Paróquia Santa Luzia

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5 de abr de 2013

SÁBADO NA OITAVA DA PÁSCOA


Evangelho Marcos 16,9-15

9Depois de ressuscitar, na madrugada do primeiro dia após o sábado, Jesus apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual havia expulsado sete demônios. 10Ela foi anunciar isso aos seguidores de Jesus, que estavam de luto e chorando. 11Quando ouviram que ele estava vivo e fora visto por ela, não quiseram acreditar. 
12Em seguida, Jesus apareceu a dois deles, com outra aparência, enquanto estavam indo para o campo. 13Eles também voltaram e anunciaram isso aos outros. Também a estes não deram crédito. 14Por fim, Jesus apareceu aos onze discípulos enquanto estavam comendo, repreendeu-os por causa da falta de fé e pela dureza de coração, porque não tinham acreditado naqueles que o tinham visto ressuscitado. 
15E disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura!” 


Comentário ao Evangelho do dia feito por Beato João Paulo II (1920-2005), papa. Carta Apostólica para o novo milénio «Novo millennio ineunte», §29

«Então, o Senhor Jesus, depois de lhes ter falado, foi arrebatado ao Céu e sentou-Se à direita de Deus. Eles, partindo, foram pregar por toda a parte; o Senhor cooperava com eles» (Mc 16,19-20)


Partir de Cristo: «Eu estarei sempre convosco, até ao fim do mundo» (Mt 28,20). Esta certeza, amados irmãos e irmãs, acompanhou a Igreja durante dois milênios e foi agora reavivada em nossos corações com a celebração do Jubileu; dela devemos auferir um novo impulso para a vida cristã, melhor, fazer dela a força inspiradora do nosso caminho. É com a consciência desta presença do Ressuscitado entre nós que hoje nos pomos a pergunta feita a Pedro no fim do seu discurso de Pentecostes, em Jerusalém: «Que havemos de fazer?» (At 2,37).


Interrogamo-nos animados de confiante optimismo, embora sem subestimar os problemas. Certamente não nos move a esperança ingênua de que possa haver uma fórmula mágica para os grandes desafios do nosso tempo; não será uma fórmula a salvar-nos, mas uma Pessoa, e a certeza que Ela nos infunde: Eu estarei convosco!


Sendo assim, não se trata de inventar um «programa novo». O programa já existe: é o mesmo de sempre, expresso no Evangelho e na Tradição viva. Concentra-se, em última análise, no próprio Cristo, que temos de conhecer, amar, imitar, para Nele viver a vida trinitária e com Ele transformar a história até à sua plenitude na Jerusalém celeste. [...] Mas é necessário traduzi-lo em orientações pastorais ajustadas às condições de cada comunidade.[...] É nas Igrejas locais que se podem estabelecer linhas programáticas concretas [...] que permitam levar o anúncio de Cristo às pessoas, plasmar as comunidades, permear em profundidade a sociedade e a cultura através do testemunho dos valores evangélicos. [...] Espera-nos, portanto, uma entusiasmante obra de relançamento pastoral; uma obra que nos toca a todos.


Salmo 117,1-21
— Dou-vos graças, ó Senhor, porque me ouvistes.
— Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! “Eterna é a sua misericórdia!” O Senhor é minha força e o meu canto, e tornou-se para mim o Salvador. “Clamores de alegria e de vitória ressoem pelas tendas dos fiéis.
— A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me levantou, a mão direita do Senhor fez maravilhas! O Senhor severamente me provou, mas não me abandonou às mãos da morte.
— Abri-me vós, abri-me as portas da justiça: quero entrar para dar graças ao Senhor! “Sim, esta é a porta do Senhor, por ela só os justos entrarão!” Dou-vos graças, ó Senhor, porque me ouvistes e vos tornastes para mim o Salvador!


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