Paróquia Santa Luzia

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2 de nov. de 2011

SOMOS 7 BILHÕES. E AGORA? O QUE A IGREJA PENSA?

7 bilhões, e agora? Saiba o que a Igreja pensa sobre o assunto

Leonardo Meira Da Redação (Canção Nova)

Danica Camacho, bebê número 7 bilhões
 
Mitos sobre demografia buscam respaldar iniciativas da cultura da morte, como aborto e esterilização em massa
7 bilhões de habitantes no planeta. A filipina Danica May Camacho nasceu dois minutos antes da meia-noite do domingo, 30, e é um dos bebês símbolos de um número que divide opiniões e ideologias mundo afora.

Há duas principais correntes de interpretação dos dados relacionados à população mundial. De um lado, estão os defensores da chamada explosão demográfica ou superpopulação. De outro, há quem fale sobre inverno demográfico e indique a drástica perspectiva de diminuição das taxas de natalidade.

Não é fácil se posicionar frente a argumentos tão diferentes. Os seguidores da primeira corrente aproveitaram a marca dos 7 bilhões de habitantes no planeta para levantar a bandeira do controle populacional, sob o pretexto de que o mundo não seria capaz de suprir as necessidades de tantas pessoas. Aí, até mesmo o aborto é apresentado como uma "solução", especialmente para os países pobres.

No entanto, há outros segmentos que apontam a capacidade do mundo de atender a todas as demandas de seus habitantes. O mal residiria mais no egoísmo humano, que leva a reter as coisas somente para si, do que na falta de capacidade da terra.

"O nascimento do bebê sete bilhões não é uma maldição, mas uma bênção para todos. Não é um problema, e sim um recurso. O problema a longo prazo da humanidade não é o excesso, senão a escassez de crianças”, explica o presidente do Population Research Institute (PRI), Steve Mosher, no último boletim do Instituto.

"A solução das questões conexas ao crescimento demográfico deve ser antes perseguida no simultâneo respeito tanto da moral sexual quanto da moral social, promovendo uma maior justiça e autêntica solidariedade para dar por todo lado dignidade à vida, a começar por condições econômicas, sociais e culturais", sentencia o Compêndio da Doutrina Social da Igreja.

O próprio diretor-geral do Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), Jacques Diouf, intervindo na II Assembleia Especial para a África do Sínodo dos Bispos, que aconteceu em outubro de 2009, no Vaticano, revelou: "O problema da segurança alimentar neste mundo é antes de tudo uma questão de mobilização política a alto nível para que tais recursos sejam disponibilizados. É uma questão de prioridade diante das necessidades humanas fundamentais. O que constatamos hoje é o resultado das decisões fundamentadas em motivações materialistas, em detrimento dos referenciais éticos. Vemos condições de vida injustas e um mundo desigual, no qual um número restrito de pessoas enriquece-se cada vez mais enquanto a maioria da população está a empobrecer. Existem na terra meios econômicos suficientes, tecnologias eficazes e recursos naturais e humanos para eliminar definitivamente a fome no mundo".

Em que acreditar? Sobre esses aspectos, a doutrina da Igreja Católica pode ajudar de modo decisivo a se formar uma opinião mais amadurecida (clique nos subtítulos e acesse os documentos na íntegra).


DECLARAÇÃO SOBRE A DIMINUIÇÃO DA FERTILIDADE NO MUNDO

Em 1998, o Pontifício Conselho para a Família (PCF) divulgou este documento, que aborda diretamente a "versão global e errônea" de que o mundo seria prisioneiro de um crescimento demográfico exponencial, galopante, que levaria a uma explosão demográfica.

"Com efeito, após cerca de trinta anos, as conferências patrocinadas pela ONU tiveram como efeito provocar inquietudes infundadas sobre as questões demográficas, de modo particular nos países do Sul. Baseando-se nestes dados alarmistas, diferentes organismos das Nações Unidas inverteram, e continuam a inverter, consideráveis meios financeiros, com a finalidade de obrigar inúmeros países a adotarem políticas maltusianas. É um fato provado que esses programas, supervisionados a partir do exterior, comportam habitualmente medidas coercitivas de controle da natalidade. De igual modo, a ajuda ao desenvolvimento está regularmente condicionada à aplicação de programas de controle da população, que incluem a esterilização forçada ou realizada sem que as vítimas o saibam. Por outro lado, estas ações maltusianas são assumidas e ampliadas pelos governos nacionais, com a colaboração de organizações não governamentais (ONG), entre as quais a mais conhecida é a Federação Internacional da Planificação da Família (IPPF). Nos países pobres, as primeiras vítimas desses programas são as populações inocentes e indefesas. Elas são enganadas deliberadamente, impelindo-as a aceitar a sua mutilação, sob o pretexto falso de que se trata da condição prévia para o seu desenvolvimento".

No entanto, os dados mostram que a taxa de crescimento da população mundial não cessa de diminuir a um ritmo regular e significativo. Cerca de 1/3 dos países do mundo já não consegue substituir as suas gerações, ou seja, possuem um índice sintético de fecundidade - número de filhos por mulher - inferior a 2,1, o nível mínimo indispensável para a renovação das gerações nos países que contam com as melhores condições sanitárias.

Algumas das principais causas para essa realidade são: a diminuição do número de casamentos; o aumento da idade média da maternidade, com leis trabalhistas que não facilitam o desejo das mulheres de conciliar de maneira harmônica a vida familiar e a atividade profissional; a ausência de uma verdadeira política familiar; difusão das técnicas químicas de contracepção, e com frequência a legalização do aborto, ao mesmo tempo em que se debilitavam as políticas favoráveis ao acolhimento da vida; esterilização em massa.

Entre as consequências mais preocupantes estão: a proporção dos jovens nas populações diminui em grande medida; aumenta a proporção das pessoas idosas diretamente dependentes do governo, enquanto a base produtiva da sociedade, os jovens, fonte de entradas para as finanças públicas, reduz-se - para garantir o funcionamento dos sistemas de segurança social, torna-se grande a tentação de recorrer à eutanásia.


Montagem sobre fotos / Arquivo
Paulo VI: "Problema da natalidade deve ser considerado à luz da visão integral do homem e da sua vocação"
HUMANAE VITAE - PAPA PAULO VI

Publicado em 1968, é um dos documentos do magistério pontifício que trata com mais ênfase a questão da regulação ou controle da natalidade.

"O problema da natalidade, como de resto qualquer outro problema que diga respeito à vida humana, deve ser considerado numa perspectiva que transcenda as vistas parciais - sejam elas de ordem biológica, psicológica, demográfica ou sociológica - à luz da visão integral do homem e da sua vocação, não só natural e terrena, mas também sobrenatural e eterna", sublinha o Pontífice.

No mesmo texto, o Santo Padre declara "que é absolutamente de excluir, como via legítima para a regulação dos nascimentos, a interrupção direta do processo generativo já iniciado, e, sobretudo, o aborto querido diretamente e procurado, mesmo por razões terapêuticas. É de excluir de igual modo, como o Magistério da Igreja repetidamente declarou, a esterilização direta, quer perpétua, quer temporária, tanto do homem como da mulher. É, ainda, de excluir toda a ação que, ou em previsão do ato conjugal, ou durante a sua realização, ou também durante o desenvolvimento das suas consequências naturais, se proponha, como fim ou como meio, tornar impossível a procriação".

Paulo VI, enfim, indica um caminho seguro: "a via de uma política familiar providente, de uma sábia educação das populações, que respeite a lei moral e a liberdade dos cidadãos".


A FOME NO MUNDO - UM DESAFIO PARA TODOS: O DESENVOLVIMENTO SOLIDÁRIO

O documento do Pontifício Conselho Cor Unum, publicado em 1996, indica: "O crescimento demográfico demasiado rápido constitui uma causa ou uma consequência do subdesenvolvimento? Excluindo os casos extremos, a densidade demográfica não justifica a fome. [...] Considera-se que existem maiores possibilidades de reduzir um excessivo crescimento demográfico empenhando-se em diminuir a pobreza de massa, ao invés de vencer a pobreza contentando-se em diminuir as taxas de aumento demográfico".

Os motivos das dificuldades alimentares, dessa forma, residem mais nos desequilíbrios impostos pelos Estados, a política e a gestão econômica, e não em causas objetivas ou pobreza econômica.

O documento também explica que, à medida que enriquecem, os povos passam de uma situação de elevada natalidade à situação inversa: baixos níveis de natalidade e de mortalidade. No entanto, o período de transição pode ser crítico sob o ponto de vista dos recursos alimentares, pois a taxa de mortalidade diminui antes da de natalidade. Mas transformações tecnológicas que acompanhem o crescimento da população são a solução mais justa e eficaz para a questão.

Quanto à realidade de pais cujo nível sócio-cultural entende que somente um elevado número de filhos garante produção e segurança, a Igreja defende uma educação para a paternidade e maternidade responsáveis, respeitando inteiramente os princípios éticos, bem como a necessidade de se dar "acesso a métodos de controle da fecundidade, que estejam em harmonia com a verdadeira natureza do homem", como o método billings, por exemplo.

As investigações têm demonstrado que outros três fatores, além do controle demográfico, contribuem de modo igual e mais ético para a diminuição do crescimento da população mundial. Trata-se do desenvolvimento econômico e social, do melhoramento das condições de vida das mulheres e, paradoxalmente, da redução da mortalidade infantil.


Montagem sobre fotos / Arquivo
João XXIII: "A solução acertada encontra-se apenas num progresso econômico e social que respeite e fomente os genuínos valores humanos"
MATER ET MAGISTRA - PAPA JOÃO XXIII

Já em 1961, o Papa abordava a questão do desequilíbrio entre a população e os meios de subsistência. Citando estatísticas que apontavam o "problema", João XXIII aponta que "há quem julgue indispensável recorrer a medidas drásticas para evitar ou diminuir a natalidade".

No entanto, ele mesmo indica: "A verdade é que, situado o problema no plano mundial, não parece que a relação entre o incremento demográfico, por um lado, e o desenvolvimento econômico e a disponibilidade dos meios de subsistência, por outro, venham a criar dificuldades". Isso, logicamente, a partir de um renovado esforço científico e técnico, por parte do homem, no sentido de aperfeiçoar e estender cada vez mais o seu domínio sobre a natureza.

"Por isso, a solução fundamental do problema não deve procurar-se em expedientes que ofendem a ordem moral estabelecida por Deus e atacam os próprios mananciais da vida humana", explica.

Afirmando que sabe da existência de áreas e países com graves dificuldades, motivadas por uma organização econômica e social deficiente que não oferece meios de vida proporcionais ao índice do incremento demográfico e também à insuficiência da solidariedade entre os povos, o Papa ressalta:

"Todavia, mesmo em tais casos, devemos afirmar claramente desde já que estes problemas não se podem encarar, nem estas dificuldades se podem vencer, recorrendo a métodos e meios que são indignos de um ser racional e só encontram explicação num conceito puramente materialista do homem e da vida. A solução acertada encontra-se apenas num progresso econômico e social que respeite e fomente os genuínos valores humanos, individuais e sociais, em conformidade com a moral, com a dignidade e o imenso valor da vida humana, e, juntamente, numa colaboração em escala mundial que permita e fomente a circulação ordenada e fecunda de conhecimentos úteis, de capitais e pessoas".

Montagem sobre fotos / Arquivo
João Paulo II: família é santuário da vida



CENTESIMUS ANNUS - JOÃO PAULO II


O documento foi escrito em 1991. Ao demarcar a necessidade de se voltar a considerar a família como santuário da vida, o Beato indica que, contudo, "o engenho humano parece orientar-se, nesse campo, mais para limitar, suprimir ou anular as fontes da vida, chegando até ao recurso do aborto, infelizmente tão espalhado pelo mundo, do que para defender e criar possibilidades à mesma vida. Na Encíclica Sollicitudo rei socialis, foram denunciadas as campanhas sistemáticas contra a natalidade, que, baseadas numa concepção distorcida do problema demográfico e num clima de 'absoluta falta de respeito pela liberdade de decisão das pessoas interessadas', as submetem muitas vezes 'a pressões intoleráveis (...) a fim de cederem a esta nova forma de opressão'. Trata-se de políticas que, com novas técnicas, estendem o seu raio de ação até ao ponto de chegarem, como numa 'guerra química', a envenenar a vida de milhões de seres humanos indefesos".




GAUDIUM ET SPES - CONCÍLIO VATICANO II

O documento, já em 1965, aponta para o fato de que muitos afirmam que o aumento da população do globo deve ser absoluta e radicalmente diminuído por todos os meios e por qualquer espécie de intervenção da autoridade pública.

"O Concílio exorta todos a que evitem as soluções, promovidas privada ou publicamente ou até por vezes impostas, que sejam contrárias à lei moral. Porque [...] a decisão acerca do número de filhos depende do reto juízo dos pais e de modo algum se pode entregar ao da autoridade pública. Mas como o juízo dos pais pressupõe uma consciência bem formada, é de grande importância que todos tenham a possibilidade de cultivar uma responsabilidade reta e autenticamente humana, que tenha em conta a lei divina, consideradas as circunstâncias objetivas e temporais; isto exige, porém, que por toda a parte melhorem as condições pedagógicas e sociais e, antes de mais, que seja dada uma formação religiosa ou, pelo menos, uma íntegra educação moral. Sejam também as populações judiciosamente informadas acerca dos progressos científicos alcançados na investigação dos métodos que ajudam os esposos na determinação do número de filhos, cuja segurança esteja bem comprovada e de que conste claramente a legitimidade moral".

Recortes

“Não o esqueçais nunca: depois da morte, há de receber-vos o Amor. E no amor de Deus ireis encontrar, além disso, todos os amores limpos que houverdes tido na terra. O Senhor dispôs que passássemos esta breve jornada da nossa existência trabalhando e, como o seu Unigênito, fazendo o bem (At 10, 38). Entretanto, temos que estar alerta, à escuta daquelas chamadas que Santo Inácio de Antioquia notava na sua alma, ao aproximar-se a hora do martírio: Vem para junto do Pai".(S. Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, n. 221)

28 de out. de 2011

Recortes

 
“Tu que achas esta devoção / monótona e cansada, e não rezas / porque sempre repetes os mesmos sons..., / tu não entendes de amores e tristezas: / que pobre se cansou de pedir dons, / que enamorado de dizer coisas ternas?” (trecho de um poema citado por A. Royo-Marín, La Virgen Maria)

27 de out. de 2011

Recortes

“o próprio São Paulo teve que lutar contra numerosos inimigos. Os bárbaros atacavam-no, os seus próprios guardas armavam-lhe ciladas, até os fiéis, às vezes em grande número, se levantaram contra ele e, no entanto, Paulo triunfou de tudo. Não esqueçamos que o cristão fiel às leis do seu Deus vencerá tanto os homens como o próprio Satanás” (São João Crisóstomo, Homilias sobre a Epístola aos Romanos, 15)

26 de out. de 2011

Recortes

Hipocrisia...
És tão intrometido, que parece que a tua única missão é investigar a vida do próximo!
E quando, por fim, tropeçaste com um homem digno, de vontade enérgica, que não te deixou abusar, lamentas-te publicamente como se te tivesse ofendido.

A esse ponto chega a tua falta de pudor e a tua consciência deformada... e a de tantos!
(São Josemaria Escrivá. Sulco, 638)

25 de out. de 2011

Mártir adolescente a um passo da canonização. Será o segundo santo das Filipinas


ROMA,  (ACI/EWTN Noticias)
Fontes da Igreja Católica nas Filipinas informaram que o comitê de cardeais da Pontifícia Congregação para a Causa dos Santos já aprovou o milagre necessário para permitir a canonização do Beato Pedro Calungsod, o jovem catequista de 17 anos que morreu mártir em Guam no século XVII.

O adolescente foi declarado beato no ano 2000 pelo
Papa João Paulo II. O milagre que teria sido já aprovado pelas autoridades vaticanas é a inexplicável cura de uma mulher a quem declararam morte cerebral e despertou duas horas depois.

O Arcebispo de Cebu, nas Filipinas, Dom Jose Palma, informou que os cardeais votaram unanimemente a favor da canonização do jovem e agora solo faltaria a assinatura do decreto por parte do
Papa Bento XVI.

Outra fonte assegurou à agência UCA News que o Papa poderia declará-lo santo antes de dezembro.

O adolescente, que nasceu na ilha de Cebu e morreu em 1672 junto ao sacerdote jesuíta espanhol Beato Diego Luis de San Vitores, enquanto evangelizavam os nativos.

O Beato Pedro Calungsod se converteria no segundo santo filipino junto a São Lorenzo Ruiz, canonizado em Roma em 1988.


Sua vida

Pedro Calungsod era um adolescente quando saiu da Filipinas para as ilhas Ladrones no Pacífico Oriental em 1668, como parte de um grupo de missionários jesuítas.

Apesar dos problemas de alimentação e o duro clima, os missionários tiveram êxito. As ilhas receberam o nome de Marianas em homenagem à
Virgem Maria.

Entretanto, alguns grupos de indígenas pagãos difundiram rumores sobre a água que usavam os missionários para batizar os conversos.

Em 2 de abril de 1672, Pedro e um sacerdote jesuíta, o Padre Diego, batizaram um bebê. O pai do menino se enfureceu e os atacou. Pedro recebeu pedradas no peito e na cabeça. O Padre Diego lhe deu uma absolvição sacramental e depois ele também foi morto. Os assassinos jogaram os corpos do sacerdote e do adolescente no mar.

21 de out. de 2011

SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS!

Recortes

“teremos que ter deixado impressa a nossa passagem, tornando a terra um pouco mais bela e o mundo um pouco melhor” (Georges Chevrot, 1961)

VEM AÍ!

MOMENTO DE GRAÇA, UNÇÃO E ADORAÇÃO!
CENÁCULO DE CURA INTERIOR E LIBERTAÇÃO
PRÓXIMA QUINTA-FEIRA A PARTIR DAS 17H~.
LOCAL: MATRIZ SANTA LUZIA, NOVO HORIZONTE.

Tua vontade

Ghislaine Cantini
Gen fest
FAZE DE MIM COMO FOLHA AO VENTO
QUE SE DEIXA SEMPRE TRANSPORTAR
MESMO SE NÃO SABE NÃO SABE NUNCA ONDE POUSARÁ
FAZE DE MIM COMO ÁGUAS DO MAR
QUE SE DEIXAM SEMPRE ONDEJAR
SEM NUNCA SABER, SEM SABER QUANDO RETORNARÃO.
PORQUE, Ó DEUS, O VENTO E O MAR OU MESMO O SOL, É TEU AMOR! PORQUE Ó DEUS, PARTIR OU VOLTAR
SOFRER OU CANTAR, É SEMPRE AMOR.
FAZE DE MIM COMO NEVE AO SOL QUE SE DEIXA ACARICIAR SEM TEMOR SABENDO QUE DEPOIS, DEPOIS AO SOL SE DISSOLVERÁ
PORQUE Ó DEUS A TUA VONTADEÉ SEMPRE AMOR, ÉS SEMPRE TU

Recortes

O que muitos combatem não é o verdadeiro Deus, mas a falsa idéia que fizeram de Deus: um Deus que protege os ricos, que só sabe pedir e encostar à parede, que sente inveja do nosso progresso, que espia continuamente do alto os nossos pecados para ter o prazer de castigá-los [...].
“Deus não é assim: é justo e bom ao mesmo tempo; é Pai também dos filhos pródigos, que deseja ver não mesquinhos e miseráveis, mas grandes, livres, criadores do seu próprio destino.
(Albino Luciani (futuro papa J. Paulo I). Ilustríssimos senhores, págs. 18-19)

20 de out. de 2011

"Se hoje estamos na noite escura, amanhã Ele nos liberta"

Papa recorda misericórdia infinita de Deus

CIDADE DO VATICANO - (ZENIT.org) – Na catequese desta quarta-feira, o Papa Bento XVI meditou sobre o Salmo 136, “um solene hino de louvor que celebra as inúmeras manifestações de bondade do Senhor para com os homens”.
Partindo das tradições judaicas, o Pontífice explicou que “solene oração de ação de graças, conhecida como o 'Grande Hallel', este Salmo é cantado tradicionalmente no final da ceia pascal judaica e foi, provavelmente, também rezado por Jesus na última Páscoa celebrada com seus discípulos”.
“Ao longo do poema, são enumeradas as muitas maravilhas de Deus na história humana e as suas intervenções em curso em favor de seu povo; e a cada proclamação da ação salvífica do Senhor responde a antífona coma motivação fundamental do louvor: o amor eterno de Deus”, afirmou.
Este salmo celebra o Senhor como aquele que faz “grandes maravilhas”, entre elas, a criação: “O mundo criado é sintetizado em seus principais elementos, com particular ênfase nos astros, no sol, na lua, nas estrelas, criaturas magníficas que governam o dia e a noite. Não se fala aqui da criação do ser humano, mas ele está sempre presente; o sol e a lua existem para ele – para o homem –, para marcar o tempo do homem, colocando-o em relação com o Criador, sobretudo através da indicação dos tempos litúrgicos”.
O texto recorda também “o longo peregrinar de Israel até a terra prometida: 'Conduziu seu povo no deserto, porque o seu amor é para sempre' (v. 16). Essas poucas palavras contêm uma experiência de quarenta anos, um tempo decisivo para Israel, que, deixando-se guiar pelo Senhor, aprende a viver na fé, na obediência e na docilidade à lei de Deus”.
Ao longo das grandes maravilhas que o salmo menciona, chega-se ao cume “no cumprimento da promessa divina feita aos Padres: 'Deu a sua terra por herança, porque o seu amor é para sempre; em herança a Israel, seu servo, porque o seu amor é para sempre' (vv. 21-22)”.
O Papa, aplicando o salmo à realidade atual, explicou: “Naturalmente, nós podemos dizer: essa libertação do Egito, o tempo do deserto, a entrada na Terra Santa e, em seguida, os outros problemas, que estão muito longe de nós, não são a nossa história”.
E acrescentou: “A estrutura fundamental é que Israel recorda-se da bondade do Senhor (...).E isso é importante também para nós: ter uma memória da bondade do Senhor. A memória torna-se uma força de esperança. A memória nos diz: Deus existe, Deus é bom, eterna é a sua misericórdia. E assim a memória abre, mesmo na escuridão de um dia, de um período, a estrada para o futuro: é luz e estrela que nos guia”.
“Também nós temos uma memória do bem, do amor misericordioso, eterno de Deus. A história de Israel já é uma memória também para nós, como Deus se mostrou e criou seu próprio povo. Depois, Deus se fez homem, um de nós: viveu conosco, sofreu conosco, morreu por nós. Permanece conosco no Sacramento e na Palavra. É uma história, uma memória da bondade de Deus, que nos assegura a sua bondade: o seu amor é eterno”, afirmou o Santo Padre.
“E, depois, também nestes dois mil anos da história da Igreja, existe sempre, de novo, a bondade do Senhor. Após o período obscuro da perseguição nazista e comunista, Deus libertou-nos, mostrou-nos que é bom, que tem força, que a sua misericórdia é para sempre”, acrescentou.
E aconselhou: “Devemos realmente valorizar essa história, ter sempre a memória das grandes coisas que Ele fez na nossa vida, para ter confiança: a sua misericórdia é eterna. E se, hoje, estamos na noite escura, amanhã Ele nos liberta, porque a sua misericórdia é eterna”.
O Papa concluiu sua catequese citando as palavras que São João escreve em sua Primeira Carta “e que deveremos sempre manter presentes na nossa oração: 'Considerai com que amor nos amou o Pai, para que sejamos chamados filhos de Deus. E nós o somos de fato'”.
(obs.: os destaques são do blog)

19 de out. de 2011

Recortes

“Se numa cidade se acendesse nos pontos mais díspares o fogo que Jesus trouxe à terra, e esse fogo resistisse ao gelo do mundo pela boa vontade dos seus habitantes, em pouco tempo teríamos a cidade incendiada de amor de Deus." (Chiara Lubich, Meditações)



«Lançar fogo sobre a terra»: o dom do Espírito Santo (At 2,3)
Ó Espírito de Deus, espírito de verdade e de luz,
Permanece constantemente na minha alma pela Tua graça divina.
Que o Teu sopro dissipe as trevas
E que na Tua luz as boas acções se multipliquem.

Ó Espírito de Deus, Espírito de amor e de misericórdia,
Que derramas no meu coração o bálsamo da confiança,
A Tua graça confirme a minha alma no bem,
Dando-lhe uma força invencível: a constância!

Ó Espírito de Deus, Espírito de paz e de alegria,
Que reconfortas o meu coração sedento,
Que derramas nele a fonte viva do amor divino,
E o tornas intrépido na luta.

Ó Espírito de Deus, ó mais amoroso hóspede da minha alma,
Eu desejo, por meu lado, ser-Te fiel,
Tanto nos dias de felicidade como nas horas de sofrimento;
Desejo, Espírito de Deus, viver sempre na tua presença.

Ó Espírito de Deus, que impregnas o meu ser
E me fazes conhecer a Tua vida divina e trinitária,
Tu me inicias no Teu Ser divino;
Unida assim a Ti, tenho a vida eterna.


(Santa Faustina Kowalska (1905-1938), religiosa. Pequeno diário, 1411)

18 de out. de 2011

Mundo precisa de novos evangelizadores, afirma Papa

Mundo precisa de novos evangelizadores, afirma Papa

Quando entre nós estás...

Recortes

“És, entre os teus, alma de apóstolo, a pedra caída no lago. – Provoca, com o teu exemplo e com a tua palavra, um primeiro círculo...; e este, outro... e outro, e outro... Cada vez mais largo.
Compreendes agora a grandeza da tua missão?” (S. Josemaría Escrivá, Caminho, n. 831)

Recortes

"Tal é a alma que está enamorada de Deus. Não pretende vantagem ou prêmio algum a não ser perder tudo e a si mesma, voluntariamente, por Deus, e nisto encontra todo seu lucro."(São Paulo da Cruz)

Recortes

“Aprenderás a perguntar tu também, como o Apóstolo, cheio de amor: «Senhor, que queres que eu faça?...

A Vontade de Deus!, ouvirás na tua alma de modo terminante.

Pois bem, pega no Evangelho diariamente, e lê-o e vive-o como norma concreta. – Assim procederam os santos”. (S. Josemaría Escrivá, Forja, n. 754)

17 de out. de 2011

Recortes

Tanto para as nações como para as pessoas, a avareza é a forma mais evidente de um subdesenvolvimento moral”. (Papa Paulo VI, Carta Encíclica Populorum progressio, 26.03.67, 19)

Cristã condenada a morte escreve carta para sua família

Não sei quando me irão enforcar, mas irei sem medo" - Asia Bibi em carta ao marido e filhos da prisão
 
 
«Meu querido Ashiq, meus queridos filhos

«É uma grande provação, esta que tereis de enfrentar.
Esta manhã, fui condenada à morte. Confesso-vos que,
quando ouvi o veredicto, chorei, mas no fundo não
fiquei surpreendida. Não estava à espera de clemência
nem de coragem por parte dos juizes, que se submeteram
às pressões dos mulás e do fanatismo religioso.

«Desde que voltei à minha cela e sei que vou morrer,
todos os meus pensamentos vão para ti, meu Ashiq,
e para vós, meus filhos adorados.

«Censuro-me por vos deixar sozinhos em pleno turbilhão.
A ti, Imram, meu filho mais velho de dezoito anos,
desejo-te que encontres uma boa esposa e que a
faças feliz tal como o teu pai me fez a mim.

Tu, Nasima, minha filha maior de vinte e dois anos,
já encontraste um marido, a família dele e uns
sogros acolhedores; dá ao teu pai os netos que irás
criar na caridade cristã como nós sempre fizemos.

Tu, minha doce Isha, tens quinze anos, mas nasceste
com falta de entendimento. O papá e eu sempre te
considerámos uma dádiva de Deus, tão boa que és
e tão generosa. Não deves perceber porque é que a
mamã não está aí, ao pé de ti, mas estás presente no
meu coração, tens sempre lá um lugar especialmente
reservado, somente para ti.

Sidra, tens apenas treze anos e eu sei que, desde que
estou na prisão, és tu que tratas das coisas da casa,
és tu que tomas conta de
Isha, a tua irmã,
que tanto precisa de ser ajudada. Censuro-me por
obrigar-te a uma vida de adulta, tu que és tão pequena
e que ainda devias brincar com bonecas.

Tu, minha pequena Isham, tens apenas nove anos e
já vais perder a tua mamã. Meu
Deus, como a vida é
injusta! Mas visto que irás continuar a frequentar a
escola, estarás mais tarde habilitada a defender-te
perante a injustiça dos homens.

«Meus filhos não percais a coragem, nem a fé em Jesus Cristo.
Há-de haver dias melhores nas vossas vidas, e, lá no alto,
quando eu estiver nos braços do
Senhor, continuarei a velar
por vós. Mas, por favor, peço-vos a todos os cinco que sejais
prudentes, que não façais nada que possa ultrajar os
muçulmanos ou as normas deste país
. Minhas filhas, gostaria
muito que tivésseis a sorte de encontrar um marido como o vosso pai.

«Ashiq, amei-te desde o primeiro dia, e os vinte anos que
passámos juntos são a prova disso mesmo. Nunca deixei
de agradecer aos céus a sorte de te ter encontrado, de ter
tido a possibilidade de casar por amor e não um matrimónio
combinado, como acontece na nossa região. Os nossos dois
feitios sempre combinaram um com o outro, mas o destino
estava à nossa espera, implacável... Criaturas infames
atravessam-se no nosso caminho. Estás agora sozinho
perante o fruto do nosso amor, mas deves manter a coragem
e o orgulho da nossa família.

«Meus filhos, desde que estou encerrada nesta prisão, oiço
as descrições de outras mulheres para quem a vida também
se mostrou muito cruel. Posso dizer-vos que tivestes a sorte
de conhecer a vossa mãe, a alegria de viver do nosso amor e
da nossa coragem para trabalhar. Sempre tivemos o supremo
desejo, o pai e eu, de sermos felizes e de vos fazermos felizes,
embora a vida não fosse fácil todos os dias.

Somos cristãos e somos pobres, mas a nossa família é uma
grande riqueza
. Gostaria tanto de vos ver crescer, educar-vos
e fazer de vós pessoas honestas – mas sê-lo-eis certamente!

«Sabeis a razão por que vou morrer e espero que não me
censureis por partir assim tão depressa, porque estou inocente
e não fiz nada daquilo que me acusam.

«Tu sabes que é verdade, Ashiq, tal como sabes que sou incapaz
de violência e de crueldade. Às vezes, porém, sou teimosa.

«Por aquilo que calculo, não vai demorar muito. Em poucos
minutos, fui condenada à morte. Não sei ainda quando me irão
enforcar, mas podeis estar tranquilos, meus amores, irei de
cabeça levantada, sem medo, porque serei acompanhada por
Nosso Senhor e pela Santa Virgem Maria, que vão receber-me
nos seus braços.
Meu bom marido, continua a educar os nossos
filhos como eu gostaria de fazer contigo.

«Ashiq, meus filhos bem-amados, vou deixar-vos para sempre,
mas amar-vos-ei eternamente.»

Fonte: "Blasfémia", Asia Bibi, Aletheia, p. 54

15 de out. de 2011

Jovem cantor iraquiano comove a Austrália com história marcada pela mais profunda caridade católica

A audição do jovem iraquiano Emmanuel Kelly em no reality show musical australiano X-factor já chegou às cinco milhões de vistas no Youtube. A sua história de luta e superação comove australianos e estrangeiros mas poucos sabem que atrás dela estão a dedicação de sua mãe adotiva, uma conhecida católica, e as Missionárias da Caridade, fundadas pela Beata Teresa da Calcutá.
CONTINUA

Recortes

Dar a Deus o que é de Deus...

Julgamos ser religiosos porque frequentamos a igreja, mas depois tratamos de levar fora da igreja uma vida semelhante à de tantos outros, entretecida de pequenas ou grandes trapaças, de injustiças, de ataques à caridade, com uma absoluta falta de coerência”. (Cardeal Albino Luciani, futuro papa João Paulo I, in.: Ilustríssimos senhores, pág. 219).

13 de out. de 2011

Para lembrar o tempo do seminário...

Ajudar muito a rezar!

Recortes

O fermento dos fariseus...

“Lias naquele dicionário os sinônimos de insincero: «ambíguo, ladino, dissimulado, matreiro, astuto»... –

Fechaste o livro, enquanto pedias ao Senhor que nunca pudessem aplicar-se a ti esses qualificativos, e te propuseste aprimorar ainda mais a virtude sobrenatural e humana da sinceridade” (S. Josemaría Escrivá, Sulco, n. 337)

MINISTROS DA MÚSICA

Preparar o banquete Preparar o banquete Músico, saiba como se preparar para tocar na Santa Missa
Rezar: a oração é o "carro-chefe" do ministério de música, precisamos orar juntos e orar individualmente. Necessitamos de oração como combustível e sustento do nosso ministério. A oração também envolve a boa convivência com os irmãos, o respeito, a liberdade, a verdade. Vamos englobar nesse item [oração] o amor com que vivemos e nos tratamos no ministério de música. Não devemos rezar somente com nossas palavras, mas com todo nosso ser.

Preparar a Santa Missa: Esse item requer outros escritos, quero aos poucos conversar sobre a preparação da Santa Missa, parte por parte, para que estejamos sempre em comunhão com a Igreja. Mas, basicamente, é preciso escolher os cantos e ensaiá-los, ensaiá-los com o povo, tornar os cantos conhecidos, preparar o salmo, etc. Dialogar com o presidente da Celebração Eucarística, ler as leituras, antífonas, para escolher os cantos de acordo com a celebração daquele dia. Basicamente é isso, mas voltaremos em breve a conversar sobre esse tema.

Montagem e passagem de som:
É inadmissível para o músico/ministério de música começar a cantar na Missa sem se ouvir, ou pior: sem o povo ouvi-lo. É preciso ter as referências do instrumento de harmonia, é preciso equalizar o som, evitar as microfonias, fazer os cortes de frequência, assim por diante. Fazendo uma observação aqui: já deparei com pessoas que têm vergonha de passar o som no microfone. Bom, irmão, irmã, é seu trabalho, faz parte dele. É preciso que você ouça sua voz e a banda enquanto você canta. Isso corrige vários erros graves de afinação e rítmica. Ou seja, é preciso chegar cedo, carregar muitas vezes os cabos, bateria, caixas, instrumentos, etc. É preciso zelo e cuidado, depois é preciso fazer um som agradável dentro da igreja. Eu já pequei e muito na minha adolescência por fazer uma música barulhenta, meu coração era cheio de Deus e meus ouvidos cheios de barulho. Conforme fui amadurecendo (e quanto sofri para isso!) fui percebendo que a música é uma espécie de barulhinho bom. Um som agradável ajuda muito na manifestação do povo na Celebração Eucarística. É preciso afinar os instrumentos. Isso é básico. Harmonia. Nós precisamos harmonizar toda a assembleia, e isso começa em nós, se estamos harmonizados no coração e na música, a assembleia será harmonizada pela nossa música. Reflita sobre isso com seu ministério, ensaie mais, reze mais, estude mais. Vai dar certo!

Organização dos instrumentos: Eu posso dizer até hoje que sou muito "chato" com isso. Gente, estamos na igreja, na casa do Senhor e, geralmente, tocamos no meio de uma bagunça de cabos e fios espalhados pelo chão, e quando pisamos neles gera aquele barulho desagradável, que fica o tempo todo zunindo na cabeça de quem está na Missa. Outra coisa são os cabos em péssimo estado, que, muitas vezes, eu usei, mas não era por falta de dinheiro, não, irmãos, era porque eu não os consertava. Sempre temos na igreja alguém que sabe um pouquinho de ferro de solda e estanho. Invista nisso, é cuidado com seu ministério.

Muitas outras coisas poderíamos citar sobre esses pontos, mas acho que por ora é o bastante.

Deus abençoe muito você! E voltamos a conversar sobre a escolha das músicas na Santa Missa.

Grande abraço!

Continuamos na luta!

Postado por André W. Florencio - Missionário da Comunidade Canção Nova

E o Verbo se fez carne... e o Verbo se fez pão

Estou aqui para te render meu amor, minha gratidão!

Recortes

“Com efeito, Deus pensou em nós desde a eternidade e amou-nos como pessoas únicas e irrepetíveis, chamando-nos a cada um pelo nosso nome, como o bom pastor chama pelo nome as suas ovelhas (Jo 10, 3). (João Paulo II, Exortação Apostólica Christifideles laici, 58)

11 de out. de 2011

-Consagração a Nossa Senhora da Conceição Aparecida

Ó Maria Santíssima, que em vossa querida imagem de Aparecida espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil: eu, embora indigno de pertencer ai numero de vossos filhos e filhas, mas cheio do desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis.

Consagro-vos minha língua, para que sempre vos louve e propague vossa devoção. Consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas. Recebei-me, ó Rainha incomparável, no ditoso numero de vossos filhos e filhas. Acolhei-me debaixo de vossa proteção. Socorrei-me em todas as minhas necessidades espirituais e temporais e, sobretudo, na hora de minha morte.

Abençoai-me, o Mãe Celestial, e com vossa poderosa intercessão fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda a eternidade. Assim seja!

Recortes

Como o soldado que está de guarda, assim temos de estar nós à porta de Deus Nosso Senhor: e isso é oração. Ou como se deita o cãozinho aos pés do seu dono.
Não te importes de lho dizer: Senhor, aqui me tens como um cão fiel...
(S. Josemaria Escrivá. Forja, 73)

ROGAI POR NÓS, BRASILEIROS

Consagração

Não houve falta de respeito dos Bispos alemães ao Papa, explica porta-voz Vaticano

Vaticano, (ACI/EWTN Noticias)
Saindo ao encontro de algumas interpretações errôneas de um vídeo que circula na internet no qual se vê o
Papa Bento XVI apresentando o seu séquito ao Presidente da Alemanha durante a viagem à sua terra natal em setembro, o porta-voz do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, explicou que não existiu falta de respeito dos bispos alemães ao Santo Padre.ACI neste 11 de outubro, o Pe. Lombardi sublinhou que a interpretação do vídeo “segundo a qual (...) os bispos alemães faltaram com o respeito ao Papa é absolutamente infundada e ridícula".

De fato, prosseguiu o sacerdote, "o vídeo mostra evidentemente o momento em que o Papa apresenta seu séquito –e não os bispos alemães– ao Presidente alemão na residência do mandatário".

"A mão do Papa assinala um após o outro os membros do séquito, que saúdam o Presidente, enquanto que o Papa não espera que os membros do séquito, que viajam com ele, devam dar a mão nesta ocasião", acrescenta.

Para esclarecer ainda mais as coisas, o Pe. Lombardi disse ao grupo ACI que "de fato, o Cardeal Bertone, o substituto Dom Becciu, o Núncio, Dom Perriset, o Bispo Dom Clemens (por muitíssimo tempo secretário pessoal do Cardeal Ratzinger) e os ceremoniários pontifícios não dão a mão ao Papa; e certamente não têm intenção de ofendê-lo".

O sacerdote disse também que "entre os poucos que entretanto dão a mão ao Papa, embora não seja necessário, estão Dom Zollitsch, Presidente da Conferência Episcopal Alemã e Dom Woelki, o novo Arcebispo de Berlim, que são os únicos dois bispos alemães presentes no vídeo, que foram incluídos no séquito do Papa ao chegar a Berlim e que não viajaram no avião com o Papa!"

Finalmente o porta-voz do Vaticano indicou: "não tenho nada mais que acrescentar. A interpretação do vídeo que acusa os bispos alemães de faltar com o respeito ao Papa é demasiado insensata para acrescentar algo mais".


Para assistir o mencionado vídeo, visite:
http://www.youtube.com/watch?v=ygeG5WFzkV8

Recortes

"Dar tudo
pelo Tudo." (S. João da Cruz)

9 de out. de 2011

Missa: " ORBIS FACTOR", Gregoriano, Giovanni Vianini, Escola Gregoriana Mediolanensis, Milão, Itália

Recortes

Os namorados não sabem dizer adeus; acompanham-se sempre.

Tu e eu amamos assim o Senhor? (S. Josemaria Escrivá, Sulco, 666)

8 de out. de 2011

Recortes

"Faz que compareçamos... Quem se apresentou ao banquete a não ser os mendigos, os doentes, os coxos, os cegos? [...] Iremos como pobres, pois convida-nos Aquele que, sendo rico, se fez pobre por nós. Iremos como doentes, porque não precisam de médico os sãos, mas os que não estão bem de saúde. Iremos como aleijados (...)" (Santo Agostinho, Sermão 112, 8)

7 de out. de 2011

Canção de Pedro

Recortes

Convence-te: o teu apostolado consiste em difundir bondade, luz, entusiasmo, generosidade, espírito de sacrifício, constância no trabalho, profundidade no estudo, amplitude na entrega, atualização, obediência absoluta e alegre à Igreja, caridade perfeita...
Mas ninguém dá o que não tem.
(S. Josemaria Escrivá. Sulco, 927)

Nicarágua: sacerdotes, “calem-se ou nós os matamos”

Vários párocos ameaçados, tensão entre os fiéis

MANÁGUA,  (ZENIT.org) – Divulgou-se na Nicarágua o fato de que vários párocos foram ameaçados, um dado preocupante após o recente assassinato do pároco de La Concepción, Marlon Pupiro.
Este país vive um delicado momento político, com eleições gerais às portas e o presidente Daniel Ortega decidido a perpetuar-se no poder, situação denunciada pela Igreja Católica, junto à corrupção e outros males que afetam o país.
O secretário da Conferência Episcopal da Nicarágua e bispo da diocese de Chontales e Río San Juan, Dom Sócrates René Sándigo Jirón, afirmou que há preocupação na Igreja Católica pela falta de investigação a fundo do crime contra o Pe. Marlon Pupiro e do assédio sofrido por alguns párocos do país.
Após o assassinato do Pe. Pupiro, vários sacerdotes de Manágua e Masaya perceberam algum fato extraordinário que lhes chamou a atenção em relação à sua segurança.
Dom Sándigo Jirón manifestou que os párocos têm de ser mais prudentes, ainda que isso afete seu trabalho pastoral. “Se um sacerdote é chamado à noite para atender algum doente em uma casa ou em um hospital, é melhor que não vá, porque poderia cair em uma armadilha. Este tipo de medida, infelizmente, afetará a vida pastoral. O sacerdote deve ter o cuidado de não aceitar qualquer tipo de convite, a menos que conheça a família”, disse.
Segundo informava, em 27 de setembro, o jornal La Prensa, de Manágua, recentemente se conheceu que vários párocos foram ameaçados. Em alguns casos, as ameaças foram feitas diretamente, por meio de mensagens de texto aos seus telefones celulares; em outros, disfarçadas de roubos ou mensagens cifradas.
Extraoficialmente, a hierarquia católica recomendou aos sacerdotes que sejam prudentes ao referir-se a este tema, razão pela qual eles optaram por calar-se.
O jornal La Prensa diz conhecer nomes de sacerdotes que manifestaram esta situação. Um deles expôs o seu problema por meio de redes sociais, nas quais os paroquianos se solidarizam e propõem correntes de oração pela segurança dos presbíteros.
Este sacerdote contou que, por meio de mensagens de texto recebidas na madrugada do dia anterior, advertiram-lhe que era melhor que os bispos se calassem ou, do contrário, poderiam ser assassinados. “Calem-se ou nós os matamos”, dizia o texto. O sacerdote comunicou o caso à ministra Ana Isabel Morales.
O bispo de León, César Bosco Vivas, qualificou de “covarde” qualquer ameaça contra os representantes da Igreja Católica e instou a denunciar à polícia qualquer tipo de intimidação. “Acho que é fácil rastrear algumas comunicações e ameaças de celulares, não acho que seja impossível. Se há ameaças, é melhor denunciar o caso a tempo, para que seja corrigido”, disse.
O prelado reconheceu implicitamente que a origem destes fatos pode dever-se a uma atitude crítica da Igreja: “As críticas que se vertem são com o desejo de que se corrijam os erros e, por parte da Igreja, estas denúncias foram feitas nas cartas e documentos nossos, mas não com o objetivo de provocar uma ruptura com o governo e menos ainda de tornar-nos um partido de oposição”, concluiu.

6 de out. de 2011

Ao que plantou nesta terra a boa semente do Evangelho

MONS. JOSÉ LIMA:      - 5/5/1920                        + 6/10/2011









"Se amamos a Deus de verdade, devemos ardentemente desejar vê-Lo e amá-Lo com todas as forças do céu. Isso ninguém pode fazer perfeitamente nesta vida. Mas, se a morte não nos abre a porta, não podemos entrar no paraíso. Santo Agostinho exclamava: "Morra eu, Senhor, para vos ver". (Santo Afonso Maria de Ligório - A Prática do Amor a Jesus Cristo).

Recortes

“Tu que achas esta devoção / monótona e cansada, e não rezas / porque sempre repetes os mesmos sons..., / tu não entendes de amores e tristezas: / que pobre se cansou de pedir dons, / que enamorado de dizer coisas ternas?” (trecho de um poema citado por A. Royo-Marín, La Virgen Maria)




O Verbo de Deus se fez carne...

NOTA DE FALECIMENTO

Muitos experimentaram sua paternidade.

Retornou para a casa do Pai, o Monsenhor José de Souza Lima do Clero de Goiãnia, há muitos anos residente em Brasília.
Particularmente o considero o Apóstolo de Vianópolis.
Ele nasceu em 5 de maio de 1920 e foi ordenado em 24 de dezembro de 1940. Completando em 2010, 60 anos de ministério sacerdotal.

Segundo nota da Arquidiocese de Goiânia, o corpo está sendo velado em Águas Claras, DF, na Comunidade João Paulo II situada na Rua das Aroeiras, n. 3, Qd. 107.

Amanhã (7/10) às 9h haverá uma missa de corpo presente com o clero de Luziânia às 9h.
Pe Elenivaldo Santos

4 de out. de 2011

Recortes

“Quem não tem coisas a pedir? Senhor, essa doença... Senhor, esta tristeza... Senhor, aquela humilhação que não sei suportar pelo teu amor... Queremos o bem, a felicidade e a alegria das pessoas da nossa casa; oprime-nos o coração a sorte dos que padecem fome e sede de pão e de justiça; dos que experimentam a amargura da solidão; dos que, no fim dos seus dias, não recebem um olhar de carinho nem um gesto de ajuda.
Mas a grande miséria que nos faz sofrer, a grande necessidade que queremos remediar, é o pecado, o afastamento de Deus, o risco de que as almas se percam por toda a eternidade” (Josemaría Escrivá, Amar a Iglesia, págs. 77-78)

Recortes

Para mim, uma manifestação de que nos sentimos senhores do mundo, administradores fiéis de Deus, é cuidar das coisas que usamos, com interesse em conservá-las, em fazê-las durar, em mantê-las impecáveis e em fazê-las servir o mais tempo possível para o seu fim, de maneira a não haver desperdício. (São Josemaría Escrivá. Amigos de Deus, 122)

 

Missas transmitidas via web-tv

Estamos realizando algumas reformas no presbitério da matriz Santa Luzia. Por isso, a santa missa não poderá ser transmitida pelo site da paróquia nestes dois ou três dias.
Obrigado. Assim que voltar eu aviso. Deus abençoe!

3 de out. de 2011

A Perfeita Alegria

É... ELE SABIA MESMO DAS COISAS!
O apólogo da Perfeita Alegria de Francisco é, sem dúvida, o escrito que mais e melhor consegue traduzir as coordenadas fundamentais de sua espiritualidade e, por conseguinte, de toda a espiritualidade franciscana.


Eis o texto:
O mesmo (Frei Leonardo) contou que um dia o bem-aventurado Francisco, perto de Santa Maria dos Anjos, chamou a Frei Leão e lhe disse: “Frei Leão, escreve”. Este respondeu: “Eis-me pronto”. “Escreve – disse – o que é a verdadeira alegria”. Vem um mensageiro e diz que todos os mestres de Paris entraram na Ordem; escreve: não está aí a verdadeira alegria. E igualmente que entraram na Ordem todos os prelados de Além-Alpes, arcebispos e bispos, o próprio rei da França e o da Inglaterra; escreve: não está aí a verdadeira alegria. E se receberes a notícia de que todos os meus irmãos foram pregar aos infiéis e converteram a todos para a fé, ou que eu recebi tanta graça de Deus que curo os enfermos e faço milagres: digo-te que em tudo isso não está a verdadeira alegria. Mas, o que é a verdadeira alegria? Eis que volto de Perusa no meio da noite, chego aqui num inverno de muita lama e tanto frio que na extremidade da túnica se formaram caramelos de gelo que me batem continuamente nas pernas fazendo sangrar as feridas. E todo envolvido na lama, no frio e no gelo, chego à porta, e depois de bater e chamar por muito tempo, vem um irmão e pergunta: “Quem é?” E eu respondo: “Frei Francisco”. E ele diz: “Vai-te embora; não é hora própria de chegar, não entrarás”.  E ao insistir, ele responde: “Vai-te daqui, és um ignorante e idiota; agora não poderás entrar; somos tantos e tais que não precisamos de ti”. E fico sempre diante da porta e digo: “Por amor de Deus, acolhei-me por esta noite”. E ele responde: “Não o farei. Vai aos crucíferos e pede lá”. Pois bem, se eu tiver tido paciência e permanecer imperturbável, digo-te que aí está a verdadeira alegria, a verdadeira virtude e salvação da alma”.

Recortes

"Ninguém deveria pronunciar o nome de Francisco sem provar grande doçura"  (Frei Egídio, seu companheiro)

2 de out. de 2011

Recortes

"Se encontrasses uma moeda de ouro, com certeza não pensarias: por que não a encontrou outro? Pelo contrário, correrias para apanhá-la quanto antes. Pois deves saber que, quando encontras o teu irmão ferido, encontraste algo que vale mais do que um tesouro: a possibilidade de cuidar dele" (São João Crisóstomo, Contra iudeos, 8)

1 de out. de 2011

Recortes

Dá-me, Jesus, um Amor qual fogueira de purificação, onde a minha pobre carne, o meu pobre coração, a minha pobre alma, o meu pobre corpo se consumam, limpando-se de todas as misérias terrenas... E, já vazio todo o meu eu, enche-o de Ti: que não me apegue a nada daqui de baixo; que sempre me sustente o Amor”. (São Josemaría Escrivá, Forja, n. 41)