sua vida. Esta oração contínua de Maria é como o aroma da rosa “que se eleva constantemente para Deus. Essa elevação nunca cessa, tem um frescor primaveril; é sempre jubilosamente nova e virginal. Se a brisa das nossas orações ou os ventos tempestuosos deste mundo passam por Ela e a tocam, o perfume da sua oração eleva-se então em tons mais fortes e perceptíveis; Maria converte-se em intercessora, incluindo a nossa oração na sua para apresentá-la ao Pai em Jesus Cristo, seu Filho”.
Quando estava nesta terra, a Virgem não fazia nada que não fosse por referência ao seu Filho: cada vez que falava com Jesus, e quando o fitava, quando lhe sorria ou pensava nEle, orava, pois a oração é isso: é falar com Deus.
Em Caná da Galiléia, nas bodas daqueles parentes ou amigos, ensina-nos com que delicadeza e insistência devemos pedir. “Apesar de ser a Mãe de Jesus, de o ter embalado nos seus braços, Maria abstém-se de lhe indicar o que pode fazer. Expõe a necessidade e deixa o resto ao critério do Filho, na certeza de que a solução que Ele der ao problema, seja qual for e em que sentido for, será a melhor, a mais conveniente. Deixa a mais ampla liberdade ao Senhor, para que faça a sua vontade sem compromissos nem violências. Mas isso porque estava certa de que a vontade do Filho era o que de mais perfeito se podia fazer e o que deveras resolvia a questão. Não tolhe os movimentos do seu Filho, antes confia na sua sabedoria, no seu conhecimento superior, na sua visão mais ampla e profunda das circunstâncias que Ela provavelmente desconhecia. Nossa Senhora nem sequer considerou se Jesus acharia conveniente ou não intervir: expõe o que sucede e abandona-o nas suas mãos. É que a fé compromete o Senhor muito mais do que os argumentos mais sagazes e contundentes” ( F. Suaréz, A Virgem Nossa Senhora).
Ao pé da Cruz, a Virgem anima-nos a estar sempre junto de Jesus, em oração silenciosa, nos momentos mais duros da vida. E a última notícia que dEla nos dá o Evangelho no-la retrata entre os Apóstolos, orando com eles, à espera da chegada do Espírito Santo.
“O Santo Evangelho facilita-nos brevemente o caminho para entendermos o exemplo da nossa Mãe: Maria conservava todas estas coisas dentro de si, ponderando-as no seu coração (Lc 2, 19). Procuremos nós imitá-la, conversando com o Senhor, num diálogo enamorado, de tudo o que se passa conosco, até dos acontecimentos mais triviais. Não esqueçamos que temos de pesá-los, avaliá-los, vê-los com olhos de fé, para descobrir a Vontade de Deus”. É a isso que nos deve levar a nossa meditação diária: a identificar-nos plenamente com Jesus, a dar um conteúdo divino aos pequenos acontecimentos diários.
(Extraído do site "Falar com Deus". F. Fernandez Carvajal)
 
Quinto Dia - Oh! Maria amabilíssima, que fostes aquele jardim fechado e aquele paraíso de delícias, onde nem sequer por um instante pôde entrar a insidiosa serpente, fazei com que em nosso coração jamais tenha entrada o inimigo das nossas almas.
Ave-Maria e Glória ao Pai

Recortes

E certa vez em que, estando já muito doente, dava um breve passeio, e uma irmã lhe recomendou que se detivesse e descansasse, a Santa respondeu-lhe:
 
 
 
“Sabe o que me dá forças? Pois bem, ando para um missionário. Penso que, lá muito longe, pode haver um quase esgotado nas suas excursões apostólicas, e para diminuir-lhe a fadiga, ofereço a Deus a minha”
(Santa Teresa de Lisieux, História de uma alma, XI, 13)

2 de dez. de 2012

NOVENA DA IMACULADA. 3 DE DEZEMBRO. QUARTO DIA DA NOVENA

CAUSA DA NOSSA ALEGRIA
I. Ó DEUS, QUE PELA ENCARNAÇÃO do vosso Filho enchestes o mundo de alegria, concedei-nos, aos que veneramos a sua Mãe, causa da nossa alegria, que permaneçamos sempre no caminho dos vossos mandamentos, para que os nossos corações estejam firmes na verdadeira alegria.
A verdadeira alegria está em Deus, e tudo o que nos chega dEle sempre vem com esse sinal. Quando Deus criou este mundo do nada, e de modo especial quando criou o homem à sua imagem e semelhança, tudo foi uma festa. Há uma alegria contida na expressão com que se conclui o relato da criação: E Deus viu que era muito bom tudo o que tinha feito. Os nossos primeiros pais desfrutavam de tudo o que existia e exultavam no amor, louvor e gratidão a Deus. Não conheciam a tristeza.
Mas chegou o primeiro pecado, e com ele algo de perturbador envolveu o coração humano. A clara e luminosa alegria foi substituída pelo pesar, e a tristeza infiltrou-se no íntimo das coisas. Com a Imaculada Conceição de Maria, veio ao mundo, silenciosamente, o primeiro fulgor de alegria autêntica. O seu nascimento foi um imenso júbilo para a Santíssima Trindade, que olhava comprazida para o mundo porque nele estava agora presente a Virgem Maria. E com o faça-se, pelo qual Nossa Senhora deu o seu assentimento aos planos divinos da Redenção, esse júbilo derramou-se sobre toda a humanidade.
Quando Deus “quer trabalhar uma alma, elevá-la ao cume do seu amor, estabelece-a primeiro na sua alegria” . Foi o que a Santíssima Trindade fez com a Virgem. E a plenitude dessa alegria é dupla: em primeiro lugar, porque Maria está cheia de graça, cheia de Deus, como nunca esteve nem chegará a estar nenhuma outra criatura; em segundo lugar, porque desde o momento do seu assentimento à embaixada do Anjo, o Filho de Deus assumiu a natureza humana nas suas entranhas puríssimas: com Ele, chegou aos homens toda a alegria verdadeira. O anúncio do seu nascimento em Belém será levado a cabo com estas significativas palavras: Não temais, porque eis que vos anuncio uma grande alegria, que o será para todo o povo. Nasceu-vos na cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor. Cristo é a grande alegria, que cura as tristezas do coração; e Nossa Senhora foi a Causa da nossa alegria verdadeira, porque com o seu assentimento deu-nos Cristo, e atualmente, todos os dias, nos leva a Ele e no-lo entrega novamente.
O caminho da vida interior conduz a Jesus por meio de Maria. A alegria – não podemos esquecê-lo nunca – é estar com Jesus, ainda que nos vejamos rodeados de dores e contradições por todos os lados; a única tristeza seria não o possuir. “Esta experiência viva de Cristo e da nossa unidade é o lugar da esperança e é, portanto, fonte de gosto pela vida; e deste modo, torna possível a alegria; uma alegria que não se vê obrigada a esquecer ou a censurar nada para ter consistência”.  (do site: Falar com Deus. Francisco F. Carvajal)
 
 
 
Quarto Dia - Oh! Maria graciosíssima, que estando sempre junto à fonte da graça, fostes qual palmeira sempre florida e verdejante e sempre carregada de frutos, fazei que também para nós estejam sempre abertas as fontes da divina graça, afim de que possamos produzir dignos frutos de penitência.
Ave-Maria e Glória ao Pai

NOVENA DE SANTA LUZIA; QUARTO DIA

PELA FÉ, FORMAMOS COMUNIDADE DE IRMÃOS






3 de DEZEMBRO: QUARTO DIA: “FÉ QUE ATUA PELO AMOR”

LEITURA DA CARTA APOSTÓLICA “PORTA DA FÉ” DO PAPA BENTO XVI  COM A QUAL SE PROCLAMA O ANO DA FÉ:

A renovação da Igreja realiza-se também através do testemunho prestado pela vida dos crentes: de fato, os cristãos são chamados a fazer brilhar, com a sua própria vida no mundo, a Palavra de verdade que o Senhor Jesus nos deixou. (...) a Igreja, contendo pecadores no seu próprio seio, simultaneamente santa e sempre necessitada de purificação, exercita continuamente a penitência e a renovação. A Igreja “prossegue a sua peregrinação no meio das perseguições do mundo e das consolações de Deus”, anunciando a cruz e a morte do Senhor até que Ele venha (cf. 1 Cor 11, 26). Mas é robustecida pela força do Senhor ressuscitado, de modo a vencer, pela paciência e pela caridade, as suas aflições e dificuldades tanto internas como externas, e a revelar, velada mas fielmente, o seu mistério, até que por fim se manifeste em plena luz».

 
Nesta perspectiva, o Ano da Fé é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo. No mistério da sua morte e ressurreição, Deus revelou plenamente o Amor que salva e chama os homens à conversão de vida por meio da remissão dos pecados (cf. At 5, 31). Para o apóstolo Paulo, este amor introduz o homem numa vida nova: «Pelo Batismo fomos sepultados com Ele na morte, para que, tal como Cristo foi ressuscitado de entre os mortos pela glória do Pai, também nós caminhemos numa vida nova» (Rm 6, 4). Em virtude da fé, esta vida nova plasma toda a existência humana segundo a novidade radical da ressurreição. Na medida da sua livre disponibilidade, os pensamentos e os afetos, a mentalidade e o comportamento do homem vão sendo pouco a pouco purificados e transformados, ao longo de um itinerário jamais completamente terminado nesta vida. A «fé, que atua pelo amor» (Gl 5, 6), torna-se um novo critério de entendimento e de ação, que muda toda a vida do homem (cf. Rm 12, 2; Cl 3, 9-10; Ef 4, 20-29; 2 Cor 5, 17).
 

BÊNÇÃOS: DOS OLHOS: Ó Santa Luzia que preferistes deixar que os vossos olhos fossem vazados e arrancados antes de negar a fé e manchar vossa alma; e Deus, com um milagre extraordinário, vos devolveu outros dois olhos sãos e perfeitos para recompensar vossa virtude e vossa fé, e vos constituiu protetora contra as doenças dos olhos... eu recorro a vós: para que protejais minhas vistas e cureis a doença dos meus olhos. Ó, Santa Luzia, conservai a luz dos meus olhos para que eu possa ver as belezas da criação. Conservai também os olhos de minha alma, para que eu possa conhecer o meu Deus, compreender os seus ensinamentos, reconhecer o seu amor para comigo e nunca errar o caminho que me conduzirá ao Paraíso. Santa Luziaprotegei meus olhos e conservai minha fé. Amém
Pai-/Nosso. Ave Maria

1 de dez. de 2012

NOVENA DA IMACULADA. 2 DE DEZEMBRO. TERCEIRO DIA DA NOVENA

ESCRAVA DO SENHOR



O MEU ESPÍRITO exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque pôs os olhos na baixeza da sua escrava.

Quando chegou a plenitude dos tempos, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré. O Senhor dirige-se a quem mais amava nesta terra e serve-se para isso de um mensageiro excepcional, pois era excepcional a mensagem que lhe queria comunicar: Não temas, Maria, pois achaste graça diante de Deus..., diz-lhe o Arcanjo São Gabriel.

A Virgem, como fruto da sua meditação, conhecia bem as Escrituras e as passagens que se referiam ao Messias, e eram-lhe familiares as diversas formas empregadas para designá-lo. Além disso, unia-se a esse conhecimento a sua extraordinária sensibilidade interior para tudo o que dizia respeito ao Senhor. Num instante, por uma graça particular, foi-lhe revelado que ia ser a Mãe do Messias, do Redentor de quem tinham falado os Profetas. Ia ser a virgem anunciada por Isaías, que conceberia e daria à luz o Emmanuel, o Deus conosco. A resposta da Virgem é uma reafirmação da sua entrega à vontade divina: Eis a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra.

A partir desse momento, o Verbo de Deus, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, fez-se carne nas suas entranhas puríssimas. Foi o que de mais admirável e assombroso aconteceu desde a Criação do mundo. E aconteceu num pequeno povoado desconhecido, na intimidade de Maria. A Virgem compreendeu a sua vocação, os planos de Deus a seu respeito. Agora sabia o motivo de tantas graças do Senhor, a razão das suas qualidades, por que tinha sido sempre tão sensível às inspirações do Espírito Santo. “Todos os pequenos episódios que constituíam a trama da sua existência – e essa mesma existência na sua totalidade – ganhavam agora um relevo imprevisto; ao som das palavras do anjo, tudo teve uma explicação absoluta, mais que metafísica, sobrenatural. Foi como se, de repente, a Virgem se tivesse colocado no centro do universo, para além do tempo e do espaço”.

E Ela, uma adolescente, não titubeia diante da grandeza incomensurável de ser a Mãe de Deus, porque é humilde e confia no seu Deus, a quem se entregou plenamente. A Virgem Santa Maria é “Mestra de entrega sem limites [...]. Pede a esta Mãe boa que ganhe força na tua alma – força de amor e de libertação – a sua resposta de generosidade exemplar: «Ecce ancilla Domini» – eis a escrava do Senhor”7. Senhor, conta comigo para o que quiseres. Não quero pôr limite algum à tua graça, ao que me vais pedindo todos os dias, todos os anos. Nunca deixas de pedir, nunca deixas de dar. (do site: Falar com Deus. Francisco F. Carvajal)
 
 
Terceiro Dia: Oh! Maria, pomba candidíssima, que erguestes o vôo com as vossas brancas penas, sem jamais pousar sobre as imundícies que cobriam a face da Terra; fazei que de vós aprendamos a não nos deixar seduzir pelos bens falazes desta vida.
Ave-Maria e Glória ao Pai

NOVENA DA IMACULADA 1 DEZEMBRO. SEGUNDO DIA DA NOVENA

CASA DE OURO
 
Na ladainha, chamamos a Maria Domus aurea, Casa de ouro, recinto de intensíssimo esplendor. Quando uma família mora numa casa e a converte num lar, este reflete as peculiaridades, gostos e preferências dos seus moradores. A casa e os que nela habitam constituem uma certa unidade, como o corpo e a roupa, como o conhecimento e a ação. No Antigo Testamento, o primeiro Tabernáculo, e depois o Templo, eram a Casa de Deus, onde tinha lugar o encontro de Javé com o seu Povo. Quando Salomão decidiu construir o Templo, os Profetas especificaram os materiais nobres que se deviam empregar, como a madeira em abundância no seu interior, revestimento de ouro... Deveria empregar-se na construção o melhor que tinham ao seu alcance, e deveriam trabalhar nele os melhores artífices de que dispunham.
Quando chegou a plenitude dos tempos e Deus decretou a sua vinda ao mundo, preparou Maria como a criatura adequada em que habitaria durante nove meses, desde a sua Encarnação até o seu nascimento em Belém. NEla, Deus imprimiu a marca do seu poder e do seu amor. Maria, Domus aurea, o novo Templo de Deus, foi revestida de uma formosura tão grande que não foi possível outra maior. A sua Imaculada Conceição e todas as graças e dons com que Deus enriqueceu a sua alma estiveram em função da sua Maternidade divina.
Entende-se muito bem que o Arcanjo Gabriel, ao saudar Maria, se tenha mostrado cheio de respeito e veneração, pois compreendeu a imensa excelência da Virgem e a sua intimidade com Deus. A graça inicial de Maria, que a preparava para a sua Maternidade divina, foi superior à de todos os Apóstolos, mártires, confessores e virgens juntos, superior à de todas as almas santas e à de todos os anjos criados desde a origem do mundo . Deus preparou uma criatura humana de acordo com a dignidade do seu Filho. (do site: Falar com Deus. Francisco F. Carvajal)
 
 
Segundo Dia ||| Oh! ditosíssima Maria, que qual mística arca do dilúvio universal do mundo, só e sem igual fostes preservada do naufrágio, eia!, salvai-nos de tantos vícios e pecados que inundam as plagas do Cristianismo.
 
Ave-Maria e Glória ao Pai

NOVENA DA IMACULADA. 30 DE NOVEMBRO. PRIMEIRO DIA DA NOVENA

ESTRELA DA MANHÃ
O povo cristão, por inspiração do Espírito Santo, sempre soube aproximar-se de Deus através da sua Mãe. Pelas provas constantes das suas graças e favores, chamou-a Onipotência suplicante, e soube encontrar nEla o atalho que abrevia o caminho para Deus. O amor “inventou” numerosas formas de tratá-la e honrá-la. Hoje começamos esta Novena, em que procuraremos oferecer todos os dias algo de especial a Nossa Senhora, para preparar a Solenidade da sua Imaculada Conceição.
IAPARECEU UMA ESTRELA no meio da escuridão e anunciou ao mundo em trevas que a Luz estava para chegar. O nascimento da Virgem foi o primeiro sinal de que a Redenção estava próxima. “A aparição de Nossa Senhora no mundo é como a chegada da aurora que precede a luz da salvação, Cristo Jesus; é como o desabrochar sobre a terra da mais bela flor que alguma vez brotou no jardim da humanidade: o nascimento da criatura mais pura, mais inocente, mais perfeita, mais digna da definição que o próprio Deus deu do homem, ao criá-lo: imagem de Deus, semelhança de Deus. Maria restitui-nos a figura da humanidade perfeita” (Paulo VI, Homilia, 8-IX-1964). Nunca os anjos tinham contemplado uma criatura tão bela, nunca a humanidade terá nada de parecido.
A Virgem Santa Maria tinha sido anunciada ao longo do Antigo Testamento. Já nos começos da Revelação se fala dEla. No anúncio da Redenção, depois da queda dos nossos primeiros pais, Deus dirige-se à serpente e diz-lhe: Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua posteridade e a dela. Ela te pisará a cabeça, e tu armarás ciladas ao seu calcanhar. A mulher é em primeiro lugar Eva, que foi tentada e sucumbiu; e, num nível mais profundo, a mulher é Maria, a nova Eva, de quem nascerá Cristo, absoluto vencedor do demônio simbolizado na serpente. Perante o seu poder, o demônio não poderá fazer nada de eficaz. NEla se dará a maior inimizade que se pode conceber na terra entre a graça e o pecado. O profeta Isaías anuncia Maria como a Mãe virginal do Messias. São Mateus assinala expressamente o cumprimento desta profecia.
A Igreja também aplica a Maria o elogio que o povo de Israel dirigiu a Judite, sua salvadora: Tu és a glória de Jerusalém, tu a alegria de Israel, tu a honra do nosso povo; porque procedeste varonilmente e o teu coração esteve cheio de coragem (Jud 15, 9-10). Palavras que se cumprem em Maria de modo perfeito. Porventura não colaborou Maria para nos livrar de um inimigo maior que Holofernes, a quem Judite cortou a cabeça? Não cooperou para nos livrar do cativeiro definitivo? (Fonte: Francisco F. Carvajal. Site Falar com Deus)
 
Primeiro Dia
Oh! Maria puríssima, cuja pureza intemerata foi já outrora figurada naquela misteriosa sarça, que rodeada de chamas permanecia ilesa, por piedade extingui em nós o fogo da maldita concupiscência, pela qual muitas almas vão arder miseravelmente nas chamas do Inferno.
Ave-Maria e Glória ao Pai
 
 

NOVENA DE SANTA LUZIA TERCEIRO DIA - INTENÇÃO GERAL: ANO DA FÉ

PELA FÉ, FORMAMOS COMUNIDADE DE IRMÃOS
TERCEIRO DIA
Em nome do Pai...
 
BÊNÇÃOS: DOS OLHOS: Ó Santa Luzia que preferistes deixar que os vossos olhos fossem vazados e arrancados antes de negar a fé e manchar vossa alma; e Deus, com um milagre extraordinário, vos devolveu outros dois olhos sãos e perfeitos para recompensar vossa virtude e vossa fé, e vos constituiu protetora contra as doenças dos olhos... eu recorro a vós: para que protejais minhas vistas e cureis a doença dos meus olhos. Ó, Santa Luzia, conservai a luz dos meus olhos para que eu possa ver as belezas da criação. Conservai também os olhos de minha alma, para que eu possa conhecer o meu Deus, compreender os seus ensinamentos, reconhecer o seu amor para comigo e nunca errar o caminho que me conduzirá ao Paraíso. Santa Luziaprotegei meus olhos e conservai minha fé. Amém
Pai-/Nosso. Ave Maria...

NOVENA DE SANTA LUZIA SEGUNDO DIA - TEMA GERAL: ANO DA FÉ

PELA FÉ, FORMAMOS COMUNIDADE DE IRMÃOS
SEGUNDO DIA: “PALAVRA E EUCARISTIA: SUSTENTO DOS DISCÍPULOS DO SENHOR”
Em nome do Pai...

LEITURA DA CARTA APOSTÓLICA “PORTA DA FÉ” DO PAPA BENTO XVI COM A QUAL SE PROCLAMA O ANO DA FÉ:

 
Não podemos aceitar que o sal se torne insípido e a luz fique escondida (cf. Mt 5, 13-16). Também o homem contemporâneo pode sentir de novo a necessidade de ir como a samaritana ao poço, para ouvir Jesus que convida a crer n’Ele e a beber na sua fonte, donde jorra água viva (cf. Jo 4, 14). Devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quantos são seus discípulos (cf. Jo 6, 51). De fato, em nossos dias ressoa ainda, com a mesma força, este ensinamento de Jesus: «Trabalhai, não pelo alimento que desaparece, mas pelo alimento que perdura e dá a vida eterna» (Jo 6, 27). E a questão, então posta por aqueles que O escutavam, é a mesma que colocamos nós também hoje: «Que havemos nós de fazer para realizar as obras de Deus?» (Jo 6, 28). Conhecemos a resposta de Jesus: «A obra de Deus é esta: crer n’Aquele que Ele enviou» (Jo 6, 29). Por isso, crer em Jesus Cristo é o caminho para se poder chegar definitivamente à salvação.

BÊNÇÃOS: DOS OLHOS: Ó Santa Luzia que preferistes deixar que os vossos olhos fossem vazados e arrancados antes de negar a fé e manchar vossa alma; e Deus, com um milagre extraordinário, vos devolveu outros dois olhos sãos e perfeitos para recompensar vossa virtude e vossa fé, e vos constituiu protetora contra as doenças dos olhos... eu recorro a vós: para que protejais minhas vistas e cureis a doença dos meus olhos. Ó, Santa Luzia, conservai a luz dos meus olhos para que eu possa ver as belezas da criação. Conservai também os olhos de minha alma, para que eu possa conhecer o meu Deus, compreender os seus ensinamentos, reconhecer o seu amor para comigo e nunca errar o caminho que me conduzirá ao Paraíso. Santa Luziaprotegei meus olhos e conservai minha fé. Amém
Pai-/Nosso. Ave Maria...

NOVENA DE SANTA LUZIA I DIA - TEMA GERAL: ANO DA FÉ

PELA FÉ, FORMAMOS COMUNIDADE DE IRMÃOS
 
PRIMEIRO DIA: “CREMOS EM UM SÓ DEUS QUE É AMOR
 
Em nome do Pai...
LEITURA DA CARTA APOSTÓLICA “PORTA DA FÉ” DO PAPA BENTO XVI  COM A QUAL SE PROCLAMA O ANO DA FÉ:
A PORTA DA FÉ (cf. At 14, 27), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar esta porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. Este caminho tem início no Batismo (cf. Rm 6, 4), pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna, fruto da ressurreição do Senhor Jesus, que, com o dom do Espírito Santo, quis fazer participantes da sua própria glória quantos creem n’Ele (cf. Jo 17, 22). Professar a fé na Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – equivale a crer num só Deus que é Amor (cf. 1 Jo 4, 8): o Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; Jesus Cristo, que redimiu o mundo no mistério da sua morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos enquanto aguarda o regresso glorioso do Senhor.
 
Sucede não poucas vezes que os cristãos sintam maior preocupação com as consequências sociais, culturais e políticas da fé do que com a própria fé, considerando esta como um pressuposto óbvio da sua vida diária. Ora um tal pressuposto não só deixou de existir, mas frequentemente acaba até negado. Enquanto, no passado, era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parece que já não é assim em grandes setores da sociedade devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas.
 
BÊNÇÃOS: DOS OLHOS: Ó Santa Luzia que preferistes deixar que os vossos olhos fossem vazados e arrancados antes de negar a fé e manchar vossa alma; e Deus, com um milagre extraordinário, vos devolveu outros dois olhos sãos e perfeitos para recompensar vossa virtude e vossa fé, e vos constituiu protetora contra as doenças dos olhos... eu recorro a vós: para que protejais minhas vistas e cureis a doença dos meus olhos. Ó, Santa Luzia, conservai a luz dos meus olhos para que eu possa ver as belezas da criação. Conservai também os olhos de minha alma, para que eu possa conhecer o meu Deus, compreender os seus ensinamentos, reconhecer o seu amor para comigo e nunca errar o caminho que me conduzirá ao Paraíso. Santa Luzia protegei meus olhos e conservai minha fé. Amém
 
Pai-/Nosso. Ave Maria...

Catequista, onde você está?

Coluna de orientação catequética aos cuidados de Rachel Lemos Abdalla


 
Por Rachel Abdalla*
CAMPINAS, quinta-feira, 29 de novembro de 2012 (ZENIT.org) - Não existe uma regra ou uma cartilha que ensine como evangelizar! Cada lugar, região e país têm sua cultura, suas riquezas e valores, suas deficiências e necessidades que precisam ser considerados. O que é importante para um, pode ser insignificante para o outro!
Por isso, todo catequista, esteja onde estiver, precisa fortalecer a sua fé e conhecer a razão de seu chamado e de sua missão evangelizadora a partir do chão onde está pisando; buscar uma formação fundamentada nos ensinamentos de Jesus e da Igreja; e deixar-se conduzir pelo Espírito Santo de Deus que é um só e, portanto, conhece a realidade onde a fé será transmitida e acolhida.

Ancião mata esposa e logo se suicida porque ambos não queriam ser um peso na vida dos filhos

MADRI -  (ACI/Europa Press).- Segundo informaram fontes da investigação da morte de dois idosos na localidade de Casanueva, em Granada(Espanha) à agência Europa Press, os primeiros indícios do inquérito policial indicam que o fato de que um ancião de 75 anos supostamente assassinou com uma escopeta de caça sua mulher, de 74, apontam que este não se tratou de um crime de violência de gênero, mas, ao parecer, o casal estava de acordo em acabar com suas vidas, em uma espécie de "suicídio assistido", para não ser um "fardo para seus filhos", como deixaram por escrito.

Também a prefeita deste distrito de Pinos Puente, Remedios Jiménez, confirmou a Europa Press que não existiam episódios prévios de maltrato nem denúncias, nem constava entre a
família ou aos vizinhos que o casal discutisse frequentemente.

Segundo uma das filhas, que nesta sexta-feira, 30, falou com a prefeita, há tempos "eles tinham metido na cabeça que eram uma carga" para a família porque ambos estavam doentes. De fato a mãe estava prostrada na cama, onde foi encontrada por seus filhos.

O pai ia ser operado nesta sexta-feira da vesícula, e um de seus filhos se dirigiu à primeira hora ao seu domicílio, na rua Alhomas número 6, para ver se estavam prontos para sair. Nesse instante, quando era 7:00 a.m., o homem encontrou o seu pai morto, e, no princípio, acreditava que sua mãe estava viva, até que encontraram o cadáver.

O casal tinha quatro filhos, duas mulheres e dois homens de entre os 40 e os 50 anos, todos residentes em Casanueva ou na cidade vizinha de Zujaira. Uma das filhas era a que mais cuidava dos pais.

Às 13.00 horas desta sexta-feira convocou-se uma concentração na praça da
Igreja de Zujaira e se guarda um minuto de silêncio por parte de representantes municipais e vizinhos de Casanueva-Zujaira "em solidariedade com a família" dos dois idosos falecidos no distrito de Pinos Puente.

A prefeita de Casanueva quer ademais de falar com os idosos do povo para transmitir-lhes que eles "nunca são uma carga", que os filhos adquirem com eles um "compromisso" no momento do nascimento, que inclui os cuidados quando os pais necessitam.

"Os filhos cuidam dos nossos pais com muito carinho e amor, nunca são uma carga", manifestou.

A Prefeitura de Pinos Puente decretou um dia de luto oficial e as bandeiras ondeiam a meia haste. Além disso ficou suspensa toda a jornada a agenda municipal-institucional.