Paróquia Santa Luzia

Paróquia Santa Luzia
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30 de set de 2013

Terça-feira da 26ª semana do Tempo Comum

Evangelho (Lc 9,51-56)

51Estava chegando o tempo de Jesus ser levado para o céu. Então ele tomou a firme decisão de partir para Jerusalém 52e enviou mensageiros à sua frente. Estes puseram-se a caminho e entraram num povoado de samaritanos, a fim de preparar hospedagem para Jesus. 53Mas os samaritanos não o receberam, pois Jesus dava a impressão de que ia a Jerusalém. 54Vendo isso, os discípulos Tiago e João disseram: “Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para destruí-los?”
55Jesus, porém, voltou-se e repreendeu-os. 56E partiram para outro povoado.


Comentário do dia: Concílio Vaticano II. Declaração sobre as relações da Igreja com as religiões não cristãs  «Nostra Aetate», §§ 2-3 


«Ele, voltando-Se, repreendeu-os»

A Igreja católica nada rejeita do que nas religiões não cristãs existe de verdadeiro e santo. Olha com sincero respeito esses modos de agir e viver, esses preceitos e doutrinas que, embora se afastem em muitos pontos daqueles que ela própria segue e propõe, todavia, refletem não raramente um raio da verdade que ilumina todos os homens. No entanto, ela anuncia, e tem mesmo obrigação de anunciar incessantemente Cristo, «caminho, verdade e vida» (Jo 14,6), em quem os homens encontram a plenitude da vida religiosa e no qual Deus reconciliou consigo todas as coisas (2Cor 5,18ss). Exorta, por isso, os seus filhos a que, com prudência e caridade, pelo diálogo e a colaboração com os sequazes doutras religiões, dando testemunho da vida e da fé cristãs, reconheçam, conservem e promovam os bens espirituais e morais e os valores socioculturais que entre eles se encontram.


A Igreja olha também com estima para os muçulmanos. Adoram eles o Deus Único, vivo e subsistente, misericordioso e onipotente, criador do céu e da terra, que falou aos homens e a cujos decretos, mesmo ocultos, procuram submeter-se de todo o coração, como a Deus se submeteu Abraão, que a fé islâmica de bom grado evoca. Embora sem o reconhecerem como Deus, veneram Jesus como profeta, e honram Maria, sua mãe virginal, à qual por vezes invocam devotamente. Esperam pelo dia do juízo, no qual Deus remunerará todos os homens, uma vez ressuscitados. Têm, por isso, em apreço a vida moral e prestam culto a Deus, sobretudo com a oração, a esmola e o jejum.

E se é verdade que, no decurso dos séculos, surgiram entre cristãos e muçulmanos não poucas discórdias e ódios, este sagrado Concílio exorta todos a que, esquecendo o passado, sinceramente se exercitem na compreensão mútua e juntos defendam e promovam a justiça social, os bens morais e a paz e liberdade para todos os homens.


Responsório (SL 86)
— Nós temos ouvido que Deus está convosco.
— O Senhor ama a cidade que fundou no Monte santo; ama as portas de Sião mais que as casas de Jacó. Dizem coisas gloriosas da Cidade do Senhor.
— “Lembro o Egito e Babilônia entre os meus veneradores. Na Filisteia ou em Tiro ou no país da Etiópia, este ou aquele ali nasceu”. De Sião, porém, se diz: “Nasceu nela todo homem; Deus é sua segurança”.
— Deus anota no seu livro, onde inscreve os povos todos: “Foi ali que estes nasceram”. E por isso todos juntos a cantar se alegrarão; e, dançando, exclamarão: “Estão em ti as nossas fontes!”

João XXIII e João Paulo II serão canonizados conjuntamente a 27 de abril de 2014, II domingo da Páscoa, domingo da Divina Misericórdia

(Fonte: Rádio Vaticana)
O Papa Francisco presidiu esta manhã, às 10 horas, no Vaticano, a um Consistório ordinário público com os cardeais presentes em Roma (foto) , para aprovar as causas de canonização de João Paulo II e João XXIII, estabelecendo que tal tenha lugar a 27 de abril de 2014. Trata-se do segundo domingo do tempo pascal, Domingo da Divina Misericórdia, celebração instituída por João Paulo II e na véspera da qual ele próprio faleceu, em 2005. João Paulo II foi proclamado beato por Bento XVI a 1 de maio de 2011, na Praça de São Pedro. A Igreja celebra a memória litúrgica de João Paulo II a 22 de outubro, data do início de pontificado de Karol Wojtyla, em 1978, pouco depois de ter sido eleito Papa. João XXIII foi declarado beato pelo Papa João Paulo II, a 3 de setembro de 2000. A sua celebração litúrgica tem lugar a 11 de Outubro, data da abertura do Concílio Vaticano II, por ele convocado. O último Consistório público ordinário tinha tido lugar a 11 de fevereiro passado. Foi nessa ocasião que Bento XVI anunciou a sua renúncia ao pontificado.

Recortes

“Na cidadela da nossa vida interior, o defeito dominante é o ponto fraco, o lugar desguarnecido.
O inimigo das almas procura precisamente, em cada um, esse ponto fraco, facilmente vulnerável, e com facilidade o encontra. Por conseguinte, nós também devemos conhecê-lo.” (Réginald Garrigou-Lagrange, Las tres edades de la vida interior)

1 de outubro

Santa Teresa do Menino Jesus - (de Leonard Porter)


Santa Teresinha do Menino Jesus
“Não quero ser santa pela metade, escolho tudo”. A santa de hoje nasceu em Alençon (França) em 1873 e morreu no ano de 1897. Santa Teresinha não só descobriu que no coração da Igreja sua vocação era o amor, como também sabia que o seu coração – e o de todos nós – foi feito para amar. Nascida de família modesta e temente a Deus, seus pais (Luís e Zélia) tiveram oito filhos antes da caçula Teresa: quatro morreram com pouca idade, restando em vida as quatro irmãs da santa (Maria, Paulina, Leônia e Celina). Teresinha entrou com 15 anos no Mosteiro das Carmelitas em Lisieux, com a autorização do Papa Leão XIII. Sua vida se passou na humildade, simplicidade e confiança plena em Deus. Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus pela salvação das almas e na intenção da Igreja. Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o Pai, livre, igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus e, tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou um lindo e possível caminho de santidade: infância espiritual. O mais profundo desejo do coração de Teresinha era ter sido missionária “desde a criação do mundo até a consumação dos séculos”. Sua vida nos deixou como proposta, selada na autobiografia “História de uma alma” e, como intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam a Jesus, continua ainda hoje, vivendo o Céu, fazendo o bem aos da terra. Morreu de tuberculose, com apenas 24 anos, no dia 30 de outubro de 1897 dizendo suas últimas palavras: “Oh!…amo-O. Deus meu,…amo-Vos!” Após sua morte, aconteceu a publicação de seus escritos. A chuva de rosas, de milagres e de graças de todo o gênero. A beatificação em 1923, a canonização em 1925 e declarada “Patrona Universal das Missões Católicas” em 1927, atos do Papa Pio XI. E a 19 de outubro de 1997, o Papa João Paulo II proclamou Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face doutora da Igreja.
(Fonte: Canção Nova)

29 de set de 2013

Recortes

Poderemos encontrar em nós uma nova força. Veremos como, abraçando as cruzes de cada dia e unindo-nos por elas a Jesus crucificado e abandonado, poderemos participar já aqui na terra da vida do Ressuscitado. (Chiara Lubich, Palabra que se hace vida)

Segunda-feira da 26ª semana do Tempo Comum



Evangelho (Lc 9,46-50)

Naquele tempo, 46houve entre os discípulos uma discussão, para saber qual deles seria o maior. 47Jesus sabia o que estavam pensando, pegou então uma criança, colocou-a junto de si 48e disse-lhes: “Quem receber esta criança em meu nome, estará recebendo a mim. E quem me receber, estará recebendo aquele que me enviou. Pois aquele que entre todos vós for o menor, esse é o maior”.
49João disse a Jesus: “Mestre, vimos um homem que expulsa demônios em teu nome. Mas nós lho proibimos, porque não anda conosco”. 50Jesus disse-lhe: “Não o proibais, pois quem não está contra vós, está a vosso favor”.


Comentário do dia: Concílio Vaticano II. Declaração sobre as relações da Igreja com as religiões não cristãs «Nostra Aetate», § 5


«Impedimo-lo, porque ele não Te segue juntamente conosco.»

Não podemos invocar Deus como Pai comum de todos se nos recusamos a tratar como irmãos alguns homens, criados à sua imagem. A relação do homem a Deus Pai e a sua relação aos outros homens seus irmãos estão de tal maneira estão ligadas, que a Escritura afirma: «quem não ama, não conhece a Deus» (1Jo 4,8).


Carece, portanto, de fundamento toda a teoria ou modo de proceder que introduza entre homem e homem ou entre povo e povo qualquer discriminação quanto à dignidade humana e aos direitos que dela derivam.


A Igreja reprova, por isso, como contrária ao espírito de Cristo, toda e qualquer discriminação ou violência praticada por motivos de raça ou cor, condição ou religião. Consequentemente, o sagrado Concílio, seguindo os exemplos dos santos Apóstolos Pedro e Paulo, pede ardentemente aos cristãos que, «observando uma boa conduta no meio dos homens» (1Ped 2,12), se possível, tenham paz com todos os homens (Rom 12,18), quanto deles depende, de modo que sejam na verdade filhos do Pai que está nos céus (Mt 5,45).

Responsório (Sl 101)
— O Senhor edificou Jerusalém e apareceu na sua glória!
— As nações respeitarão o vosso nome, e os reis de toda a terra, a vossa glória; quando o Senhor reconstruir Jerusalém e aparecer com gloriosa majestade, ele ouvirá a oração dos oprimidos e não desprezará a sua prece.
— Para as futuras gerações se escreva isto, e um povo novo a ser criado louve a Deus. Ele inclinou-se de seu templo nas alturas, e o Senhor olhou a terra do alto céu, para os gemidos dos cativos escutar e da morte libertar os condenados.
— Assim também a geração dos vossos servos terá casa e viverá em segurança, e ante vós se firmará sua descendência. Para que cantem o seu nome em Sião e louve ao Senhor Jerusalém, quando os povos e as nações se reunirem e todos os impérios o servirem.


S. Jerônimo, presbítero, cardeal, Doutor da Igreja, séc. IV


Nasceu em Estridon (Dalmácia) cerca do ano 340. Estudou em Roma e aí foi baptizado. Tendo abraçado a vida ascética, partiu para o Oriente e foi ordenado sacerdote. Regressou a Roma e foi secretário do papa Dâmaso. Nesta época começou a revisão das traduções latinas da Sagrada Escritura e promoveu a vida monástica. Mais tarde estabeleceu-se em Belém, onde continuou a tomar parte muito ativa nos problemas e necessidades da Igreja. Escreveu muitas obras, principalmente comentários à Sagrada Escritura. Morreu em Belém no ano 420.

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Sorria pra vida


Entenda... pratique!


Horários das Missas na Paróquia Santa Luzia - Domingo, 29 de setembro


SÁBADO, 28/9
- Missa/ São José 19h
DOMINGO, 29/9
Celeb.: Matriz, 7h (Diácono Nelson)
Missa: Maria de Nazaré, 8h45
Celebr./S. P. Apóstolo, 8h45
Missa: Matriz, 10h30
Missa: Jesus Transfigurado, 17h

Missa: Matriz, 19h

26º Domingo do Tempo Comum - Ano C

Evangelho (Lc 16,19-31)

Naquele tempo, Jesus disse aos fariseus: “19Havia um homem rico, que se vestia com roupas finas e elegantes e fazia festas esplêndidas todos os dias.
20Um pobre, chamado Lázaro, cheio de feridas, estava no chão, à porta do rico. 21Ele queria matar a fome com as sobras que caíam da mesa do rico.
E, além disso, vinham os cachorros lamber suas feridas.
22Quando o pobre morreu, os anjos levaram-no para junto de Abraão. Morreu também o rico e foi enterrado.
23Na região dos mortos, no meio dos tormentos, o rico levantou os olhos e viu de longe a Abraão, com Lázaro ao seu lado.
24Então gritou: ‘Pai Abraão, tem piedade de mim!
Manda Lázaro molhar a ponta do dedo para me refrescar a língua, porque sofro muito nestas chamas’.
25Mas Abraão respondeu: ‘Filho, lembra-te que tu recebeste teus bens durante a vida e Lázaro, por sua vez, os males. Agora, porém, ele encontra aqui consolo e tu és atormentado. 26E, além disso, há um grande abismo entre nós; por mais que alguém desejasse, não poderia passar daqui para junto de vós, e nem os daí poderiam atravessar até nós’.
27O rico insistiu: ‘Pai, eu te suplico, manda Lázaro à casa do meu pai, 28porque eu tenho cinco irmãos. Manda preveni-los, para que não venham também eles para este lugar de tormento’.
29Mas Abraão respondeu: ‘Eles têm Moisés e os Profetas, que os escutem!’
30O rico insistiu: ‘Não, Pai Abraão, mas se um dos mortos for até eles, certamente vão se converter’.
31Mas Abraão lhe disse: ‘Se não escutam a Moisés, nem aos Profetas, eles não acreditarão, mesmo que alguém ressuscite dos mortos’”.


Comentário do dia Concílio Vaticano II. Constituição sobre a Igreja no mundo actual, «Gaudium et Spes», § 69

Um pobre [...] jazia ao seu portão


Deus destinou a terra com tudo o que ela contém para uso de todos os homens e povos; de modo que os bens criados devem chegar equitativamente às mãos de todos, segundo a justiça, secundada pela caridade. Sejam quais forem as formas de propriedade, conforme as legítimas instituições dos povos e segundo as diferentes e mutáveis circunstâncias, deve-se sempre atender a este destino universal dos bens. Por esta razão, quem usa desses bens não deve considerar as coisas exteriores que legitimamente possui só como próprias, mas também como comuns, no sentido de que possam beneficiar não só a si mas também aos outros. 


De resto, todos têm o direito de ter uma parte de bens suficiente para si e suas famílias. Assim pensaram os Padres e os Doutores da Igreja, ensinando que os homens têm obrigação de auxiliar os pobres e não apenas com os bens supérfluos. E aquele que se encontra em extrema necessidade tem direito de tomar, dos bens dos outros, o que necessita [Nota: Nesse caso vale o antigo principio: «na necessidade extrema, todas as coisas são comuns, isto é, todas as coisas devem ser tornadas comuns». […] É claro que, para a recta aplicação do princípio, devem ser respeitadas todas as condições moralmente exigidas.]. Sendo tão numerosos os que no mundo padecem fome, o sagrado Concílio insiste com todos, indivíduos e autoridades, para que, recordados daquela palavra dos Padres – «alimenta o que padece fome porque, se o não alimentaste, mataste-o» –, repartam realmente e distribuam os seus bens, procurando sobretudo prover esses indivíduos e povos daqueles auxílios que lhes permitam ajudar-se e desenvolver-se a si mesmos.


Responsório (Sl 145)
— Bendize, minha alma, e louva o Senhor.
— O Senhor é fiel para sempre,/ faz justiça aos que são oprimidos;/ ele dá alimento aos famintos,/ é o Senhor quem liberta os cativos.
— O Senhor abre os olhos aos cegos,/ o Senhor faz erguer-se o caído;/ o Senhor ama aquele que é justo./ É o Senhor quem protege o estrangeiro.
— Ele ampara a viúva e o órfão,/ mas confunde o caminho dos maus./ O Senhor reinará para sempre!/ Ó Sião, o teu Deus reinará!

26º Domingo do Tempo Comum


A liturgia deste domingo propõe-nos, de novo, a reflexão sobre a nossa relação com os bens deste mundo… Convida-nos a vê-los, não como algo que nos pertence de forma exclusiva, mas como dons que Deus colocou nas nossas mãos, para que os administremos e partilhemos, com gratuidade e amor.

Na primeira leitura, o profeta Amós denuncia violentamente uma classe dirigente ociosa, que vive no luxo à custa da exploração dos pobres e que não se preocupa minimamente com o sofrimento e a miséria dos humildes. O profeta anuncia que Deus não vai pactuar com esta situação, pois este sistema de egoísmo e injustiça não tem nada a ver com o projeto que Deus sonhou para os homens e para o mundo.



O Evangelho apresenta-nos, através da parábola do rico e do pobre Lázaro, uma catequese sobre a posse dos bens… Na perspectiva de Lucas a riqueza é sempre um pecado, pois supõe a apropriação, em benefício próprio, de dons de Deus que se destinam a todos os homens… Por isso, o rico é condenado e Lázaro recompensado.




A segunda leitura não apresenta uma relação direta com o tema deste domingo… Traça o perfil do “homem de Deus”: deve ser alguém que ama os irmãos, que é paciente, que é brando, que é justo e que transmite fielmente a proposta de Jesus. Poderíamos, também, acrescentar que é alguém que não vive para si, mas que vive para partilhar tudo o que é e que tem com os irmãos?



www.ecclesia.pt/Evangelho Quotidiano

28 de set de 2013

29 de setembro




São Miguel Arcanjo

Neste dia a Igreja universal celebra a festa dos arcanjos São Miguel, São Gabriel e São Rafael.

"Miguel" que significa: "Quem como Deus?" é o defensor do Povo de Deus no tempo de angústia. É o padroeiro da Igreja universal e aquele que acompanha as almas dos mortos até o céu.


São Gabriel


"Gabriel" - que significa "Deus é forte" ou "aquele que está na presença de Deus" - aparece no assim chamado evangelho da infância como mensageiro da Boa Nova do Reino de Deus, que já está presente na pessoa de Jesus de Nazaré, nascido de Maria.

É ele quem anuncia o nascimento de João Batista e de Jesus. Anuncia, portanto, o surgimento de uma nova era, um tempo de esperança e de salvação para todos os homens. É ele quem, pela primeira vez, profere aquelas palavras que todas as gerações hão-de repetir para saudar e louvar a Virgem de Nazaré: "Ave, cheia de graça. O Senhor é convosco".
Arcanjo São Rafael

"Rafael"- que quer dizer "Deus cura" - foi o companheiro de viagem de Tobias. É o anjo benfazejo que acompanha o jovem Tobias desde Nínive até à Média; quem o defende dos perigos e patrocina o seu casamento com Sara. É ele quem tira da cegueira o velho Tobias. É aquele que cura, que expulsa os demônios. São Rafael é o companheiro de viagem do homem, seu guia e seu protetor nas adversidades.

(Evangelho Quotidiano)

Não é só lá...

Lendo esta notícia não pude deixar de pensar em nossas paróquias e "comunidades". E peço: São Miguel Arcanjo, defendei-nos!



Defendei o Vaticano das intrigas


Junto à Gruta de Lourdes nos Jardins do Vaticano, o Papa Francisco celebrou na manhã do dia 28/9 por volta das 9 horas (hora de Roma) uma Eucaristia com a Gendarmeria do Vaticano. Na homilia o Santo Padre afirmou serem os gendarmes muito importantes para a defesa da cidade contra os ladrões e os delinquentes. Contudo, seguros de que Napoleão não voltará e dificilmente um exército voltará para invadir a Cidade do Vaticano, o Papa Francisco considerou existir uma guerra em curso para a qual todos devem estar preparados: é a guerra da escuridão contra a luz e da noite contra o dia: “..Mas Napoleão não voltará, eh? Foi-se embora. E não é fácil que venha um exército aqui a tomar a cidade. A guerra hoje é a guerra da escuridão contra a luz; da noite contra a o dia.” Desta forma, o Papa Francisco pediu à Gendarmeria Vaticana que não seja só a guarda das portas e janelas do Vaticano mas sejam guardas das portas do coração, resistindo ao diabo que atenta contra a unidade através das intrigas e que anda à procura de uma guerra interna, uma espécie de guerra espiritual: “O diabo tenta criar a guerra interna, uma espécie de guerra civil e espiritual, não? É uma guerra que não se faz com as armas que nós conhecemos: faz-se com a língua.” (RS)

(Fonte: NewsVA)

Recortes

Todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes (Mt 25, 40). No dia do Juízo, estas serão as nossas credenciais. E então compreenderemos também que de nada nos terá servido ganhar todo o mundo, se no final não tivermos amado com obras e de verdade os nossos irmãos.” (A. Fuentes, El sentido cristiano de la riqueza, Rialp, Madrid)

Cuidado com o que você anda postando. Nem sempre a fonte é segura

Notícias falsas na rede: O poema que o Papa não escreveu e as frases que não enviou pelo twitter.

REDAÇÃO CENTRAL, (ACI/EWTN Noticias).- Nas últimas semanas se atribuíram ao Papa Francisco palavras que nunca pronunciou. Uma das mais difundidas é um popular poema de autor desconhecido que começa com a frase "Precisamos de santos sem véu ou batina" e que o Pontífice jamais pronunciou, e agora se junta a uma longa lista de frases de inspiração através de uma conta no Twitter que o parodia.

Em julho passado, com ocasião de sua viagem ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude, circulou em dezenas de sites –incluindo sites católicos- este poema atribuído no passado ao Beato João Paulo II e inclusive à Beata Teresa de Calcutá:

"Precisamos de Santos sem véu ou batina. Precisamos de Santos de calças jeans e tênis.

Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos.

Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se "lascam" na faculdade.

Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.

Precisamos de Santos modernos, Santos do século XXI com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.

Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais.

Precisamos de Santos que vivam no mundo se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.

Precisamos de Santos que bebam Coca-Cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem iPod.

Precisamos de Santos que amem a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refrigerante ou comer pizza no fim-de-semana com os amigos.

Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte.

Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanos".

A origem do poema é desconhecida, mas Internet oferece algumas pistas. O texto aparece traduzido ao inglês na Wikipédia em uma entrada de 3 de abril de 2005, no dia seguinte da morte de João Paulo II.

Nesta entrada, o usuário Henrique Vicente –cujo perfil na Wikipédia não contém dados adicionais– oferece a tradução ao inglês deste texto e assinala que se trata de uma suposta "carta de João Paulo II aos jovens" que já era "muito popular" no Brasil. O colaborador da Wikipédia admite na entrada que não conseguiu encontrar este texto no site oficial do Vaticano e que tampouco pôde achá-lo em outro idioma na Internet. Entretanto, não duvidava que fosse do hoje Beato e assegurava –sem fonte alguma– que o escreveu originalmente em português porque o Papa conhecia este idioma.

Wikipédia se define como "um projeto de enciclopédia Web multilíngue de conteúdo livre baseado em um modelo de edição aberta" e assegura que "qualquer pessoa com conexão a Internet pode editar" seus conteúdos com um pseudônimo.

Entretanto, Wikipédia tem como normas a "verificabilidade: todos os artigos devem incluir referências às fontes de onde provém a informação" e que "as fontes de onde provém a informação devem ser fontes confiáveis". Resulta evidente que a publicação deste poema não cumpriu com estes requisitos.

Pouco depois da beatificação de João Paulo II, o texto de sua suposta carta –em realidade nunca escrita pelo Papa Wojtyla– voltou a circular massivamente, desta vez em espanhol e com algumas "atualizações". Por exemplo, enquanto a primeira versão em português dizia "que escutem Walkman" –os antigos sistemas de fitas cassetes portáteis da empresa Sony– a nova versão diz Ipod, da empresa Apple.

Ou seja, segundo a lenda urbana, o Papa estava fazendo publicidade de empresas específicas, desde a Coca Cola até a Apple, que entre outras coisas, censura na sua loja Itunes conteúdos cristãos, como ocorreu com um aplicativo da "Declaração de Manhattan" de numerosos líderes católicos e evangélicos a favor da vida, da família, da liberdade religiosa e do matrimônio verdadeiro.

Com ocasião da recente Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, o poema apócrifo passou de repente a ser atribuído ao Papa Francisco; embora o Pontífice argentino seja ainda mais crítico do consumismo, da dependência às grandes firmas capitalistas e da claudicação dos jovens católicos ao consumismo e ao ser indistinguíveis do mundo.

Atenção a @PontifexFrases

A este conteúdo de duvidosa origem na Wikipédia, somam-se vários perfis no Twitter e páginas de fãs no Facebook que tomando o nome do Papa Francisco divulgam frases como se fossem de sua autoria.

Nas últimas semanas cobrou notoriedade no Twitter o perfil @PontifexFrases, que usando a mesma imagem da conta oficial do Papa Francisco no Twitter, divulgava frases de inspiração em espanhol que os usuários atribuíram ao Pontífice e eram compartilhadas diariamente por centenas de internautas nas redes sociais.

Embora os administradores da conta se definam como uma paródia do Papa no Twitter, o uso da imagem oficial do Pontífice e a publicação de frases soltas sem citar a fonte, confundiu a muitas pessoas. A conta já tem mais de 60 mil seguidores. A única conta oficial do Papa no Twitter em espanhol é @Pontifex_es e em português @Pontifex_pt.

Evangelho e Meditação. Sábado da 25ª semana do Tempo Comum


Evangelho (Lc 9,43b-45) 
Naquele tempo, 43todos estavam admirados com todas as coisas que Jesus fazia. Então Jesus disse a seus discípulos: 44“Prestai bem atenção às palavras que vou dizer: O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens”. 45Mas os discípulos não compreenderam o que Jesus dizia. O sentido lhes ficava escondido, de modo que não podiam entender; e eles tinham medo de fazer perguntas sobre o assunto.


Comentário do dia: Orígenes (c. 185-253), presbítero, teólogo 
Tratado dos princípios, II, 6, 2; PG 11, 210

«Aquela linguagem estava-lhes velada»

De entre todas as grandes coisas e maravilhas que se pode dizer sobre Cristo, há uma que ultrapassa totalmente a admiração de que o espírito humano é capaz; a fragilidade da nossa inteligência mortal não consegue compreendê-la nem imaginá-la. É o fato de a onipotência da majestade divina, o próprio Verbo do Pai (Jo 1,1), a própria Sabedoria de Deus (1Cor 1,24), na qual todas as coisas foram criadas — as visíveis e as invisíveis (Jo 1,3; Col 1,16) — Se ter deixado conter nos limites deste homem que Se manifestou na Judeia. É este o objeto da nossa fé. E há mais: acreditamos que a Sabedoria de Deus entrou no seio de uma mulher e nasceu por entre os vagidos e os choros comuns a todos os recém-nascidos. E aprendemos que, depois, Cristo conheceu a perturbação perante a morte a ponto de exclamar: «A minha alma está numa tristeza de morte» (Mt 26,38), e que foi arrastado para uma morte vergonhosa entre os homens, embora saibamos que ressuscitou ao terceiro dia. […]


Na verdade, fazer com que os ouvidos humanos entendam estas coisas, tentar exprimi-las por palavras, ultrapassa a linguagem dos homens […] e provavelmente a dos anjos.



Responsório (Jr 31,10-13)
— O Senhor nos guardará qual pastor a seu rebanho.
— Ouvi, nações, a palavra do Senhor e anunciai-a nas ilhas mais distantes: Quem dispersou Israel, vai congregá-lo, e o guardará qual pastor a seu rebanho!
— Pois, na verdade, o Senhor remiu Jacó e o libertou do poder do prepotente. Voltarão para o monte de Sião, entre brados e cantos de alegria afluirão para as bênçãos do Senhor:
— Então a virgem dançará alegremente, também o jovem e o velho exultarão; mudarei em alegria o seu luto, serei consolo e conforto após a guerra.

"Eu sou o Pão vivo que desceu do céu..."


Recortes

“E aconselhei‑te, com plena segurança, que rezasses o terço: bendita monotonia de ave‑marias, que purifica a monotonia dos teus pecados!” (S. Josemaría Escrivá, Sulco, n. 475)

28 de setembro



S. Venceslau, rei da Boêmia, mártir, +935

Nasceu na Boêmia, cerca do ano 907; de uma sua tia paterna recebeu uma sólida formação cristã e assumiu o governo do seu ducado por volta de 925. Suportou muitas dificuldades no governo e formação cristã de seus súbditos. Traído por seu irmão Boleslau, foi morto por uns sicários no ano 935. Em breve foi venerado como mártir e escolhido pela Boêmia como seu patrono principal.






S. Lourenço Ruiz e companheiros, mártires, ++1633-37


No século XVII (1633-1637), na cidade de Nagasaki, do Japão, derramaram o seu sangue por amor de Cristo dezasseis mártires: Lourenço Ruiz e seus Companheiros. Este grupo de mártires, da Ordem de São Domingos ou a ela associados, é constituído por nove presbíteros, dois religiosos, duas virgens e três leigos, entre os quais se conta Lourenço Ruiz, chefe de família, natural das Filipinas.

Todos eles, em tempos e circunstâncias diversas, dilataram a fé cristã nas Filipinas, na Formosa e no Japão, manifestando de modo admirável a universalidade da religião cristã e, como invencíveis missionários, espalharam a semente da futura cristandade com o exemplo da sua vida e da sua morte. Foram canonizados por João Paulo II a 18 de Outubro de 1987.



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27 de set de 2013

Dia abençoado aos nossos leitores


Coragem! Esta é a palavra de Deus para o seu povo. Coragem, diz o profeta Ageu aos habitantes de Jerusalém.
E aos que a Jesus seguia nas paragens da Terra Santa, a mesma exigência: coragem para enfrentar os terríveis momentos da Paixão: "o Filho do Homem deve sofrer muito", diz Jesus. Lá e cá, o mesmo apelo. Sejamos corajosos na dor, no sofrimento, na labuta diária. A vitória é apenas uma questão de tempo. Novo dia surgirá. (Pe Elenivaldo)

Amar às nossas custas

"Amemos Deus, irmãos meus, mas o amemos às nossas custas, com a fadiga dos nossos braços, com o suor do nosso rosto." (São Vicente de Paulo)

Catequese: o catequista deve encantar e conquistar o coração

Campinas,  (Zenit.org) Rachel Lemos Abdalla

No primeiro momento da catequese, o catequista deve ‘apenas’ acolher os catequizandos. 

Primeiramente, ele vai se apresentar a eles, dizer seu nome e perguntar o nome de cada um também! Em seguida deve falar um pouco sobre si mesmo, sobre a sua vida, a sua infância, a sua história. E contar-lhes fatos interessantes, engraçados, tristes, porém, sempre reais! Se puder, leve fotos e objetos que confirmem e ilustrem o que está contando.

Deve fazer um planejamento deste momento, um roteiro ou itinerário para caminhar com os catequizandos sobre os trilhos que já percorreu, lembrando que é uma pessoa nova que está entrando na vida deles e é muito importante que o conheçam para que aprendam a gostar dele e acreditar em suas palavras, afinal, ele será aquele ou aquela que estará lhes apresentando uma pessoa muito importante para toda a vida: Jesus.

É preciso tocar o coração deles!

Suas palavras devem vibrar diferente, e seus gestos devem ser suaves, porém, seguros. Seus olhos precisam brilhar e sua boca sorrir sempre ao contar a sua história de vida. Não pode ser sério demais para que não o julguem uma pessoa dura, triste e infeliz, e nem seja escachado demais a ponto de não alcançar credibilidade. Mas, que seja natural, espontâneo, alegre, livre, leve e solto, e principalmente, passe confiança!

Todo catequista precisa ter autoridade para exercer a sua missão e, para que isso aconteça, é importante que ele tenha credibilidade, ou seja, tenha quem acredite nele! E isso se dá a partir da segurança que ele passa, da transparência e simplicidade de seus atos e palavras e, principalmente, na coerência entre o que fala e vive.

Por isso, a importância de se dar a conhecer, de mostrar-se ao outro, afinal, a confiança nasce a partir do conhecimento.

Os catequizandos devem se encantar com as suas histórias e para que se lembrem do que ouviram sobre o novo amigo, ou amiga que conheceram. Sim, eu disse ‘amigo’ ou ‘amiga’, pois esta será vínculo, a relação entre catequista e catequizando neste tempo de catequese e, depois, para toda a vida! Se o catequista conseguir isto, certamente terá encantado e, consequentemente, dado o primeiro passo para conquistar o coração deles!

Ao final do encontro, pode entregar a cada um, o seu cartão ou um bilhete com o seu nome e os seus contatos, suas redes sociais e uma frase ou versículo da Bíblia tal como: “Mestre, onde moras?” E Jesus respondeu: “Venham e vocês verão.”

26 de set de 2013

Recortes


27 de setembro




São Vicente de Paulo, presbítero, fundador, +1660

Nascido em Pouy, Dax, França em 24 de Abril de 1581. 

Em 1600 é nomeado capelão da Rainha Margarida de Valois; dois anos mais tarde, é pároco de Clichy e, no ano seguinte, perceptor na célebre família "De Gondi". 

1617 é o ano determinante da vida de S. Vicente: decide consagrar a sua vida ao serviço dos Pobres. 

Em 1625 funda a Congregação da Missão para evangelizar o povo do campo, mas também para a formação do Clero.


Em 1633, com Luisa Marillac, funda a Filhas da Caridade.



S. Vicente foi "um plasmador de consciências, um sedutor de almas, um anunciador e um profeta da Caridade de Cristo, um verdadeiro homem de Deus".



Morreu em 27 de Setembro de 1660, mas o seu espírito continua vivo nas suas obras. 

(Evangelho Quotidiano)


Corpo de São Vicente. Paris. (Foto: Pe Elenivaldo)

Evangelho e Meditação: sexta-feira da 25ª semana do Tempo Comum

Evangelho (Lc 9,18-22)
Aconteceu que Jesus 18estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou-lhes: “Quem diz o povo que eu sou?” 19Eles responderam: “Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias; mas outros acham que és algum dos antigos profetas que ressuscitou”.
20Mas Jesus perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “O Cristo de Deus”. 21Mas Jesus proibiu-lhes severamente que contassem isso a alguém. 22E acrescentou: “O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”


Comentário do dia: São João Crisóstomo (c. 345-407), presbítero de Antioquia, bispo de Constantinopla, doutor da Igreja. Homilias sobre o Evangelho de Mateus, nº 54, 1-3

«Proibiu-lhes formalmente de dizerem fosse a quem fosse Ele era o Messias de Deus»

«Proibiu-lhes formalmente de dizerem fosse a quem fosse que Ele era o Messias de Deus.» Porquê esta ordem? Para que, uma vez afastado todo e qualquer motivo de escândalo, consumadas a cruz e a Paixão, eliminado todo e qualquer obstáculo capaz de afastar a multidão da crença nele, o conhecimento exato daquilo que Ele era pudesse gravar-se profundamente e para sempre nos corações. O seu poder ainda não tinha brilhado de forma deslumbrante. Ele esperava que a evidência da verdade e a autoridade dos factos confirmasse o seu testemunho, para que depois os apóstolos pregassem sobre Ele.


Pois uma coisa era vê-Lo multiplicar prodígios na Palestina e seguidamente ser alvo de perseguições e ultrajes — e a cruz seguir-se-ia a estes prodígios; outra coisa era vê-Lo ser adorado, acreditado em toda a terra, salvo dos maus tratos que outrora tinha sofrido. Por isso lhes recomendou que nada dissessem a ninguém. […] Se os apóstolos, que tinham sido testemunhas dos milagres e que tinham participado em tantos mistérios inexprimíveis, tinham dificuldade em aceitar uma única palavra a respeito da Paixão ─ incluindo o próprio Pedro, que era chefe de todos (cf Mt 16,22) ─, o que teria pensado o comum dos mortais? Depois de ter ouvido dizer que Jesus era o Filho de Deus, que pensariam eles ao vê-Lo sujo de escarros e pregado à cruz? E isto antes da vinda do Espírito Santo, quando ainda não se conhecia a razão destes mistérios?  



Responsório (Sl 42)
— Espera em Deus! Louvarei novamente o meu Deus Salvador.
— Fazei justiça, meu Deus, e defendei-me contra a gente impiedosa; do homem perverso e mentiroso libertai-me, ó Senhor!
— Sois vós o meu Deus e meu refúgio: por que me afastais? Por que ando tão triste e abatido pela opressão do inimigo?
— Enviai vossa luz, vossa verdade: elas serão o meu guia; que me levem ao vosso Monte santo, até a vossa morada!
— Então irei aos altares do Senhor, Deus da minha alegria. Vosso louvor cantarei, ao som da harpa, meu Senhor e meu Deus!

Terroristas muçulmanos no Quênia perguntavam para os reféns se eram cristãos e os matavam, relata sobrevivente

NAIROBI,  (ACI/EWTN Noticias).- 

Uma dos reféns sobreviventes ao cerco, por terroristas islâmicos, a um dos principais Shoppings em Nairóbi (Quênia), assinalou que os terroristas perguntavam aos reféns "se eram cristãos ou muçulmanos e os matavam".

Em 21 de setembro, ao redor de 10 homens armados cercaram o centro comercial Westgate. O grupo extremista islâmico Al Shabaab assumiu a autoria do ataque, como represália pelo desdobramento militar do Quênia na Somália.

A refém que a seguir narra os fatos, é natural de Canarias (Espanha), mora há 22 anos no Quênia e por motivos de segurança pediu ser identificada somente pelo seu nome, Silvia.

Ela declarou por telefone para o jornal espanhol El Día que, no momento do ataque, estava com a sua filha em uma loja de roupas que fica no primeiro andar do shopping. "Ouvimos um ruído, como se alguma estrutura tivesse caído. Em seguida soube que na verdade eram duas pequenas explosões. Depois já começou o tiroteio".

Imediatamente se esconderam nos provadores, ficando aí por mais de quatro horas e meia. Esta rápida decisão as salvou da matança. Silvia recordou também que na loja havia "uma pessoa do Banco Mundial, um trabalhador da embaixada italiana e uma jornalista" e que "graças a eles soubemos que havia reféns e mortos... Meu celular estava sem sinal, mas eles tinham conexão com o mundo exterior".

Escondidas, sentiram que os terroristas passavam "pela frente com roupa de assalto, mas não consegui ver de onde eu estava".

Foi ao redor de 16h30, relatou Silvia, que as forças de segurança do Quênia intervieram tomando controle da zona baixa do recinto. Os resgatistas "foram loja por loja evacuando as pessoas. Vieram e nos tiraram" e expressou que "só sei que no segundo andar mataram um montão de gente".

Silvia, a sua filha e um grupo de reféns resgatados, foram atendidos nas imediações de "um templo índio, onde nos deram de comer e de beber. Perguntavam-nos todo o tempo a respeito de como estávamos".

25 de set de 2013

Recortes

“A sede que tenho é a de chegar a ver o rosto de Deus; sinto sede na peregrinação,
sinto sede no caminho; mas saciar‑me‑ei quando chegar” (Santo Agostinho, Comentário aos Salmos)