Paróquia Santa Luzia

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1 de nov de 2014

A Igreja Triunfante




Rio de Janeiro, 31 Out. (fonte: ACI, por Cláudia Brito de Albuquerque e Sá).


- Neste sábado, 1º de novembro, a Igreja em todo o mundo, celebra a Solenidade de Todos os Santos, um dia santo de guarda, que festeja aqueles que conseguiram alcançar a salvação e já estão junto de Deus, desfrutando da felicidade perfeita. A solenidade antecede o Dia de Finados, 2 de novembro, data que recorda aqueles que já estão salvos, mas que ainda precisam ser purificados.
Assim como revela o Evangelho (Mt 5,1-12), os santos são felizes, são bem-aventurados, porque exercem a liberdade para escolher a Deus em primeiro lugar. A Igreja ensina que a santidade é um caminho para a felicidade, da mesma forma que estar no pecado é abraçar um caminho que destrói e torna a pessoa infeliz.

O homem que procura viver a santidade é feliz porque busca alcançar o bem, que é Deus. Ele descobriu que a fonte da felicidade está em Jesus e consegue “acertar o alvo”, experimentando a alegria de fazer a vontade divina.
Cada cristão carrega dentro de si o dom da santidade dado por Deus, como diz a Carta de São Paulo aos Efésios: “Deus nos escolheu em Cristo, antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de seus olhos” (Ef 1,4).
A história confirma, que toda conquista alcançada com sacrifício é mais comemorada. Da mesma forma, a busca diária pela santidade trará frutos de felicidade e salvação que serão celebrados com grande alegria no Céu.
Como diz São Paulo, em sua Carta aos Coríntios: “É como está escrito: Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou, tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (I Cor 2,9).
Ele explica que para escolher a santidade é preciso, muitas vezes, renunciar a tudo o que afasta a pessoa de Deus: “Todos os atletas se impõem a si muitas privações; e o fazem para alcançar uma coroa corruptível. Nós o fazemos por uma coroa incorruptível. Castigo o meu corpo e o mantenho em servidão, de medo de vir eu mesmo a ser excluído depois de eu ter pregado aos outros” (I Cor, 9,25.27)

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